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	<title>Arquivo de Economia - MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</title>
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		<title>Mais uma pedra no caminho dos empresários na busca de crédito</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/mais-uma-pedra-no-caminho-dos-empresarios-na-busca-de-credito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2020 10:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Auxílio Emergencial]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Medidas de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Auxílio emergencial]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[empresário]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta segunda-feira que as medidas de crédito para empresas durante a pandemia de Covid-19 não estão chegando aos empresários e que, se elas não chegarem, a economia do país vai cair mais do que o projetado atualmente.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="single__title" style="text-align: center;"><em>Medidas de crédito para empresas não estão chegando, diz Rodrigo Maia</em></h2>
<p>O presidente da <strong>Câmara dos Deputados</strong>, <strong>Rodrigo Maia</strong> (DEM-RJ), afirmou nesta segunda-feira que as medidas de crédito para <strong>empresas</strong> durante a pandemia de <strong>Covid-19</strong> não estão chegando aos empresários e que, se elas não chegarem, a <strong>economia</strong> do país vai cair mais do que o projetado atualmente.</p>
<blockquote><p>“As medidas relacionadas ao crédito, de fato, não chegaram e elas não chegando, a nossa economia vai cair mais do que o que está projetado hoje.</p>
<p>Aliás, a massa salarial cresceu nesses meses da pandemia pelo auxílio emergencial certamente, mas o <strong>crédito</strong> não chegou”, disse Maia.</p>
<p>“E se o crédito não chegar, nossos problemas com o Judiciário serão maiores. Nós teremos mais problemas com as pequenas, médias e microempresas certamente”, emendou ele, durante o debate virtual “A importância do Judiciário na retomada da Economia” promovido pelo jornal O Globo.</p></blockquote>
<p>Maia disse que para pequena, média e microempresas têm chegado pouco dinheiro e, se não chegar, vai gerar um “volume muito maior de demandas no Judiciário num segundo momento”.</p>
<p>O presidente da Câmara disse que há uma nova lei de recuperação judicial pronta para ser votada.</p>
<blockquote><p>“Parece que o texto está muito bem organizado e acho que ela pode contribuir bastante.Se votou um projeto de algo emergencial, mas parece que o próprio texto da Câmara não foi, digamos assim o melhor, o próprio Senado não tratou da matéria”, avaliou.</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="https://www.moneytimes.com.br/medidas-de-credito-para-empresas-nao-estao-chegando-diz-rodrigo-maia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Money Times</a></p>
<div class="single-meta"></div>
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		<item>
		<title>Guedes diz que não haverá aumento de impostos</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/guedes-diz-que-nao-havera-aumento-de-impostos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2020 13:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento de impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Redução de encargos]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministro da Economia disse que, na proposta de reforma tributária, poderá até prever a redução de encargos</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="linhadeOlho"><em>Ministro da Economia disse que, na proposta de reforma tributária, poderá até prever a redução de encargos</em></h2>
<h3><em>O ministro Paulo Guedes (Economia) voltou a dizer neste sábado (9) que o Governo não pretende aumentar impostos e que, na proposta de reforma tributária, poderá até prever a redução de encargos.</em></h3>
<p>&#8220;Não consigo vislumbrar aumento de impostos. Podemos configurar a redução de impostos&#8221;, afirmou Guedes durante uma videoconferência promovida pelo Itaú BBA, em debate sobre medidas superar a crise econômica causada pelo novo coronavírus.</p>
<p>A investidores, o ministro fez questão de ressaltar que o forte rombo das contas públicas em 2020, por causa da<strong> pandemia</strong>, deve ser algo excepcional. &#8220;Nós vamos continuar sinalizando a contenção de despesas&#8221;, frisou, em relação ao ajuste fiscal pretendido para os próximos anos.</p>
<blockquote><p>Guedes declarou querer o controle do déficit fiscal e que, &#8220;se tivermos que arriscar um lado, vamos arriscar para o lado do [Ronald] Reagan&#8221;, ex-presidente dos Estados Unidos que promoveu corte de tributos e de gastos públicos.</p></blockquote>
<p>O ministro<strong> voltou a defender que servidores públicos não tenham aumento salarial até o fim de 2021</strong>. Essa medida foi proposta pela equipe econômica como contrapartida para liberar mais dinheiro no plano de socorro financeiro aos estados e municípios durante a pandemia.</p>
