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	<title>Arquivo de Folha de Pagamento - MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</title>
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		<title>Desoneração de até 25% da folha de pagamento &#8211; Governo estuda propor essa medida!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2020 10:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Desoneração da folha]]></category>
		<category><![CDATA[Folha de Pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[CPMF]]></category>
		<category><![CDATA[desoneração de 25%]]></category>
		<category><![CDATA[Impostos Pagos]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Redução de custo de contratação]]></category>
		<category><![CDATA[Salário mínimo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Folha de pagamento: Governo estuda desoneração de 25%<br />
Estudo prevê cortes de impostos pagos pelas empresas sobre os salários; Entenda.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><em>Folha de pagamento: Governo estuda desoneração de 25%</em></h2>
<h3 class="linhadeOlho" style="text-align: center;"><em>Estudo prevê cortes de impostos pagos pelas empresas sobre os salários; Entenda.</em></h3>
<p>O Ministério da Economia estuda propor uma desoneração de até 25% da folha de pagamento das empresas para todas as faixas salariais. A proposta amplia a ideia mencionada anteriormente, que previa corte de impostos apenas para rendimentos equivalentes a até um salário mínimo. O assessor especial do Ministério da Economia, Guilherme Afif Domingos, afirma que os técnicos avaliam os impactos da medida.</p>
<p>O corte de impostos pagos pelas empresas à União sobre os salários é um objetivo antigo de Guedes, que vê na tributação sobre a folha uma arma de destruição de empregos. Com isso, o ministro espera conter o desemprego ao reduzir o custo de uma contratação. Para abrir mão dessa receita, no entanto, a equipe econômica considera que será necessária a criação de um novo imposto, a ser aplicado sobre pagamentos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Tudo custa dinheiro&#8221;, disse Afif.</p></blockquote>
<h3><strong>Desoneração da folha</strong></h3>
<p>Os técnicos fazem as contas com uma alíquota mínima de 0,2%. Eles estimam que ela renderia anualmente R$ 120 bilhões aos cofres públicos. Nos cálculos usados por Guedes, esse montante seria suficiente para desonerar empresas a pagar impostos aplicados até um salário mínimo &#8211; hoje em R$ 1.045,00. Cortar tributos para essa faixa e estender ao menos parte da medida para as demais demandaria uma alíquota maior.</p>
<p>O ministério já vem mencionando a possibilidade de o novo imposto ter uma alíquota de 0,4%, o que, em tese, dobraria a arrecadação para R$ 240 bilhões. Os membros da pasta veem como ideal a desoneração total sobre salários no país, mas reconhecem que o plano teria dificuldades.</p>
<blockquote><p>&#8220;Gostaria de desonerar tudo, mas aí seria uma alíquota inviável&#8221;, afirmou Afif.</p></blockquote>
<p>Além de bancar a desoneração, o novo imposto deve servir para bancar o Renda Brasil. O programa social está em formulação e substituiria o Bolsa Família, com mais pessoas e um valor mais alto. Afif disse que a proposta do novo imposto deverá ser enviada em agosto ao Congresso. Ele rebateu contestações à ideia.</p>
<blockquote><p>&#8220;A resposta a quem critica é: me dê uma alternativa melhor que essa. Ainda não vi&#8221;, afirmou. &#8220;O que faz sentido acaba acontecendo&#8221;, disse.</p></blockquote>
<p>Para o assessor especial, a cobrança tem mais chance de ser aprovada se estiver absolutamente ligada à geração de emprego e renda. O imposto é planejado por Guedes desde o começo do governo, mas até hoje nunca foi apresentado oficialmente. A ideia recebe críticas do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e já foi contestada publicamente até pelo presidente Jair Bolsonaro.</p>
<h3><strong>CPMF</strong></h3>
<p>No ano passado, as discussões sobre o novo imposto nos moldes da antiga CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras) ajudaram a derrubar o então secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra. Na época, o plano era que até saques e depósitos em dinheiro fossem taxados, com uma alíquota inicial de 0,4%. Já pagamentos no débito e no crédito teriam cobrança de 0,2%. Depois, Paulo Guedes colocou o novo imposto na geladeira, mas não o eliminou dos planos.</p>
<p>Recentemente, reforçou o argumento de que não se trata de uma CPMF. Além disso, passou a chamar o tributo de digital, principalmente por pegar em cheio o crescimento do e-commerce. As compras pela internet têm acelerado no Brasil e no mundo com a pandemia. O governo trabalha com urgência nos estudos, pois as propostas precisam ser consideradas no projeto de Orçamento do ano que vem, a ser enviado até 31 de agosto ao Congresso.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/43965/folha-de-pagamento-governo-estuda-desoneracao-de-25/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Contábeis</a></p>
