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	<title>Arquivo de Economia - MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</title>
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		<title>Otimização de Custos: Estratégias para reduzir despesas e aumentar a eficiência operacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A otimização de custos é vital para a sustentabilidade financeira e competitividade das empresas. Descubra estratégias eficazes para reduzir despesas e aumentar a eficiência operacional! A otimização de custos é vital para a sustentabilidade financeira e competitividade das empresas. Reduzir despesas e aumentar a eficiência operacional são essenciais. Neste artigo, exploramos estratégias como análise de  [...]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>A otimização de custos é vital para a sustentabilidade financeira e competitividade das empresas. Descubra estratégias eficazes para reduzir despesas e aumentar a eficiência operacional!</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A otimização de custos é vital para a sustentabilidade financeira e competitividade das empresas. Reduzir despesas e aumentar a eficiência operacional são essenciais. Neste artigo, exploramos estratégias como análise de despesas, gestão enxuta, automação de processos e negociação com fornecedores para promover crescimento sustentável e sucesso a longo prazo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Conceito de Otimização de Custos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A otimização de custos é o processo de identificar, analisar e reduzir despesas para aumentar a eficiência operacional e garantir a sustentabilidade financeira de uma empresa. Este conceito é essencial para manter a competitividade em um mercado cada vez mais acirrado. Empresas que conseguem gerenciar seus custos de maneira eficaz estão melhor posicionadas para investir em crescimento e inovação, além de proporcionar produtos e serviços de maior qualidade a preços mais competitivos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Diferenciação de Custos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de implementar estratégias de otimização de custos, é essencial entender a natureza dos diferentes tipos de despesas que uma empresa enfrenta. Custos fixos são aqueles que permanecem constantes independentemente do volume de produção ou vendas, como aluguel, salários de funcionários administrativos e seguros. Por outro lado, custos variáveis são diretamente proporcionais ao nível de produção, incluindo matérias-primas, comissões de vendas e custos de produção. Compreender essa diferenciação permite uma análise mais precisa das áreas onde a otimização pode ser aplicada para maximizar a eficiência e a economia.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Estratégias de Otimização de Custos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para implementar a otimização de custos de maneira eficaz, é fundamental seguir algumas estratégias principais:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Análise Detalhada das Despesas Operacionais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro passo para a otimização de custos é realizar uma análise detalhada das despesas operacionais. Identificar e categorizar todos os custos, diferenciando entre despesas fixas e variáveis, permite compreender onde estão os maiores gastos e onde há potencial para economias. A análise minuciosa ajuda a identificar áreas com desperdícios e oportunidades de redução de custos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Gestão Enxuta (Lean Management)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A adoção de práticas de gestão enxuta, ou Lean Management, é uma estratégia poderosa para eliminar desperdícios e aumentar a eficiência dos processos. Esta metodologia foca na melhoria contínua, buscando constantemente maneiras de reduzir custos, melhorar a produtividade e aumentar a qualidade dos produtos ou serviços oferecidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Melhoria Contínua dos Processos Internos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A revisão e a melhoria contínua dos processos internos são cruciais para a redução de custos. Ao otimizar os fluxos de trabalho e implementar processos mais eficientes, a empresa pode reduzir o tempo e os recursos necessários para a produção, aumentando a produtividade sem comprometer a qualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4. Negociação com Fornecedores</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Negociar com fornecedores para obter melhores condições de pagamento e descontos é uma prática importante para a otimização de custos. Além disso, a revisão regular dos contratos de fornecimento garante que a empresa está obtendo o melhor custo-benefício possível. Estabelecer parcerias sólidas com fornecedores pode resultar em condições mais favoráveis e em maior flexibilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5. Implementação de Tecnologias e Automação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A implementação de tecnologias e automação é fundamental para reduzir custos operacionais e aumentar a eficiência. Ferramentas como sistemas ERP (Enterprise Resource Planning), softwares de gestão financeira e automação de processos oferecem diversas vantagens. Os sistemas ERP, por exemplo, integram todas as áreas da empresa em uma única plataforma, melhorando a comunicação e a eficiência operacional. Softwares de gestão financeira ajudam a monitorar despesas e receitas em tempo real, proporcionando maior controle sobre as finanças. Ferramentas de automação de processos podem eliminar tarefas repetitivas e propensas a erros, liberando recursos para atividades mais estratégicas e de maior valor agregado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>6. Gestão Eficiente de Estoques</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma gestão eficiente de estoques é crucial para evitar excessos e a falta de produtos, o que pode levar a perdas financeiras. Estratégias como o Just-in-Time (JIT) ajudam a manter os estoques no nível ideal, reduzindo os custos de armazenamento e garantindo que a empresa tenha os produtos necessários no momento certo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ferramentas de Automação de Custos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">As ferramentas de automação desempenham um papel importante na otimização de custos, proporcionando precisão, eficiência e insights estratégicos. Entre as ferramentas mais utilizadas, destacam-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sistemas ERP (Enterprise Resource Planning):</strong> Integrando diversas áreas da empresa, desde finanças até produção, esses sistemas centralizam informações e processos, facilitando a tomada de decisões e a gestão de recursos.</li>



