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	<title>Arquivo de Consolidação das Leis do Trabalho - MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</title>
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		<title>FGTS: Atenção a data do novo pagamento e veja se você pode receber R$ 1.045</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/fgts-atencao-a-data-do-novo-pagamento-e-veja-se-voce-pode-receber/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2020 12:47:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[Calendário do Saque-Aniversário 2020]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[Consolidação das Leis do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[COVIS-19]]></category>
		<category><![CDATA[Data do novo pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS 2020]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo de Garantia do Tempo de Serviço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo Federal, tomou algumas medidas para injetar dinheiro na economia brasileira devido a pandemia do novo coronavírus, também conhecido como covid-19.</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/fgts-atencao-a-data-do-novo-pagamento-e-veja-se-voce-pode-receber/">FGTS: Atenção a data do novo pagamento e veja se você pode receber R$ 1.045</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><em>O <a href="https://www.gov.br/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Governo Federal</a>, tomou algumas medidas para injetar dinheiro na economia brasileira devido a <strong>pandemia</strong> do novo <strong>coronavírus</strong>, também conhecido como covid-19.</em></h2>
<h3><em>Nesse artigo, vamos falar tudo que você precisa saber sobre o saque do<strong> FGTS 2020. </strong></em></h3>
<p>A partir do dia 15 de junho, os trabalhadores poderão fazer o saque de até R$1.045 do fundo. O prazo final para receber a nova quantia é até dia 31 de dezembro de 2020. O governo estima que cerca de 60,8 milhões de pessoas sejam beneficiadas, o dinheiro que será sacado do fundo vai custar em torno de R$36,2 bilhões de reais. A expectativa do governo é que cerca de 80% das contas sejam zeradas com essa rodada de saque.</p>
<h3>O que é o FGTS?</h3>
<p>O <strong>FGTS</strong> sigla destinada ao <a href="http://www.caixa.gov.br/beneficios-trabalhador/fgts/Paginas/default.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fundo de Garantia do Tempo de Serviço</a>, foi criado em 13 de setembro de 1966 pela Lei nº 5.107. Mas, teve sua vigência a partir de 01 de janeiro de 1967. O objetivo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço FGTS, é proteger o trabalhador que for demitido sem justa causa pelo empregador. Cada trabalhador possuí uma conta vinculada ao seu CPF, no qual o empregador efetua o primeiro depósito. Os valores são acumulados conforme o empregador efetua os depósitos mensais que são acrescidos de atualização de juros.</p>
<h3>Quem tem o direito?</h3>
<p>As pessoas que têm acesso a esse beneficio são os trabalhadores registrados em CLT <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">(Consolidação das Leis do Trabalho)</a> que firmaram um contrato de trabalho com inicio da data em 05/10/1988.</p>
<p><strong>O direito do FGTS também é destinado aos:</strong></p>
<ul>
<li>Trabalhadores rurais;</li>
<li>Temporários;</li>
<li>Intermitentes;</li>
<li>Avulsos;</li>
<li>Safreiros (operários rurais, que trabalham apenas no período de colheita);</li>
<li>Atletas profissionais (jogadores de futebol, vôlei, etc.).</li>
<li>Diretor não-empregado poderá ser equiparado aos demais trabalhadores sujeitos ao regime do FGTS;</li>
<li>Empregado doméstico.</li>
</ul>
<p>Sobre o empregador domestico foi facultativo recolher ou não o FGTS referente ao empregado até o dia 30/09/2015. Contudo, o recolhimento passou a ser obrigatório a partir do dia 01/10/2015.</p>
<h3>Do que se trata a lei 13.392/2019?</h3>
<p>A <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2019/lei/L13932.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 13.932/2019</a> estabelece novas regras para o FGTS, tais como:</p>
<ul>
<li>Saque Imediato: todo trabalhador com conta vinculada do FGTS pode sacar o valor de até R$ 500 por conta, limitado ao saldo da conta, observado o calendário divulgado pela CAIXA;</li>
</ul>
<ul>