<div class="data"></div>
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		<title>Simples Nacional: Como usar a folha de pagamento para reduzir os custos da empresa</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/simples-nacional-como-usar-a-folha-de-pagamento-para-reduzir-os-custos-da-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2020 18:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Folha de Pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[Regime tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Simples Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Custo tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Lucro Presumido]]></category>
		<category><![CDATA[Prestadores de serviços]]></category>
		<category><![CDATA[regime tributário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Administrar a folha de pagamento não é uma tarefa siMPles — muito menos se o objetivo for reduzir os custos para a eMPresa com salários e encargos trabalhistas, proporcionando uma situação financeira mais tranquila.</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/simples-nacional-como-usar-a-folha-de-pagamento-para-reduzir-os-custos-da-empresa/">Simples Nacional: Como usar a folha de pagamento para reduzir os custos da empresa</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><em>Administrar a folha de pagamento não é uma tarefa siMPles — muito menos se o objetivo for reduzir os custos para a eMPresa com salários e encargos trabalhistas, proporcionando uma situação financeira mais tranquila.</em></h2>
<h3><em>No entanto, o indicado é que a FOLHA DE PAGAMENTO não exceda o limite de 30% a 40% do orçamento da organização, mesmo dentro do regime tributário do SiMPles Nacional. Isso porque, até essa porcentagem, a eMPresa consegue trabalhar dentro de uma margem saudável.</em></h3>
<p>Contudo, como utilizar a FOLHA DE PAGAMENTO dentro do SiMPles para economizar? Isso é o que você aprenderá neste post. AcoMPanhe!</p>
<h2>Como diferenciar os anexos para prestadores de serviços</h2>
<p>Além da divisão por segmento o SiMPles Nacional diferencia os anexos de tributação para prestadores de serviços de acordo com a atividade exercida, são os Anexos III, IV e V. Iremos conhecer cada um deles começando pela diferença entre o III e V:</p>
<h3>Anexo III x Anexo V</h3>
<p>Nesses dois anexos estão contidas a grande maioria das atividades de serviços, no Anexo III são alocados os serviços que podemos chamar de mecanizados que é o oposto do Anexo V.</p>
<p>Para diferenciar um do outro podemos utilizar os fatores, técnico, científico e intelectual toda vez que um serviço necessitar de um desses termos para serem executados, essa atividade estará alocada no Anexo V do SiMPles Nacional, caso contrário podemos usar o Anexo III, respeitando as regras vigentes na legislação. As alíquotas iniciais de tributação são de 6% para o Anexo III e 15,5% para o V.</p>
<h3>Anexo IV</h3>
<p>Neste Anexo estão alocados serviços específicos que têm por características o fornecimento de mão de obra para sua execução, são eles construção de imóveis, obras de engenharia em geral, projetos e serviços de paisagismo, decoração de interiores, serviço de vigilância, liMPeza e conservação, estão incluídos neste anexo também os serviços advocatícios.</p>
<p>O diferencial deste Anexo é que a CPP (Contribuição Previdenciária Patronal) é recolhida a parte, o que não o torna tão vantajoso apesar de alíquotas iniciais menores.</p>
<h2>Entenda como é a FOLHA DE PAGAMENTO para eMPresas do SiMPles Nacional coMParada ao lucro presumido</h2>
<p>No SiMPles Nacional a eMPresa está dispensada a diversos encargos sociais, como Sistema S, INSS Patronal e Seguro Acidente de Trabalho, veja o quadro coMParativo para entender melhor:</p>
<p>Veja que os encargos sociais no SiMPles Nacional representam quase 28% a menos em coMParação às eMPresas de lucro presumido. Os demais custos trabalhistas como férias, 13º e benefícios indiretos são os mesmos para ambas.</p>
<h2>Utilizando o “fator r” para reduzir o custo tributário</h2>
<p>Um dos benefícios para diminuição da carga tributária nas atividades enquadradas no Anexo V é a incidência da FOLHA DE PAGAMENTO sobre o seu faturamento, o chamado “fato r”. No SiMPles Nacional toda vez que sua FOLHA DE PAGAMENTO acumulada corresponder ao seu faturamento acumulado em 28% ou mais, e a eMPresa esteja no Anexo V, ela poderá utilizar as alíquotas do Anexo III para apuração do seu tributo daquele mês, o que representa uma boa redução no tributo a pagar.</p>
<p>Trazendo para prática e facilitando o entendimento vejamos um exeMPlo de cálculo do “fato r”:</p>
<p>Receita acumulada: R$ 10.000,00</p>