<li><strong>Softwares de Gestão Financeira:</strong> Essas plataformas permitem o monitoramento em tempo real das finanças, ajudando a identificar rapidamente áreas de desperdício e oportunidades de economia.</li>



<li><strong>Ferramentas de Automação de Processos:</strong> Automatizam tarefas repetitivas e administrativas, como o processamento de faturas e a gestão de inventário, reduzindo erros humanos e aumentando a eficiência operacional.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Conclusão</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Como vimos, a otimização de custos é uma prática contínua e essencial para a sustentabilidade e o crescimento de qualquer empresa. Adotar uma abordagem proativa na gestão de custos, investindo em análise detalhada, tecnologia e melhorias de processos, garante a eficiência operacional e a saúde financeira a longo prazo. Empresas que se dedicam a otimizar seus custos estão melhor preparadas para enfrentar desafios, aproveitar oportunidades e manter sua competitividade no mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quer saber mais sobre Otimização de custos? Fale com o nosso time de consultores! <strong>Invista em uma consultoria eficiente para garantir o sucesso da sua empresa!</strong></p>



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<p class="wp-block-paragraph"><a href="mailto:contato@morocontabil.com.br">contato@morocontabil.com.br</a></p>
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		<title>Guedes diz que não haverá aumento de impostos</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/guedes-diz-que-nao-havera-aumento-de-impostos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2020 13:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento de impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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		<category><![CDATA[Redução de encargos]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministro da Economia disse que, na proposta de reforma tributária, poderá até prever a redução de encargos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="linhadeOlho"><em>Ministro da Economia disse que, na proposta de reforma tributária, poderá até prever a redução de encargos</em></h2>
<h3><em>O ministro Paulo Guedes (Economia) voltou a dizer neste sábado (9) que o Governo não pretende aumentar impostos e que, na proposta de reforma tributária, poderá até prever a redução de encargos.</em></h3>
<p>&#8220;Não consigo vislumbrar aumento de impostos. Podemos configurar a redução de impostos&#8221;, afirmou Guedes durante uma videoconferência promovida pelo Itaú BBA, em debate sobre medidas superar a crise econômica causada pelo novo coronavírus.</p>
<p>A investidores, o ministro fez questão de ressaltar que o forte rombo das contas públicas em 2020, por causa da<strong> pandemia</strong>, deve ser algo excepcional. &#8220;Nós vamos continuar sinalizando a contenção de despesas&#8221;, frisou, em relação ao ajuste fiscal pretendido para os próximos anos.</p>
<blockquote><p>Guedes declarou querer o controle do déficit fiscal e que, &#8220;se tivermos que arriscar um lado, vamos arriscar para o lado do [Ronald] Reagan&#8221;, ex-presidente dos Estados Unidos que promoveu corte de tributos e de gastos públicos.</p></blockquote>
<p>O ministro<strong> voltou a defender que servidores públicos não tenham aumento salarial até o fim de 2021</strong>. Essa medida foi proposta pela equipe econômica como contrapartida para liberar mais dinheiro no plano de socorro financeiro aos estados e municípios durante a pandemia.</p>
<p>Durante a votação do pacote de ajuda aos governadores e prefeitos, o Congresso acabou blindando algumas categorias do congelamento de salários, como professores, policiais federais, policiais militares, Forças Armadas, garis e peritos criminais. Essa articulação teve o apoio do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), contrariando o Ministério da Economia.</p>
<p>Para Guedes, &#8220;seria um equívoco brutal&#8221; conceder reajuste a servidores públicos, que têm estabilidade no cargo, em meio a um período de crise econômica.</p>
<p>Segundo ele, a recuperação da economia brasileira será baseada no controle de despesas públicas e nas privatizações. O ministro ainda acredita ser possível vender três ou quatro grandes estatais no segundo semestre do ano, mas isso depende do período de vigência das medidas de isolamento para conter a expansão da Covid-19.</p>
<p>Guedes disse que o cenário mais esperado é que o PIB (Produto Interno Bruto) registre um forte recuo neste ano, mas que a economia reaja em 2021.</p>
<blockquote><p>&#8220;É ainda a hipótese mais provável. A menos provável é a da prolongada recessão&#8221;.</p></blockquote>
<p>No entanto, durante a videoconferência, ele reconheceu que essa recuperação poderá ser muito mais difícil se a pandemia persistir no segundo semestre.</p>
<p>O ministro apresentou as medidas adotadas para suavizar os efeitos do coronavírus na economia, especialmente as ações para tentar evitar demissões em massa.</p>
<p>Apesar de o governo não ter divulgado ainda dados do comportamento do mercado de trabalho neste ano, Guedes disse que um milhão de pessoas perderam trabalho formal, o que ele considerou pouco em relação a 26 milhões de desempregados nos Estados Unidos na crise.</p>
<p>Fonte: <em>Diário do Comércio</em></p>
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		<title>Copom faz novo corte e juro básico cai de 3,75% para 3% ao ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2020 10:45:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Patamar anterior da taxa Selic tinha sido fixado em 18 de março; corte renovou mínima histórica. Próxima reunião do comitê está marcada para os dias 16 e 17 de junho. O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) reduziu nesta quarta-feira (6) a taxa básica de juros da economia brasileira de 3,75% para 3% ao  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="row content-head non-featured ">
<div class="medium-centered subtitle">
<h2 class="content-head__subtitle"><em>Patamar anterior da taxa Selic tinha sido fixado em 18 de março; corte renovou mínima histórica.</em></h2>