<li>Valor Complementar: saque das contas vinculadas FGTS que, em 24/07/2019, possuíam saldo de até R$998;</li>
</ul>
<ul>
<li>Saque-Aniversário: O trabalhador poderá sacar anualmente parte do saldo do FGTS, caso faça a opção por essa sistemática;</li>
</ul>
<ul>
<li>Empréstimos com garantia do FGTS: os trabalhadores poderão contratar empréstimo junto à rede bancária dando em garantia os recursos da conta do FGTS a serem liberados no saque-aniversário, dependendo da regulamentação do Conselho Curador do FGTS.</li>
</ul>
<h3>Calendário do Saque-Aniversário 2020</h3>
<p>Para uma organização melhor do saques do FGTS, o Governo Federal estipulou prazos para os brasileiros efetuarem os saques. Os devidos valores estarão disponíveis para saque até o último dia útil do segundo mês subsequente ao da aquisição do direito de saque.</p>
<h4><strong>Exemplo</strong></h4>
<p>Se você fizer aniversário em 10 de agosto, o individuo terá de 01 de agosto a 30 de outubro para efetuar o seu saque.</p>
<h4><strong>Calendário do Saque-Aniversário 2020</strong></h4>
<figure class="wp-block-table">
<table>
<tbody>
<tr>
<td>Nascidos em (mês)</td>
<td>Início do Pagamento</td>
<td>Data limite para cadastrar conta bancária no APP FGTS</td>
</tr>
<tr>
<td>Janeiro e Fevereiro</td>
<td>Abril/20</td>
<td>23 de junho de 2020</td>
</tr>
<tr>
<td>Março e Abril</td>
<td>Maio/20</td>
<td>24 de julho de 2020</td>
</tr>
<tr>
<td>Maio e Junho</td>
<td>Junho/20</td>
<td>24 de agosto de 2020</td>
</tr>
<tr>
<td>Julho</td>
<td>Julho/20</td>
<td>23 de setembro de 2020</td>
</tr>
<tr>
<td>Agosto</td>
<td>Agosto/20</td>
<td>23 de outubro de 2020</td>
</tr>
<tr>
<td>Setembro</td>
<td>Setembro/20</td>
<td>23 de novembro de 2020</td>
</tr>
<tr>
<td>Outubro</td>
<td>Outubro/20</td>
<td>22 de dezembro de 2020</td>
</tr>
<tr>
<td>Novembro</td>
<td>Novembro/20</td>
<td>​22 de janeiro de 2021</td>
</tr>
<tr>
<td>Dezembro</td>
<td>Dezembro/20</td>
<td>19 de fevereiro de 2021</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</figure>
<h3>Como calcular o valor?</h3>
<p>O trabalhador que fizer a opção poderá sacar um percentual do saldo do FGTS acrescido de uma parcela adicional, anualmente. As pessoas que têm acesso a esse beneficio são os trabalhadores registrados em CLT,</p>
<h4><strong>Veja na tabela abaixo!</strong></h4>
<figure class="wp-block-table">
<table>
<tbody>
<tr>
<td>Limite das faixas de saldo (em R$)</td>
<td>Alíquota</td>
<td>Parcela Adicional (em R$)</td>
</tr>
<tr>
<td>Até 500,00</td>
<td>50,0%</td>
<td>–</td>
</tr>
<tr>
<td>De 500,01 até 1.000,00</td>
<td>40,0%</td>
<td>50,00</td>
</tr>
<tr>
<td>De 1.000,01 até 5.000,00</td>
<td>30,0%</td>
<td>150,00</td>
</tr>
<tr>
<td>De 5.000,01 até 10.000,00</td>
<td>20,0%</td>
<td>650,00</td>
</tr>
<tr>
<td>De 10000,01 até 15.000,00</td>
<td>15,0%</td>
<td>1.150,00</td>
</tr>
<tr>
<td>De 15.000,01 até 20.000,00</td>
<td>10,0%</td>
<td>1.900,00</td>
</tr>
<tr>
<td>Acima de 20.000,01</td>
<td>5,0%</td>
<td>2.900,00</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</figure>
<h3>Dúvidas frequentes</h3>
<h4><strong>Quem deposita o FGTS?</strong></h4>
<p>O empregador tem até o dia 7 de cada mês para efetivar o deposito na conta vinculada ao FGTS do trabalhador.</p>
<h4><strong>Qual o valor depositado?</strong></h4>
<p>O valor a ser depositado na conta vinculado do FGTS equivale a 8¢ do valor do salário pago ao empregado. Se o contrato for de menores aprendizes, o valor percentual equivale a de 2%.</p>
<p>Quer acompanhar o seu extrato do FGTS, <strong><a href="https://acessoseguro.sso.caixa.gov.br/cidadao/auth?response_type=code&amp;client_id=portal-inter&amp;segmento=CIDADAO01&amp;template=portal&amp;redirect_uri=https://acessoseguro.sso.caixa.gov.br/portal/login" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clique aqui</a></strong> para acessar o portal!</p>
<h4><strong>Se eu não sacar o FGTS, o que acontece?</strong></h4>
<p>Caso o trabalhador não  efetue o saque do recurso até essa data, ele voltará automaticamente para a sua conta no FGTS.</p>
<h4><strong>Qual o prazo para sacar o valor referente ao saque imediato?</strong></h4>
<p>Os trabalhadores poderão sacar a partir do dia indicado no calendário para início do pagamento, conforme a data de seu aniversário, até 31 de março de 2020.</p>
<h4><strong>Quem pode sacar o novo FGTS?</strong></h4>
