<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Jornada de trabalho - MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</title>
	<atom:link href="https://morocontabil.com.br/category/jornada-de-trabalho/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://morocontabil.com.br/category/jornada-de-trabalho/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 04 Apr 2025 17:07:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">228224920</site>	<item>
		<title>Minha jornada foi reduzida em 50%, mas na prática estou trabalhando mais que isso. O que eu faço?</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/minha-jornada-foi-reduzida-em-50-mas-na-pratica-estou-trabalhando-mais-do-que-iss-o-que-eu-faco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2020 15:41:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[MP]]></category>
		<category><![CDATA[Auxílio proporcional]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[Funcionário]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada reduzida]]></category>
		<category><![CDATA[Mais trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Medidas Provisórias]]></category>
		<category><![CDATA[Redução de Salário]]></category>
		<category><![CDATA[Remuneração menor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://adicao.com.br/?p=3574</guid>

					<description><![CDATA[<p>Veja tira-dúvidas sobre como funciona o acordo de redução da jornada e o que deve ser respeitado; governo autorizou que empresas diminuam salários em 25%, 50% ou de 70% por até 90 dias.</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/minha-jornada-foi-reduzida-em-50-mas-na-pratica-estou-trabalhando-mais-do-que-iss-o-que-eu-faco/">Minha jornada foi reduzida em 50%, mas na prática estou trabalhando mais que isso. O que eu faço?</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="content-head__subtitle"><em>Veja tira-dúvidas sobre como funciona o acordo de redução da jornada e o que deve ser respeitado; governo autorizou que empresas diminuam salários em 25%, 50% ou de 70% por até 90 dias.</em></h2>
<p><a href="https://g1.globo.com/globonews/jornal-globonews-edicao-das-16/video/ja-esta-valendo-a-mp-que-autoriza-a-reducao-da-jornada-e-dos-salarios-em-ate-70-8452825.ghtml" target="_blank" rel="attachment noopener wp-att-2816 noreferrer"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2816 size-full" src="https://i0.wp.com/adicao.com.br/wp-content/uploads/2020/04/mp.jpg?resize=523%2C283" alt="Mp - Contabilidade no Itaim Paulista - SP | Abcon Contabilidade" width="523" height="283" /></a></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="69" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O governo federal anunciou uma série de medidas na área trabalhista para enfrentar os impactos da pandemia de coronavírus nas atividades econômicas e tentar preservar os empregos e a renda dos trabalhadores com contratos CLT. Entre elas está a medida provisória 936, que entrou em vigor no dia 1º de abril e permite a redução da jornada com corte de salário, além da suspensão de contratos de trabalho.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A redução do salário pode ser de 25%, 50% ou de 70% e pode vigorar por até 90 dias. Já a suspensão do contrato pode durar até 60 dias.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="63" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Quem tiver a jornada e o salário reduzidos ou o contrato de trabalho suspenso receberá um auxílio proporcional ao valor do seguro-desemprego. Por exemplo, quem tiver uma redução de 50% por parte da empresa no salário e na jornada vai receber 50% do salário e uma parcela de 50% do que seria o seu seguro-desemprego caso fosse demitido &#8211; <em>veja mais detalhes abaixo.</em></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>Mas e se a empresa implantar a redução de jornada e salário, mas na prática o funcionário não tiver a diminuição das horas de trabalho e ainda assim receber a remuneração menor? O que o empregado deve fazer se o acordo não for respeitado? Como calcular a jornada reduzida?</strong></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Veja abaixo o tira-dúvidas sobre o assunto com os advogados trabalhistas Ricardo Pereira de Freitas Guimarães, do escritório Freitas Guimarães Advogados Associados, Bianca Canzi, do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados, e Fernando de Almeida Prado, sócio do BFAP Advogados:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="20" data-block-id="9">
<div class="content-intertitle">
<h2>Quando a jornada é reduzida em 25%, 50% ou 70%, o funcionário deve trabalhar exatamente o que diz no acordo?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="223" data-block-id="10">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>Bianca Canzi:</strong> Quando ocorre a redução da jornada, o trabalhador deve seguir exatamente o que está descrito no acordo. A redução de jornada deve ocorrer na mesma proporção à redução de salário, ou seja, se o salário foi reduzido a 70%, a jornada de trabalho também será reduzida na mesma proporção.</li>