<h3 class="content-head__subtitle"><em> Próxima reunião do comitê está marcada para os dias 16 e 17 de junho.</em></h3>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="1">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) reduziu nesta quarta-feira (6) a taxa básica de juros da economia brasileira <strong>de 3,75% para 3% ao ano</strong>. A decisão foi unanime. Esta foi a sétima redução consecutiva.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A decisão renovou o menor patamar histórico para a taxa Selic desde 1999, quando entrou em vigor o regime de metas para a inflação. Analistas do mercado financeiro esperavam um corte menos agressivo, para 3,25% ao ano.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="3">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No comunicado, o Copom avalia que “neste momento a conjuntura econômica prescreve estímulo monetário extraordinariamente elevado”. Diz ainda que, para a próxima reunião, avalia nova redução da taxa.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="4">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Para a próxima reunião, condicional ao cenário fiscal e à conjuntura econômica, o Comitê considera um último ajuste, não maior do que o atual, para complementar o grau de estímulo necessário como reação às consequências econômicas da pandemia da Covid-19&#8221;, afirma o Copom.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="5">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O comitê ressalva, no entanto, que “novas informações sobre os efeitos da pandemia, assim como uma diminuição das incertezas no âmbito fiscal, serão essenciais para definir seus próximos passos”.</p>
</blockquote>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://g1.globo.com/globonews/jornal-das-dez/video/juliana-expectativa-e-de-corte-da-selic-de-375-para-325-8531041.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-2374 size-full aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.audicor.com.br/wp-content/uploads/2020/05/newa.jpg?resize=518%2C292&#038;ssl=1" alt="Newa - Contabilidade em Florianópolis - SC | Audicor Auditoria e Contabilidade" width="518" height="292" /></a></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="7">
<div class="content-intertitle">
<h2>Cenário econômico</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A decisão do Copom foi tomada em um ambiente de forte queda do nível de atividade da economia mundial em razão da pandemia do novo coronavírus, o que tem reduzido os índices de inflação.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Diante desse cenário, o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a pandemia vai levar a economia mundial a registrar queda de 3% neste ano, o pior desempenho desde a crise de 1929.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para o Brasil, as previsões do FMI e do Banco Mundial são de retração econômica superior a 5% neste ano. Os economistas do mercado financeiro estimam queda de 3,7%.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com a forte queda da atividade econômica, os preços têm caído. Em março, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice que mede a inflação oficial, somou 0,07%, menor taxa para o mês desde 1995.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O mercado financeiro prevê que o IPCA ficará em 1,97% neste ano, isto é, abaixo do piso de 2,5% previsto pelo sistema de metas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Pela regra vigente, o IPCA pode oscilar de 2,5% a 5,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Quando a meta não é cumprida, o BC tem de escrever uma carta pública explicando as razões.</p>
</div>
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/05/06/copom-faz-novo-corte-e-juro-basico-cai-de-375percent-para-3percent-ao-ano.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">G1</a></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Copom faz novo corte e juro básico cai de 3,75% para 3% ao ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2020 10:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Patamar anterior da taxa Selic tinha sido fixado em 18 de março; corte renovou mínima histórica.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="row content-head non-featured ">
<div class="medium-centered subtitle">
<h2 class="content-head__subtitle"><em>Patamar anterior da taxa Selic tinha sido fixado em 18 de março; corte renovou mínima histórica.</em></h2>
<h3 class="content-head__subtitle"><em> Próxima reunião do comitê está marcada para os dias 16 e 17 de junho.</em></h3>
</div>
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<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) reduziu nesta quarta-feira (6) a taxa básica de juros da economia brasileira <strong>de 3,75% para 3% ao ano</strong>. A decisão foi unanime. Esta foi a sétima redução consecutiva.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A decisão renovou o menor patamar histórico para a taxa Selic desde 1999, quando entrou em vigor o regime de metas para a inflação. Analistas do mercado financeiro esperavam um corte menos agressivo, para 3,25% ao ano.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="3">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No comunicado, o Copom avalia que “neste momento a conjuntura econômica prescreve estímulo monetário extraordinariamente elevado”. Diz ainda que, para a próxima reunião, avalia nova redução da taxa.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="4">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Para a próxima reunião, condicional ao cenário fiscal e à conjuntura econômica, o Comitê considera um último ajuste, não maior do que o atual, para complementar o grau de estímulo necessário como reação às consequências econômicas da pandemia da Covid-19&#8221;, afirma o Copom.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="5">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O comitê ressalva, no entanto, que “novas informações sobre os efeitos da pandemia, assim como uma diminuição das incertezas no âmbito fiscal, serão essenciais para definir seus próximos passos”.</p>
</blockquote>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://g1.globo.com/globonews/jornal-das-dez/video/juliana-expectativa-e-de-corte-da-selic-de-375-para-325-8531041.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-2374 size-full aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.audicor.com.br/wp-content/uploads/2020/05/newa.jpg?resize=518%2C292&#038;ssl=1" alt="Newa - Contabilidade em Florianópolis - SC | Audicor Auditoria e Contabilidade" width="518" height="292" /></a></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="7">
<div class="content-intertitle">