<p>Poderão sacar o dinheiro todos aqueles que tiverem conta ativa ou inativa no fundo. O valor será de até R$1.045 por trabalhador, isso equivale a um salário mínimo neste ano.</p>
<h4><strong>Quem tiver mais de uma conta pode retirar mais?</strong></h4>
<p>Não. O novo saque é diferente do saque imediato que se iniciou no ano passado, o total liberado agora é pelo valor total. Os trabalhadores não poderão sacar mais de R$1.045, ainda que tenham mais que uma conta com valores maiores que esse.</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>O <a href="https://www.gov.br/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Governo Federal</a>, tomou algumas medidas para fazer com que a economia brasileira continue rodando devido a <strong>pandemia</strong> do novo <strong>coronavírus</strong>, também conhecido como covid-19. Consulte o calendário para ficar por dentro das devidas datas do saque do FGTS 2020.</p>
<p>Após o auxilio emergencial, já foram determinadas datas para o saque do FGTS 2020, com o objetivo em injetar o máximo de dinheiro na economia brasileira. A partir do dia 15 de junho, os trabalhadores poderão fazer o saque de até R$1.045 do fundo. O prazo final para receber a nova quantia é até dia 31 de dezembro de 2020.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.jornalcontabil.com.br/fgts-atencao-a-data-do-novo-pagamento-e-veja-se-voce-pode-receber-r-1-045/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jornal Contábil</a></p>
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		<item>
		<title>MP do contrato Verde e Amarelo foi revogada: como fica a situação dos trabalhadores?</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/mp-do-contrato-verde-e-amarelo-foi-revogada-como-fica-a-situacao-dos-trabalhadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2020 15:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Contrato Verde e Amarelo]]></category>
		<category><![CDATA[MP]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[Consolidação das Leis do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Contratos Mantidos]]></category>
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		<category><![CDATA[Medida Provisória]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Verde e Amarelo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acordos firmados durante a vigência da medida provisória estão mantidos. Porém, regras do programa não podem ser aplicadas a novas contratações até à edição de uma nova MP ou decreto legislativo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="content-head__subtitle"><em>Acordos firmados durante a vigência da medida provisória estão mantidos. Porém, regras do programa não podem ser aplicadas a novas contratações até à edição de uma nova MP ou decreto legislativo.</em></h2>
<h3><em>O presidente Jair Bolsonaro (PSL) revogou na segunda-feira (30) a Medida Provisória (MP) 905 que criou o programa Verde e Amarelo, um incentivo à contratação formal de jovens de 18 a 29 anos, que nunca haviam tido carteira assinada. Em troca, empresas pagam menos tributos e encargos trabalhistas.</em></h3>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No mesmo dia da revogação, Bolsonaro afirmou vai editar uma nova MP para tratar do Verde e Amarelo, mas, agora, com regras específicas para enfrentar a pandemia do novo coronavírus.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="62" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Porém, o que foi anunciado na segunda-feira não invalida os contratos de trabalho firmados durante o período de vigência da MP, afirmam advogados consultados pelo <strong>G1. </strong>Por outro lado, as regras do Verde e Amarelo não podem ser aplicadas às contratações feitas após o dia 20 de abril, até que uma nova MP ou decreto legislativo estabeleça as mesmas normas do programa.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Procurado pelo <strong>G1</strong>, o Ministério da Economia não informou o número de trabalhadores contratados por meio das regras da MP. De acordo com a pasta, os números de contratações são medidos por meio do Caged e a divulgação está suspensa &#8211; e tampouco há previsão de retorno da divulgação dos dados.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="6">
<div class="content-intertitle">