<li><strong>Fernando de Almeida Prado:</strong> Teoricamente, sim. Caso haja trabalho acima disso, pode haver necessidade de pagamento de horas extras.<br />
&#8211; Em uma jornada de 8 horas por dia, se houver redução na jornada de 25%, cairia para 6 horas or dia. Assim, a partir da 7ª hora de trabalho, haveria trabalho em horas extras.<br />
&#8211; Da mesma forma, na hipótese de redução em 50%, a jornada seria de 4 horas diárias. A partir da 5ª hora diária, o trabalho entraria como hora extra.<br />
&#8211; Na hipótese de redução em 70%, a jornada diária seria de 2h24 por dia. A partir desse minuto, se iniciaria o trabalho como horas extras.<br />
&#8211; No caso de apuração de horas extras levando em conta o número de horas semanais, as horas extras começam a partir das 33 horas semanais para jornada padrão de 44 horas com redução de 25%; a partir das 22 horas semanais para jornada de 44 horas com redução de 50%, e a partir das 13h12 para jornada padrão de 44 horas com redução de 70%.</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="29" data-block-id="11">
<div class="content-intertitle">
<h2>Como o funcionário pode calcular as horas trabalhadas antes do acordo e como ficam com a redução? É só somar as horas e tirar a porcentagem que foi acordada?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="113" data-block-id="13">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>Fernando de Almeida Prado: </strong>Sugiro utilizar a jornada semanal (44 ou 40 horas, dependendo da categoria) e aplicar a redução. Exemplo: jornada de 8 horas diárias, de segunda a sexta, equivale a 40 horas semanais. Aplicando-se a redução de 50%, equivale a 20 horas diárias, distribuídas de segunda a sexta-feira.</li>
<li><strong>Bianca Canzi: </strong>O funcionário deve calcular proporcionalmente o que recebia antes do acordo de forma integral com o que vai receber com a redução da jornada/salário.</li>
<li><strong>Ricardo Pereira de Freitas Guimarães:</strong> O valor da hora de trabalho não pode ser reduzido, o que ocorre é uma redução no tempo de trabalho e, consequentemente, um menor número de horas na mesma proporção da redução.</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="36" data-block-id="14">
<div class="content-intertitle">
<h2>Em casos em que os trabalhadores têm jornadas diferentes a cada semana, como é o caso de vendedores, por exemplo, ele deve somar as horas mensais para chegar ao número que contará para ter a redução?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="73" data-block-id="15">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>Bianca Canzi</strong>: A média das horas deve ser calculada mensalmente, assim o empregado deve ver a proporção de redução mensal e não semanalmente.</li>
<li><strong>Fernando de Almeida Prado:</strong> Sim. Algumas categorias alternam dias de trabalho (exemplo: trabalham no sábado de uma semana e folgam no seguinte), o que é autorizado por lei. Nesses casos, sugiro utilizar a jornada mensal (220 ou 200, dependendo da categoria) e aplicar a redução, mantendo-se os dias de trabalho.</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="25" data-block-id="16">
<div class="content-intertitle">
<h2>Se a empresa não respeitar a redução que está no contrato e fizer o funcionário trabalhar horas a mais, o que o funcionário pode fazer?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="115" data-block-id="17">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>Ricardo Pereira de Freitas Guimarães</strong>: Poderá futuramente pleitear na Justiça o pagamento dessas horas como extras tendo em vista o descumprimento do acordo.</li>
<li><strong>Bianca Canzi</strong>: Primeiramente o funcionário deve conversar com seu supervisor e exigir as horas extras trabalhadas. Caso seja negado pelo empregador, o funcionário deve procurar um advogado para ajuizar uma reclamação trabalhista.</li>
<li><strong>Fernando de Almeida Prado</strong>: Caso haja trabalho acima do acordado, o empregado pode ajuizar reclamação trabalhista requerendo as horas extras (caso haja banco de horas, deverá confirmar se houve inclusão das horas no banco) e denunciar a empresa por fraude – nesse caso pode ser penalizada com a inscrição em dívida ativa do valor dos benefícios pagos aos seus funcionários.</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="19">
<div class="content-intertitle">
<h2><strong>Pagamentos, acordos e estabilidade provisória</strong></h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="11" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>Veja como ficam os pagamentos dos trabalhadores que aderirem ao acordo:</strong></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="103" data-block-id="21">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Corte de 25% no salário: recebe 75% do salário + 25% da parcela do seguro-desemprego</li>