<h2>Cenário econômico</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A decisão do Copom foi tomada em um ambiente de forte queda do nível de atividade da economia mundial em razão da pandemia do novo coronavírus, o que tem reduzido os índices de inflação.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Diante desse cenário, o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que a pandemia vai levar a economia mundial a registrar queda de 3% neste ano, o pior desempenho desde a crise de 1929.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para o Brasil, as previsões do FMI e do Banco Mundial são de retração econômica superior a 5% neste ano. Os economistas do mercado financeiro estimam queda de 3,7%.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com a forte queda da atividade econômica, os preços têm caído. Em março, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice que mede a inflação oficial, somou 0,07%, menor taxa para o mês desde 1995.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O mercado financeiro prevê que o IPCA ficará em 1,97% neste ano, isto é, abaixo do piso de 2,5% previsto pelo sistema de metas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Pela regra vigente, o IPCA pode oscilar de 2,5% a 5,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Quando a meta não é cumprida, o BC tem de escrever uma carta pública explicando as razões.</p>
</div>
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/05/06/copom-faz-novo-corte-e-juro-basico-cai-de-375percent-para-3percent-ao-ano.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">G1</a></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/copom-faz-novo-corte-e-juro-basico-cai-de-375-para-3-ao-ano-2/">Copom faz novo corte e juro básico cai de 3,75% para 3% ao ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">3626</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Com isolamento e renda menor, brasileiro consome menos e foca em produtos básicos</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/com-o-isolamento-e-renda-menor-brasileiro-consome-menos-e-foca-em-produtos-basicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 13:55:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Isolamento Social]]></category>
		<category><![CDATA[Avanço do coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Isolamento social]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Quarentena]]></category>
		<category><![CDATA[Queda de consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Transforações sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Linguiça, embutidos, água sanitária, água mineral e frango ganharam espaço na cesta de compras do brasileiro. Itens de higienes deixam de ser prioridade.</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/com-o-isolamento-e-renda-menor-brasileiro-consome-menos-e-foca-em-produtos-basicos/">Com isolamento e renda menor, brasileiro consome menos e foca em produtos básicos</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="content-head__subtitle"><em>Linguiça, embutidos, água sanitária, água mineral e frango ganharam espaço na cesta de compras do brasileiro. Itens de higienes deixam de ser prioridade.</em></h2>
<h3><em>As transformações sociais impostas pelo avanço do coronavírus fizeram com que o brasileiro mudasse seus hábitos de consumo. Depois de estocar itens de higiene para enfrentar o período de isolamento e registrar uma queda na renda com a piora econômica recente, o consumidor começou a optar por uma cesta menor e focada em produtos de necessidade do dia a dia.</em></h3>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Durante a primeira semana de isolamento, a cesta média de compras do brasileiro passou a incluir linguiça, embutidos, água sanitária e mineral, além de frango, mostra um estudo realizado pela Kantar. Já itens de higiene, como absorventes, desodorantes e creme dental, perderam espaço.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O período analisado pelo levantamento faz a comparação da cesta de consumo da semana de 23 de março, quando teve início o período mais severo de isolamento, com a de semana de 9 de março.</p>
<p><div id="attachment_9527" style="width: 531px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/04/26/com-isolamento-e-renda-menor-brasileiro-consome-menos-e-foca-em-produtos-basicos.ghtml"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-9527" class="wp-image-9527 size-full" src="https://i0.wp.com/abrirempresasimples.com.br/wp-content/uploads/2020/04/categorias-em-alta.jpg?resize=521%2C283&#038;ssl=1" alt="Categorias Em Alta - Abrir Empresa Simples" width="521" height="283" /></a><p id="caption-attachment-9527" class="wp-caption-text">Fonte: Kantar</p></div></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="65" data-block-id="7">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Quando o brasileiro sentiu que a crise estava chegando no país, ele fez o seu estoque e, num primeiro momento, foram as categorias de higiene e beleza que cresceram em consumo&#8221;, afirma o diretor de serviços ao cliente e novos negócios da Kantar, David Fiss.</p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;O país entrou no período de isolamento, e as categorias mais básicas começaram a ganhar preferência no momento da compra.&#8221;</p>
</blockquote>
<p><div id="attachment_9528" style="width: 520px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/04/26/com-isolamento-e-renda-menor-brasileiro-consome-menos-e-foca-em-produtos-basicos.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-9528" class="wp-image-9528 size-full" src="https://i0.wp.com/abrirempresasimples.com.br/wp-content/uploads/2020/04/categorias-com-retracao.jpg?resize=510%2C287&#038;ssl=1" alt="Categorias Com Retracao - Abrir Empresa Simples" width="510" height="287" /></a><p id="caption-attachment-9528" class="wp-caption-text">Fonte: Kantar</p></div></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="45" data-block-id="9">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;Não é que o brasileiro vai deixar de comprar produtos de higiene e beleza. Depois de ter feito o estoque, ele deixou de dar prioridade para esses itens e voltou a visitar o mercadinho da vizinhança ou o supermercado perto da casa dele&#8221;, afirma Fiss.</p></blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A mudança dos itens mais comprados também foi acompanhada por uma queda no tamanho da cesta. Essa redução é explicada por dois motivos: o fim desse processo de estocagem e a diminuição da renda das famílias com a crise ficando mais severa.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Kantar faz a apuração do tamanho da cesta em número índice &#8211; quanto maior a quantidade de itens comprados, mas alto é esse índice. Do período do pré-isolamento ao início da primeira semana do distanciamento, houve retração na quantidade itens comprados em todos os estratos da sociedade.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="29" data-block-id="13">