<h2>Contratos mantidos</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo os advogados, os <strong>acordos estabelecidos entre empregador e empregado sob o modelo do programa Verde e Amarelo, durante a vigência da MP, ou seja, entre 1º de janeiro e 20 de abril de 2020, têm validade e estão mantidos </strong>até o final do prazo da contratação.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="25" data-block-id="9">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;Os contratos estabelecidos na vigência da medida provisória [905] têm suas bases garantidas e estão mantidos por segurança jurídica&#8221;, reforça Jonatas Guimarães, do Gameiro Advogados.</p></blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="10">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;O princípio da segurança jurídica tem a ver com a não surpresa das partes que, de um dia para o outro, podem ficar desassistidas&#8221;, explica Viviane Rodrigues, associada da área de Trabalhista do Cescon Barrieu.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ela conta que as empresas clientes que aderiram ao programa continuam trabalhando normalmente e que não demitiram nenhum trabalhador contratado pela MP 905. &#8220;Não houve alteração dos contratos&#8221;, diz Viviane.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os dois advogados reforçam que, mesmo que o governo federal edite uma nova MP, os contratos ainda serão mantidos pelo mesmo princípio de segurança jurídica.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Guimarães explica que as novas regras que podem ser estabelecidas por um novo Verde e Amarelo podem somente estabelecer ajustes aos contratos já firmados, desde que não prejudiquem o trabalhador.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="17" data-block-id="14">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;A nova MP não poderá alterar os contratos anteriores para situações menos benéficas ao trabalhador&#8221;, ressalta Viviane.</p></blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="15">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;A MP também pode, simplesmente, não tratar dos contratos anteriores. Então, havendo uma nova MP, as duas opções são: recepcionar os contratos antigos e permitir sua adequação aos novos termos, desde que sejam benéficos, ou manter os contratos antigos como estavam, nos termos da MP 905&#8221;, destaca a advogada.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Viviane diz que o mesmo vale no caso de um decreto legislativo que estabeleça alterações no contrato Verde e Amarelo. Após à revogação da MP, o governo tem a opção de publicar, em 60 dias, um decreto legislativo sobre o tema. Neste caso, os contratos já firmados também continuariam mantidos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="17">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Os contratos Verde e Amarelo atuais permanecem em vigor, seja nos termos nos termos da MP, de um decreto legislativo, se houver&#8221;, afirma.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A advogada esclarece que um decreto legislativo poderia até estabelecer uma suspensão dos contratos, mas que o mais provável, neste caso, seria o governo dar um prazo para as empresas e trabalhadores se adequarem. Porém, na avaliação dela, um decreto nessa linha é o cenário menos provável.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="12" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para Viviane, o governo deve seguir pelo caminho de uma nova MP.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="21">
<div class="content-intertitle">
<h2>Demissões e contratações</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Apesar de os contratos estarem garantidos, se alguma empresa se sentir insegura e decidir demitir sem justa causa, as regras de desligamento serão as mesmas da extinta MP 905.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Um ponto que difere da CLT tradicional é que, na demissão sem justa causa do contrato Verde e Amarelo, o valor da multa do FGTS pode ser reduzido a 20% sobre o saldo, de acordo com o que ficou acordado entre empregador e trabalhador no momento do contrato.</p>
</div>