<p>Folha acumulada: R$ 3.000,00</p>
<p>3.000.00/10.000,00 = 0,3 x 100 = 30%</p>
<div id="jorna-1846017987" class="jorna-amp-6"></div>
<p>Neste exeMPlo vimos que a FOLHA DE PAGAMENTO corresponde a 30% do faturamento, com isso poderá ser utilizado o “fator r” como benefício e sair de uma alíquota inicial de 15,5% do Anexo V para 6% do Anexo III.</p>
<h2>Veja como utilizar a FOLHA DE PAGAMENTO de forma otimizada para redução de custos</h2>
<p>Muitas organizações recorrem a empréstimos para conseguirem pagar os custos previsíveis, como férias e 13º salário. Porém, há estratégias que ajudam a aumentar a lucratividade e a quitar as despesas com os funcionários. AcoMPanhe o texto para descobrir quais são.</p>
<h3>Proponha a criação de banco de horas</h3>
<p>As horas extras seMPre foram um problema no custo da FOLHA DE PAGAMENTO. Por isso, mantenha uma produção organizada e dentro dos horários para que essas despesas sejam reduzidas. Assim, elas vão ocorrer quando houver mesmo uma urgência.</p>
<p>Uma dica é criar o banco de horas trabalhadas, para que os colaboradores possam descontar os minutos a mais em folgas — preferencialmente, em um período propício, como um feriado que possa ser emendado. Com isso, é possível diminuir os custos e alegrar os funcionários com mais dias de descanso.</p>
<div id="jorna-1197712528" class="jorna-amp-7"></div>
<h3>Otimize a jornada e o trabalho</h3>
<p>O mau aproveitamento da jornada de trabalho eleva os salários dos funcionários, que precisam de mais horas para produzir os pedidos dos clientes. Por exeMPlo, uma organização que tem 20 colaboradores e fabrica 300 tortas por mês, terá uma média de 30 tortas por funcionário — ou seja, por dia, cada um faz meia sobremesa.</p>
<p>Diante desses dados, é possível perceber que não há boa utilização dos recursos, dos maquinários e do teMPo. Nessa situação, há duas soluções: otimizar a jornada de trabalho, por meio de um método organizacional para desenvolvimento da produtividade, e investir em equipamentos que produzam maiores quantidades.</p>
<p>Dependendo da metodologia usada na montagem das tortas, é possível coMPrar fornos novos para reduzir o número de funcionários e aumentar o volume da produção.</p>
<h3>Use a tecnologia</h3>
<p>É iMPrescindível ter um sistema de gestão eMPresarial automatizado para fazer a FOLHA DE PAGAMENTO e os seus encargos, controlar a jornada de trabalho e emitir o holerite para os trabalhadores, mesmo que os pagamentos sejam realizados por depósito bancário. No entanto, mantenha o arquivo físico e assinado por eles para evitar ações judiciais e servir de coMProvantes para a fiscalização.</p>
<div id="jorna-1884703990" class="jorna-amp-8"></div>
<h3>Faça o provisionamento do décimo-terceiro</h3>
<p>Como você sabe que todo ano deverá pagar o 13º salário e as férias, é possível prever essas despesas e se planejar para efetuá-las. Então, comece a poupar uma porcentagem ao longo do ano, conforme a orientação acima de custos, para não ter de recorrer a eMPréstimos bancários.</p>
<h3>Invista na terceirização</h3>
<p>Uma forma de economizar na folha é terceirizar parte dos serviços de sua eMPresa, como os setores de produção, liMPeza e marketing, dentre outros — desde que não seja a área técnica. Geralmente, os serviços terceirizados são mais baratos, visto que você não terá obrigações trabalhistas e, ainda, poderá ficar mais focado nas questões estratégicas do seu negócio.</p>
<h3>Mantenha uma reserva de contingência</h3>
<p>Criar uma reserva de contingência é essencial para cobrir iMPrevistos. Dessa forma, não precisará mexer no capital dos sócios ou de giro, no patrimônio da eMPresa e nem pedir eMPréstimos para saldar problemas como ações trabalhistas, desastres naturais etc.</p>
<p>Contudo, para reduzir os iMPostos de forma legalizada, é necessário estar dentro do regime tributário adequado, bem como ter um planejamento tributário para obter as oportunidades do Governo Federal, Estadual e Municipal com os créditos e incentivos fiscais, além de demais ações que diminuam a carga tributária.</p>
<p>Como vimos, administrar a FOLHA DE PAGAMENTO não é uma tarefa siMPles, porém é necessária para garantir uma situação financeira mais tranquila para a eMPresa. Por isso, coloque as nossas dicas em prática e faça com que o seu orçamento seja bem utilizado!</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.jornalcontabil.com.br/simples-nacional-como-usar-a-folha-de-pagamento-para-reduzir-os-custos-da-empresa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jornal Contábil</a></p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/simples-nacional-como-usar-a-folha-de-pagamento-para-reduzir-os-custos-da-empresa/">Simples Nacional: Como usar a folha de pagamento para reduzir os custos da empresa</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
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