<ul class="content-unordered-list">
<li>O tamanho da cesta da classe da A/B recuou de 116 para 94;</li>
<li>Da classe C caiu de 115 para 92</li>
<li>Da classe D/E diminuiu de 103 para 86.</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="14">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Os consumidores estão tentando se adaptar. Como o dinheiro encurtou, eles não podem ficar comprando várias categorias de produtos todas as semanas e estão priorizando categorias mais básicas&#8221;, afirma Fiss.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para mitigar os efeitos da crise, o governo tem anunciado uma série de medidas. A mais importante delas é um auxílio emergencial de R$ 600, por três meses inicialmente, para trabalhadores informais, desempregados, contribuintes individuais do INSS e Microempreendedor Individual (MEI).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Se esse auxílio alcançar, de fato, os mais pobres do país, ele pode ser fundamental para dar algum fôlego ao consumo das camadas menos abastadas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="35" data-block-id="17">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;As classes D/E são mais sensíveis ao comportamento da renda, mas, nesse momento, podem até não enfrentar uma queda tão forte no consumo porque o governo está injetando muito dinheiro na economia&#8221;, diz Fiss.</p></blockquote>
</div>
<p><a href="https://globoplay.globo.com/v/8505661/"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9529 size-full" src="https://i0.wp.com/abrirempresasimples.com.br/wp-content/uploads/2020/04/noticia.jpg?resize=512%2C281&#038;ssl=1" alt="Noticia - Abrir Empresa Simples" width="512" height="281" /></a></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="20">
<div class="content-intertitle">
<h2>O que esperar do consumo</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para traçar o quadro do consumo brasileiro nos próximos meses, a Kantar utilizou como base o que vem ocorrendo na Espanha, país que sofre severamente com o surto do coronavírus e também utiliza a política de distanciamento social com o objetivo de evitar a propagação da doença.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No cenário espanhol, com mais pessoas trabalhando em casa, houve um aumento do consumo das categorias que estão relacionadas com o que a consultoria chamou de &#8220;momento de lanches&#8221;. Houve, por exemplo, alta no gasto com creme de cacau, chocolate em tablete e biscoito doces e salgados.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="24">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No Brasil, esse cenário deve ser repetir. &#8220;O que aconteceu na Espanha já começa a ser uma oportunidade para o brasileiro. São coisas que devem se refletir por aqui&#8221;, afirma Fiss.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além disso, a compra por meio de delivery deve ser uma &#8220;herança&#8221; dessa crise. Segundo a Kantar, 53% dos brasileiros que usam esse meio já realizam pedidos de duas a três vezes na semana.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="32" data-block-id="26">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;O hábito de fazer um compra de supermercado e farmácia pelo delivery começa a crescer. E as pessoas que entram nesse canal já fazem o uso dele de forma repetida&#8221;, diz Fiss.</p></blockquote>
</div>
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view">
<div class="mc-column content-entenda-o-caso" data-block-type="entenda-o-caso" data-block-id="27">Fonte: <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/04/26/com-isolamento-e-renda-menor-brasileiro-consome-menos-e-foca-em-produtos-basicos.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">G1</a></div>
</div>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/com-o-isolamento-e-renda-menor-brasileiro-consome-menos-e-foca-em-produtos-basicos/">Com isolamento e renda menor, brasileiro consome menos e foca em produtos básicos</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Cinco propostas para retomar economia após coronavírus</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/cinco-propostas-para-retomar-economia-apos-coronavirus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 13:27:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Nacional de desenvolvimento econômico e social]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego elevado]]></category>
		<category><![CDATA[Frente de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Getulio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[Gastos públicos]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento público]]></category>
		<category><![CDATA[Medidas emergenciais]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Saída da crise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>BBC News Brasil ouviu cinco economistas de diferentes linhas de pensamento para coletar ideias sobre como recuperar a atividade econômica depois de o pior da pandemia passar.</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/cinco-propostas-para-retomar-economia-apos-coronavirus/">Cinco propostas para retomar economia após coronavírus</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="content-head__subtitle"><em>BBC News Brasil ouviu cinco economistas de diferentes linhas de pensamento para coletar ideias sobre como recuperar a atividade econômica depois de o pior da pandemia passar.</em></h2>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="1">
<h3 class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto"><em>Desemprego em nível recorde, diminuição da capacidade produtiva da economia devido ao fechamento de empresas e piora das contas públicas devem compor o quadro da economia brasileira após a crise do coronavírus.</em></h3>