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Por outro lado, a empresa também tem a opção mudar o contrato de trabalho Verde e Amarelo para um com prazo indeterminado, de acordo com as regras da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/04/23/mp-do-contrato-verde-e-amarelo-foi-revogada-como-fica-a-situacao-dos-trabalhadores.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">G1</a></p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Governo revoga trecho de MP que permitia suspensão de trabalho e salários por até quatro meses</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/governo-revoga-trecho-de-mp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2020 10:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contrato de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Noticía]]></category>
		<category><![CDATA[Alteração das Leis Trabalistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova medida provisória, revogando o artigo da anterior, foi publicada no final da noite desta segunda-feira no Diário Oficial da União. Leia nosso artigo e fique por dentro</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/governo-revoga-trecho-de-mp/">Governo revoga trecho de MP que permitia suspensão de trabalho e salários por até quatro meses</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="m-supportline"><em>Nova medida provisória, revogando o artigo da anterior, foi publicada no final da noite desta segunda-feira no Diário Oficial da União</em></h2>
<div class="m-timestamps">
<div class="wrapper">No final da noite desta segunda-feira (23), o presidente da República Jair Bolsonaro revogou o trecho da Medida Provisória (MP) que altera leis trabalhistas enquanto durar a calamidade pública provocada pela pandemia de coronavírus. <strong>A revogação, que já havia sido anunciada pelo presidente no início da tarde, </strong>foi publicada em uma nova MP no Diário Oficial da União.</div>
<div>
<div class="article-paragraph">
<p> A MP tem vigência imediata, mas precisa ser aprovada pelo Congresso em 120 dias para não perder a validade.  O artigo 18, revogado pela nova MP publicada nesta noite, previa que, durante o estado de calamidade pública, o contrato de trabalho poderia ser suspenso por até quatro meses, para participação do empregado em curso de qualificação profissional não presencial, oferecido pela empresa ou por outra instituição.</p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p>Essa suspensão poderia ser acordada individualmente com o empregado e não dependeria de acordo ou convenção coletiva.</p>
<div class="article-paragraph">
<h3><strong>Esclareça dúvidas sobre 19 pontos da MP</strong></h3>
</div>
<div class="article-paragraph">
<h4><strong>1) É verdade que poderei ter o salário cortado com a medida provisória do presidente Bolsonaro?</strong></h4>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p> Inicialmente, a MP 927, publicada nesta segunda-feira (23) pelo governo federal, previa que os trabalhadores poderiam ter seus <u><strong>contratos de trabalho suspensos por até quatro meses, sem que houvesse o pagamento de salário</strong></u>. No entanto, <u><strong>o artigo 18, que trata sobre a questão, foi revogado pelo presidente Jair Bolsonaro</strong></u>. Agora, o governo estuda permitir corte de até 67% do salário, para atividades mais atingidas pelo coronavírus, e de até 50% para os demais trabalhadores.</p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<h4><strong>2) Do que trata exatamente a Medida Provisória 927?</strong></h4>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p>O texto define as ações das empresas mediante à crise do coronavírus, já que estamos em estado de calamidade pública, conforme o decreto 6, de 20 de março de 2020. Dentre os pontos definidos estão:</p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<ul>
<li class="unordered-list-item">Corte de salários e jornada (artigo que foi revogado e deve ser redefinido)</li>
<li class="unordered-list-item">Regras para o trabalho em home office, chamado de teletrabalho</li>
<li class="unordered-list-item">Concessão de férias individuais e coletivas</li>
<li class="unordered-list-item">Antecipação de feriados não religiosos</li>
<li class="unordered-list-item">Regras do banco de horas e suas compensações</li>
<li class="unordered-list-item">Pagamento de 8% do FGTS por parte do patrão, que poderá ficar suspenso por até três meses, voltando ao normal depois</li>
<li class="unordered-list-item">Suspensão de medidas administrativas de segurança do trabalho e possibilidade de definir que o trabalhador faça cursos de qualificação online</li>
</ul>
</div>