<li>Corte de 50% no salário: recebe 50% do salário + 50% da parcela do seguro-desemprego</li>
<li>Corte de 70% no salário: recebe 30% do salário + 70% da parcela do seguro-desemprego</li>
<li>Suspensão do contrato de trabalho: recebe 100% da parcela do seguro-desemprego, que pode variar de R$ 1.045 a R$ 1.813,03 (exceto no caso de funcionário de empresa com receita bruta superior a R$ 4,8 milhões – neste caso: recebe 30% do salário + 70% da parcela do seguro-desemprego)</li>
<li>Nenhum trabalhador vai ganhar menos do que um salário mínimo</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com o governo, não haverá alteração na concessão nem do valor do seguro-desemprego caso o trabalhador seja demitido no futuro.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A MP estabelece uma <strong>&#8220;garantia provisória&#8221;</strong> do emprego pelos meses em que a jornada e o salários forem reduzidos e por igual período quando as atividades e pagamentos forem normalizados. Por exemplo, se o trabalhador tiver a jornada e o salário alterados por dois meses, a garantia do emprego valerá por quatro meses.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ainda assim, o empregador <strong>continua podendo demitir o funcionário </strong>durante esse período. Porém, se dispensá-lo sem justa causa, a medida prevê o <strong>pagamento pela empresa das verbas rescisórias e de uma indenização</strong>. Essa regra não vale para casos de dispensa a pedido ou por justa causa do empregado.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="6" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>O valor da indenização será de:</strong></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="113" data-block-id="27">
<ul class="content-unordered-list">
<li>50% do salário a que o empregado teria direito no período de garantia provisória no emprego, na hipótese de redução de jornada de trabalho e de salário igual ou superior a 25% e inferior a 50%;</li>
<li>75% do salário a que o empregado teria direito no período de garantia provisória no emprego, na hipótese de redução de jornada de trabalho e de salário igual ou superior a 50% e inferior a 70%; ou</li>
<li>100% do salário a que o empregado teria direito no período de garantia provisória no emprego, nas hipóteses de redução de jornada de trabalho e de salário em percentual superior a 70% ou de suspensão temporária do contrato de trabalho.</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="29">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para trabalhadores que recebem <strong>até três salários mínimos</strong>, o acordo para redução de jornada e salário pode ser feita por <strong>acordo individual.</strong></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="65" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para quem recebe <strong>entre três salários mínimos e dois tetos do INSS </strong>(R$ 12.202,12, valor de referência), a redução de jornada e salário terá que ser feita por <strong>acordo coletivo</strong>, já que nessa faixa a compensação da parcela do seguro-desemprego não compensa toda a redução salarial. <strong>Acima de R$ 12.202,12</strong>, a lei trabalhista atual já autoriza <strong>acordo individual </strong>para redução de jornada e salário.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="31">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No caso de <strong>reduções de 25%</strong>, a MP permite que seja feita por <strong>acordo individual</strong> <strong>independente da faixa salarial.</strong></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="32">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além disso, a MP estabelece que a base de cálculo para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) será a do salário reduzido, sem o acréscimo do seguro-desemprego. Além disso, o trabalhador que entrar no programa do governo não poderá sacar o FGTS.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Até o último dia 23, mais de 3,5 milhões de trabalhadores já tiveram jornada e salários reduzidos ou contratos de trabalho suspensos, segundo o Ministério da Economia.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/04/28/minha-jornada-foi-reduzida-em-50percent-mas-na-pratica-estou-trabalhando-mais-que-isso-o-que-eu-faco.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">G1</a></p>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/minha-jornada-foi-reduzida-em-50-mas-na-pratica-estou-trabalhando-mais-do-que-iss-o-que-eu-faco/">Minha jornada foi reduzida em 50%, mas na prática estou trabalhando mais que isso. O que eu faço?</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">3574</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