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A intensidade dessa piora do cenário econômico vai depender da efetividade das medidas emergenciais que têm sido adotadas pelo governo.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Quanto a essas duas afirmações, parece haver consenso entre economistas brasileiros de diferentes vertentes. Mas o que fazer para retomar a atividade econômica passada a fase mais aguda da crise, quando a circulação de pessoas puder ser reestabelecida nas cidades? Aí surgem as divergências.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="88" data-block-id="3">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Na saída da crise, há quem ache que o governo não vai precisar fazer muito mais coisa, que o mercado vai se recuperar sozinho&#8221;, diz Nelson Barbosa, professor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (EESP-FGV). &#8220;Isso é um erro, porque teremos famílias e empresas com renda menor, mais dívida e maior incerteza. Então é muito difícil que o setor privado se recupere por conta própria&#8221;, afirma Barbosa, que foi Ministro da Fazenda (2016) e do Planejamento (2015) durante o governo Dilma Rousseff (PT).</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="74" data-block-id="4">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;Há uma clara necessidade de se gastar de forma temporária em questões de saúde, sociais e em alguns casos empresariais. Mas está claro que não há espaço para outras aventuras, outros gastos, posto que o Brasil ainda não conseguiu recuperar sua saúde fiscal, que se perdeu ali pelos idos de 2014, 2015&#8221;, considera por sua vez Arminio Fraga, sócio da Gávea Investimentos e ex-presidente do Banco Central durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB).</p></blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A BBC News Brasil ouviu cinco economistas brasileiros, entre homens e mulheres, liberais e heterodoxos, em busca de propostas para recuperar a atividade econômica do país depois da crise do coronavírus. Confira abaixo as sugestões de Solange Srour, Samuel Pessôa, Armínio Fraga, Nelson Barbosa e Laura Carvalho.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://g1.globo.com/globonews/jornal-das-dez/video/juliana-rosa-economistas-nao-gostaram-do-plano-de-recuperacao-pos-pandemia-8502869.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-9519 size-full aligncenter" src="https://i0.wp.com/abrirempresasimples.com.br/wp-content/uploads/2020/04/G1ew.jpg?resize=502%2C273&#038;ssl=1" alt="G1ew - Abrir Empresa Simples" width="502" height="273" /></a></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="9">
<div class="content-intertitle">
<h2>Retomar a agenda de reformas</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="6" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Solange Srour, economista-chefe da ARX Investimentos</em></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Voltar à agenda de reformas anterior à crise do coronavírus é a solução para que o país encontre o crescimento sustentável, mesmo em uma situação econômica pior, com desemprego mais elevado, recessão econômica e perda do poder de compra da população, avalia Solange Srour, da ARX Investimentos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="71" data-block-id="12">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Esse é o único caminho para voltarmos a crescer: insistir na agenda de consolidação fiscal e de produtividade&#8221;, diz Srour, citando como prioritárias medidas como a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial — que permite, entre outras ações, congelar salários do funcionalismo público — e as reformas administrativa e tributária. &#8220;Não podemos cair no mesmo erro que cometemos no pós-crise de 2008, quando continuamos expandindo o fiscal, desestruturando a economia.&#8221;</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo a analista, garantir que o aumento de gastos do governo em resposta à crise seja temporário será fundamental para recuperar a confiança dos empresários no momento de retomada da atividade. &#8220;Para crescermos de verdade serão necessários investimentos e para isso, precisa de confiança&#8221;, diz Srour.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Assim, ela refuta a ideia de que cortar gastos públicos no pós-crise possa aprofundar ainda mais a recessão esperada. &#8220;É a falta de confiança que pode impedir a retomada.&#8221;</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="16">
<div class="content-intertitle">
<h2>Possível mudança no teto de gastos</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="13" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Samuel Pessôa, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV)</em></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="75" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Samuel Pessôa, do Ibre-FGV, também aposta na retomada da agenda de reformas para o país voltar a crescer, passado o pior momento da emergência de saúde pública do coronavírus. Mas ele acredita que, se o Congresso conseguir aprovar a PEC Emergencial, reduzindo o gasto obrigatório do Estado, é possível pensar em uma mudança na regra do teto de gastos para abrir espaço ao investimento público, dando fôlego adicional à atividade econômica após o isolamento.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="19">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Gasto obrigatório não pode crescer mais do que o PIB, isso é um disparate e uma urgência a ser atacada&#8221;, diz Pessôa. &#8220;Atacando isso, dá para pensarmos na proposta do Fabio Giambiagi de mexer no teto de gastos para liberar algum recurso para investimentos&#8221;, afirma.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="85" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ao fim de 2019, Fabio Giambiagi e Guilherme Tinoco, economistas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), apresentaram uma proposta de flexibilização do atual teto, incluindo um tratamento diferenciado para os gastos de investimento. O investimento público — somando as três esferas de governo e as empresas estatais — chegou a 2,26% do PIB em 2019, quase a metade dos 4,06% de 2013, último ano antes da crise anterior, segundo levantamento do economista Manoel Pires, do Observatório de Política Fiscal da FGV.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="21">
<div class="content-intertitle">