<div class="article-paragraph">
<h4><strong>3) O que foi decidido sobre o trabalho em home office, chamado de teletrabalho?</strong></h4>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p>Segundo a medida provisória, o patrão poderá alterar o regime de trabalho presencial para o teletrabalho, que é o trabalho remoto ou a distância sem a necessidade de acordos individuais ou coletivos. Além disso, o patrão também é quem define o dia exato de retorno ao trabalho presencial.</p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<h4><strong>4) Essas alterações valem para todos?</strong></h4>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p>A medida não define o tipo de trabalhador que poderá ficar em home office, mas acrescenta que estagiários e aprendizes também poderão fazer parte do teletrabalho.</p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<h4><strong>5) O patrão vai alterar o meu contrato de trabalho?</strong></h4>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p>Segundo a MP, não é preciso fazer alteração no contrato de trabalho individual informando o home office.</p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<h4><strong>6) É preciso ter algum aviso formal de que ficarei em home office?</strong></h4>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p>O trabalhador deverá ser avisado da alteração da rotina de trabalho com, no mínimo, 48 horas de antecedência, por escrito ou por meio eletrônico, como e-mail ou WhatsApp, por exemplo.</p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<h4><strong>7) Quem vai pagar os meus gastos com o home office? Uso meu computador ou da empresa?</strong></h4>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p>Essa definição será feita entre patrão e empregado. Segundo a MP, se o trabalhador não tiver os equipamentos tecnológicos e a infraestrutura necessária, o empregador poderá fornecê-los ou pagar pelos gastos necessários, como o uso da internet e do telefone, por exemplo. Mas isso não pode caracterizar salário. Se ninguém tiver os equipamentos, ainda assim, o tempo em teletrabalho será considerado à disposição do patrão, ou seja, o trabalhador precisa atendê-lo a qualquer momento.</p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<h4><strong>8) Vai ter algum tipo de acordo escrito sobre os equipamentos?</strong></h4>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p>Segundo a lei, todas as regras sobre os equipamentos, suas manutenções e o fornecimento da tecnologia necessária para o trabalho deverão estar escritas em contrato escrito; o documento pode ser assinado antes ou em até 30 dias, contado da data da mudança do regime de trabalho.</p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<h4><strong>9) Serei obrigado a tirar férias, mesmo se eu não puder ou não quiser?</strong></h4>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p>Conforme a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o patrão é quem define sobre as férias do trabalhador, respeitando as regras que constam na própria CLT e na Constituição. No entanto, o que a medida provisória faz é facilitar a decisão sobre as férias e a obrigatoriedade de comunicação. Neste caso, o empregador deve informar o empregado com, no mínimo, 48 horas de antecedência sobre as férias. Além disso, poderão ser concedidas mesmo que o empregado não tenha completado o tempo mínimo para o período aquisitivo. Também será possível patrão e empregado negociar a antecipação de períodos futuros de férias, por acordo individual escrito.</p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<h4><strong>10) Como fica o pagamento das férias? Será normal?</strong></h4>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p>Hoje, o empregador paga um terço quando o empregado sai de férias. Pela MP, o adicional de de um terço poderá ser pago depois das férias, até a data-limite para pagar a gratificação natalina, que é o 13º.</p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<h4><strong>11) Todo mundo pode ser colocado de férias?</strong></h4>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p>Sim, mas a lei diz que a os trabalhadores do grupo de risco do coronavírus terão prioridade para as férias, sejam elas individuais ou coletivas. Já no caso dos profissionais da saúde ou que exerçam funções essenciais o patrão poderá suspender as férias ou as licenças não remuneradas.