<h2><strong>Intervenções pontuais em setores estratégicos</strong></h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="11" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Arminio Fraga, sócio da Gávea Investimentos e ex-presidente do Banco Central</em></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="68" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Um dos expoentes do pensamento liberal brasileiro, Arminio Fraga avalia que, na saída da crise do coronavírus, podem ser necessárias intervenções estratégicas do governo em alguns setores mais atingidos pela paralisação da atividade. Fraga, que vinha, mais recentemente, se dedicando ao debate sobre o combate à desigualdade, também avalia que um modelo mais abrangente de proteção social, que inclua os trabalhadores informais, deve entrar na ordem do dia.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="77" data-block-id="25">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Alguns setores já são muito claros: restaurantes, serviços pessoais, hotéis, companhias aéreas e outros&#8221;, enumera Arminio. &#8220;Isso é bem diferente da política de &#8216;campeões nacionais'&#8221;, ressalva, fazendo referência à política conduzida pelo BNDES durante os governos petistas de empréstimos subsidiados e compra de participações acionárias de grandes empresas brasileiras. &#8220;A sociedade tem que se perguntar se alguns setores, que foram destroçados pelo vírus, merecem algum apoio, se isso faz sentido do ponto de vista social e econômico.&#8221;</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="63" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com a aprovação do auxílio emergencial de R$ 600 para trabalhadores informais que perderem renda devido às medidas de isolamento social, alguns economistas têm defendido que a política de renda básica se torne permanente. Arminio diz ter dúvidas quanto a um benefício universal, devido ao custo elevado, mas vê com bons olhos a discussão de ampliação do sistema público de proteção social.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="27">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;É um tema importantíssimo, é fundamental que se chegue aos informais. As regras — como fazer, o que cada um tem direito, quem contribui ou não — têm que ser avaliadas. Mas tenho certeza que esse é um tema que vai entrar em pauta. Se é que já não está&#8221;, afirma.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="8" data-block-id="28">
<div class="content-intertitle">
<h2>Frentes de trabalho e retomada do investimento público</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="29">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Nelson Barbosa, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) e ex-ministro da Fazenda e do Planejamento</em></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="68" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Uma frente de trabalho de saúde pública e a retomada de obras paradas estão entre as propostas do economista Nelson Barbosa para recuperação da atividade após o fim do isolamento social imposto pela nova doença. Para Barbosa, um programa de &#8220;seguro-renda&#8221; — como o seguro-desemprego atual, mas voltado a todos os trabalhadores, incluindo informais — é uma opção para a ampliação da proteção social na nova conjuntura.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="31">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;É preciso que o governo adote um plano de reconstrução. Medidas temporárias, sim, mas que provavelmente vão durar mais de um ano&#8221;, afirma. &#8220;Por exemplo, diversos países estão pensando em adotar uma força de trabalho emergencial para monitoramento e combate à covid-19 depois da pior fase&#8221;, diz.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="86" data-block-id="33">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Barbosa acredita que é possível criar espaço nas contas públicas para a retomada do investimento em obras paradas.</p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Essa crise mostrou que, quando há um risco, o espaço fiscal é gerado&#8221;, afirma. &#8220;O governo vai emitir dívida e, quando chegar a hora de pagar, espera-se que a economia já tenha se recuperado, com um PIB e uma arrecadação maior, com a qual vai se pagar parte dessa obrigação&#8221;, diz, citando ainda a expectativa de continuidade da queda dos juros, que deve reduzir o custo do endividamento.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="34">
<div class="content-intertitle">
<h2>Medidas redistributivas e renda básica permanente</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="35">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Laura Carvalho, professora da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP)</em></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="80" data-block-id="36">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para Laura Carvalho, a recuperação da economia após o fim do isolamento deve exigir um &#8220;novo Plano Marshall&#8221; — referência ao plano de recuperação dos países europeus após a Segunda Guerra Mundial. A economista, que ajudou a formular o programa econômico da campanha de Guilherme Boulos (PSOL) à presidência em 2018, avalia que o investimento público deve ser usado neste segundo momento de combate à crise como forma de suprir carências históricas, como na saúde e no saneamento básico.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="66" data-block-id="37">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Isso exigiria a revisão do teto de gastos e uma mudança na orientação da política econômica, que até aqui tem sido voltada para o Estado mínimo&#8221;, diz Laura. Segundo ela, a aposta de alguns economistas na retomada da agenda anterior de corte gastos pode piorar a recuperação, levando a uma retomada em &#8220;L&#8221;, quando o nível do produto não volta ao patamar anterior à crise.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="65" data-block-id="38">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Conforme a economista, esses investimentos deveriam ser financiados através de um aumento da arrecadação.</p>
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Defendo alíquotas superiores de tributação para os mais ricos, que vão sofrer muito menos o impacto dessa crise, com o fim da desoneração de dividendos e de desonerações para setores pouco afetados&#8221;, exemplifica, citando ainda a tributação de grandes fortunas e aumento do imposto de renda para os mais endinheirados.</p>
</blockquote>
</div>
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="40">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Carvalho defende também que a renda básica emergencial se torne permanente. &#8220;Temos no Brasil uma informalidade recorde e essa crise tende a agravar isso. Então temos que pensar na possibilidade de uma rede de proteção social maior, universal e que seja permanente.&#8221;</p>
</blockquote>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/04/27/cinco-propostas-para-retomar-economia-apos-coronavirus.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">G1</a></p>
</div>