</p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<h4><strong>12) É verdade que as férias coletivas poderão ser definidas sem avisar o sindicato?</strong></h4>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p>Sim. Conforme a MP, o patrão poderá conceder férias coletivas sem a necessidade de comunicar antes o Ministério da Economia ou o sindicato da categoria. Além disso, os funcionários deverão ser avisados com, no mínimo, 48 horas de antecedência.</p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<h4><strong>13) Como vai funcionar a antecipação dos feriados?</strong></h4>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p>Segundo a lei, os empregadores poderão antecipar os feriados que não sejam religiosos. A regra vale para feriados federais, estaduais, distritais e municipais. O descanso nesses feriados antecipados poderá ser compensado com o saldo em banco de horas. No entanto, esse aproveitamento de feriados dependerá de acordo entre patrão e empregado. Esse acordo terá que ser individual e por escrito.</p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<h4><strong>14) O banco de horas dos trabalhadores poderá mudar?</strong></h4>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p>O banco de horas poderá ser implantado ou modificado para regime especial de compensação da jornada. As definições poderão ser por acordo individual ou coletivo, mas é preciso que seja feito formalmente. A compensação será no prazo de até 18 meses, a partir da data do fim do estado de calamidade pública.</p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<h4><strong>15) Os trabalhadores ficarão sem o pagamento do FGTS?</strong></h4>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p>Não. O direito ao depósito de 8% do salários em conta do FGTS do trabalhador não muda. O que ocorre é que a MP suspende temporariamente o pagamento das competências de março, abril e maio de 2020. O pagamento será feito em atraso, mas sem multas e encargos. A lei diz que esses valores poderão ser quitados em até seis parcelas mensais, com vencimento no 7º dia de cada mês, a partir de julho de 2020.</p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<h4><strong>16) Como ficam os benefícios do trabalhador, como vale-alimentação e plano de saúde?</strong></h4>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p>Apesar de não ter sido especificado na MP, o advogado Maurício Pepe De Lion, do Felsberg Advogados, explica que vale-refeição, vale-alimentação e plano de saúde devem continuar sendo concedidos, na integralidade, mesmo se houver redução de jornada. Segundo ele, o artigo 468, da CLT, fala da inalteração de benefícios em prejuízo do funcionário, mesmo em caso de redução de jornada. A exceção é no caso de quem está de férias.</p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<h4><strong>17) Como fica o vale-transporte de quem está em home office?</strong></h4>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p>O patrão pode deixar de conceder o benefício, tendo em vista que não há deslocamento. Não há necessidade de acordo coletivo.</p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<h4><strong>18) Os exames de demissão e admissão foram suspensos?</strong></h4>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p>A lei suspendeu a obrigatoriedade de realização dos exames médicos ocupacionais, clínicos e complementares, exceto dos exames demissionais. No entanto, o exame demissional poderá ser dispensado caso o exame médico ocupacional mais recente tenha sido realizado há menos de 180 dias.</p>
</div>
<div class="article-paragraph">
<h4><strong>19) O trabalhador da saúde poderá te a jornada prorrogada?</strong></h4>
</div>
<div class="article-paragraph">
<p>Sim, durante o de estado de calamidade pública, hospitais e clínicas poderão prorrogar a jornada de trabalho e adotar escalas de horas suplementares, mas é preciso garantir o descanso semanal remunerado. A medida será definida por acordo individual ou coletivo.</p>
</div>