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<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/cinco-propostas-para-retomar-economia-apos-coronavirus/">Cinco propostas para retomar economia após coronavírus</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Entenda o impacto do Coronavírus sobre os seus negócios!</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/coronavirus-qual-o-impacto-nos-negocios-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2020 10:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus e a economia do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Crise do coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Leia nosso artigo, para que dessa maneira você saiba mais sobre o impacto que o Coronavírus tem no mundo do empreendedorismo brasileiro!</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><i><span style="font-weight: 400;">Saiba mais sobre o impacto que o Coronavírus tem no mundo do empreendedorismo brasileiro!</span></i></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Com tantos alertas no mundo sobre a nova pandemia, os empreendimentos ao redor do mundo estão se preocupando sobre o seu futuro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É claro, se até mesmo grandes empresas sentiram impactos violentos da “ameaça invisível”, qualquer empreendedor se põe em estado de alerta para os prejuízos que virão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Infelizmente, eles chegarão &#8211; e muito em breve.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, é preciso saber o que se passa no Brasil neste momento, principalmente, no que diz respeito ao cenário econômico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, hoje vamos falar sobre a pandemia do Coronavírus e como os negócios estão sendo impactados por ela.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E então, vamos lá? Boa leitura!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Coronavírus e a Economia do Brasil</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Bom, não é de hoje que todos sempre falam do mesmo assunto: </span><b>Coronavírus</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde vídeos engraçados na internet até notícias sobre números de mortos, toda a mídia e população se voltou para entender o que está acontecendo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E, infelizmente, é bem mais sério do que muitos julgavam.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não, não é apenas mais uma gripe comum, afinal, ela parou países inteiros, e está se mostrando cada dia mais aqui no Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E quem sentiu o impacto do Coronavírus com expressiva força foram as companhias aéreas, que tiveram o número de passageiros drasticamente reduzido.</span></p>
<p><a href="https://www.agazeta.com.br/es/economia/dezenas-de-voos-sao-cancelados-no-aeroporto-de-vitoria-por-coronavirus-0320" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone wp-image-9100 size-full" src="https://i0.wp.com/abrirempresasimples.com.br/wp-content/uploads/2020/03/voos-cancelados.png?resize=622%2C355&#038;ssl=1" alt="Voos Cancelados - Abrir Empresa Simples" width="622" height="355" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E, como foram as primeiras a entrarem em queda, os prejuízos estão progredindo cada vez mais, o que resultou em um pedido de ajuda ao Governo para conseguirem se estabilizar.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como fica o seu negócio em meio à pandemia do Coronavírus?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Evidentemente, a crise do Coronavírus está afetando &#8211; </span><i><span style="font-weight: 400;">e muito</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; os pequenos negócios e, por isso, eles são os que mais correm risco de fechar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Afinal, a maioria depende do comércio local e, com o isolamento social sendo cada vez mais presente, o fluxo de pessoas e a demanda caíram consideravelmente, impactando os micro e pequenos empreendedores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sem contar que, os que dependiam da movimentação de grandes negócios, como shoppings e academias, também foram afetados pelas medidas de prevenção à contaminação.</span></p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9101 size-full" src="https://i0.wp.com/abrirempresasimples.com.br/wp-content/uploads/2020/03/fechar-acadeima-e-shopping.png?resize=804%2C330&#038;ssl=1" alt="Fechar Acadeima E Shopping - Abrir Empresa Simples" width="804" height="330" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, é preciso pensar em como você e a sua empresa conseguirão sobreviver à crise que já está presente &#8211; e o que nos resta é prevenir ao máximo suas consequências.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O que meu negócio precisa fazer em relação ao Coronavírus?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">De fato, o Coronavírus não trouxe nenhum “lado bom da história”, mas mesmo assim, é preciso lidar com a situação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, o próprio Governo anunciou que irá ajudar os micro e pequenos empreendedores a se manterem durante o tempo de crise.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, avaliar a forma de operação é crucial para a sobrevivência do seu empreendimento!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, adotar o </span><i><span style="font-weight: 400;">home office</span></i><span style="font-weight: 400;">, quando for viável, é uma medida que une o isolamento social e a continuidade das atividades de uma empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso esse não seja seu caso, reavalie os custos do seu negócio e corte pela raiz o que não for mais cabível ou o que irá trazer consequências futuras para suas finanças.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também, você pode manter sua presença online mais forte, usando as redes sociais e até mesmo se adaptando aos modelos de e-commerce ou de entregas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Visivelmente, não será fácil para nenhum empreendedor enfrentar a crise do Coronavírus, e tomar as decisões certas em momentos de risco são cruciais para manter a sua saúde e a de seu negócio a salvo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Gostou do artigo de hoje? Deixe seu comentário abaixo e nos diga a sua opinião! E se precisa de noss ajuda nesse momento dificil, <a href="/contato" target="_blank" rel="noopener noreferrer">entre em contato conosco!</a></span></p>
<p>Fonte: <a href="https://abrirempresasimples.com.br/coronavirus-qual-o-impacto-nos-negocios-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Abrir empresa Simples </a></p>
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