<p>Fonte: <a href="https://gauchazh.clicrbs.com.br/economia/noticia/2020/03/governo-revoga-trecho-de-mp-que-permitia-suspensao-de-trabalho-e-salarios-por-ate-quatro-meses-ck859ta6x00z201rz5ucdw5f8.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GAUCHAZH ECONOMIA</a></p>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Coronavírus: Medida do governo permitirá corte de salário de trabalhadores</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/coronavirus-o-governo-permitira-corte-de-salario-de-trabalhadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2020 10:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério da Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Secretário de Trabalho do Ministério da Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal vai enviar uma medida provisória com regras que valerão para o período de emergência, modificando, temporariamente, regras da CLT.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="txt-gray mb-0 center-wall"><em>O governo federal vai enviar uma medida provisória com regras que valerão para o período de emergência, modificando, temporariamente, regras previstas pela CLT</em></h2>
<p>Para tentar evitar o aumento do desemprego no Brasil durante a crise do coronavírus, o governo vai permitir que empresas e órgãos públicos cortem até metade dos salários e da jornada de trabalho de funcionários, regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).</p>
<p>A permissão vai valer até 31 de dezembro deste ano e será feita por medida provisória ou projeto de lei.</p>
<p>No primeiro caso, entra em vigor assim que for editada. No segundo, ainda precisaria de aprovação do Congresso.</p>
<p>O Ministério da Economia anunciou nesta quarta-feira (18/3) a medida, que terá que ser negociada entre o trabalhador e o patrão. A redução será proporcional:</p>
<p>O desconto no salário será correspondente ao número de horas que deixarão de ser trabalhadas. A empresa não poderá diminuir o valor pago por hora ao trabalhador.</p>
<p>A proposta faz parte do pacote &#8220;antidesemprego&#8221;, em reação à crise econômica gerada pela Covid-19. Segundo o governo, a medida flexibiliza a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) temporariamente, mas não altera o teor da legislação trabalhista. &#8220;Não é algo simples.</p>
<p>Mas é muito mais grave perder o emprego e não ter salário&#8221;, disse o secretário  especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco.</p>
<h2>Propostas</h2>
<div>Outras providências prometidas pelo governo para conter o desemprego incluem o incentivo ao teletrabalho, que já tem sido adotado em órgãos públicos, a antecipação de férias individuais e de feriados não religiosos.</div>
<blockquote>
<div>&#8220;Se o trabalhador está empregado há seis meses, não completou ainda o período necessário para as férias. Agora, será permitido tirar as férias&#8221;, explicou o Secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcomo.</div>
</blockquote>
<div>A equipe econômica também sugere que as empresas concedam férias coletivas e flexibilize o banco de horas temporariamente.</div>
<div></div>
<div>Tanto para férias individuais quanto para coletivas, o prazo para aviso será de 48 horas.</div>
<div></div>
<div>No segundo caso, podem ser determinadas para toda a empresa ou apenas para um setor, sem precisar que o sindicato avise com duas semanas de antecedência, como nas regras atuais.</div>
<div></div>
<div>Na segunda-feira, o ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou outras propostas, que foram reforçadas nesta quarta.</div>
<div></div>
<div>Uma delas é a possibilidade de que os empregadores deixem de contribuir para o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) durante o estado de emergência. Os valores serão pagos em parcelas, depois de três meses.</div>
<div></div>
<div>Ainda para evitar que empresas precisem fechar as portas, o governo vai diminuir a parcela das contribuições sociais sobre a folha de pagamento e anunciou a suspensão de &#8220;quesitos burocráticos e administrativos&#8221; no âmbito de saúde e segurança do trabalho.</div>
<div></div>
<div>Fonte: <a href="https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2020/03/18/internas_economia,1130252/coronavirus-medida-do-governo-permitira-corte-de-salario-de-trabalhad.shtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Estado de Minas</a></div>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/coronavirus-o-governo-permitira-corte-de-salario-de-trabalhadores/">Coronavírus: Medida do governo permitirá corte de salário de trabalhadores</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
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