<p>Durante a votação do pacote de ajuda aos governadores e prefeitos, o Congresso acabou blindando algumas categorias do congelamento de salários, como professores, policiais federais, policiais militares, Forças Armadas, garis e peritos criminais. Essa articulação teve o apoio do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), contrariando o Ministério da Economia.</p>
<p>Para Guedes, &#8220;seria um equívoco brutal&#8221; conceder reajuste a servidores públicos, que têm estabilidade no cargo, em meio a um período de crise econômica.</p>
<p>Segundo ele, a recuperação da economia brasileira será baseada no controle de despesas públicas e nas privatizações. O ministro ainda acredita ser possível vender três ou quatro grandes estatais no segundo semestre do ano, mas isso depende do período de vigência das medidas de isolamento para conter a expansão da Covid-19.</p>
<p>Guedes disse que o cenário mais esperado é que o PIB (Produto Interno Bruto) registre um forte recuo neste ano, mas que a economia reaja em 2021.</p>
<blockquote><p>&#8220;É ainda a hipótese mais provável. A menos provável é a da prolongada recessão&#8221;.</p></blockquote>
<p>No entanto, durante a videoconferência, ele reconheceu que essa recuperação poderá ser muito mais difícil se a pandemia persistir no segundo semestre.</p>
<p>O ministro apresentou as medidas adotadas para suavizar os efeitos do coronavírus na economia, especialmente as ações para tentar evitar demissões em massa.</p>
<p>Apesar de o governo não ter divulgado ainda dados do comportamento do mercado de trabalho neste ano, Guedes disse que um milhão de pessoas perderam trabalho formal, o que ele considerou pouco em relação a 26 milhões de desempregados nos Estados Unidos na crise.</p>
<p>Fonte: <em>Diário do Comércio</em></p>
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		<item>
		<title>Com isolamento e renda menor, brasileiro consome menos e foca em produtos básicos</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/com-o-isolamento-e-renda-menor-brasileiro-consome-menos-e-foca-em-produtos-basicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 13:55:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Isolamento Social]]></category>
		<category><![CDATA[Avanço do coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Isolamento social]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Quarentena]]></category>
		<category><![CDATA[Queda de consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Transforações sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Linguiça, embutidos, água sanitária, água mineral e frango ganharam espaço na cesta de compras do brasileiro. Itens de higienes deixam de ser prioridade.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="content-head__subtitle"><em>Linguiça, embutidos, água sanitária, água mineral e frango ganharam espaço na cesta de compras do brasileiro. Itens de higienes deixam de ser prioridade.</em></h2>
<h3><em>As transformações sociais impostas pelo avanço do coronavírus fizeram com que o brasileiro mudasse seus hábitos de consumo. Depois de estocar itens de higiene para enfrentar o período de isolamento e registrar uma queda na renda com a piora econômica recente, o consumidor começou a optar por uma cesta menor e focada em produtos de necessidade do dia a dia.</em></h3>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Durante a primeira semana de isolamento, a cesta média de compras do brasileiro passou a incluir linguiça, embutidos, água sanitária e mineral, além de frango, mostra um estudo realizado pela Kantar. Já itens de higiene, como absorventes, desodorantes e creme dental, perderam espaço.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O período analisado pelo levantamento faz a comparação da cesta de consumo da semana de 23 de março, quando teve início o período mais severo de isolamento, com a de semana de 9 de março.</p>
<div id="attachment_9527" style="width: 531px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/04/26/com-isolamento-e-renda-menor-brasileiro-consome-menos-e-foca-em-produtos-basicos.ghtml"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-9527" class="wp-image-9527 size-full" src="https://i0.wp.com/abrirempresasimples.com.br/wp-content/uploads/2020/04/categorias-em-alta.jpg?resize=521%2C283&#038;ssl=1" alt="Categorias Em Alta - Abrir Empresa Simples" width="521" height="283" /></a><p id="caption-attachment-9527" class="wp-caption-text">Fonte: Kantar</p></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="65" data-block-id="7">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Quando o brasileiro sentiu que a crise estava chegando no país, ele fez o seu estoque e, num primeiro momento, foram as categorias de higiene e beleza que cresceram em consumo&#8221;, afirma o diretor de serviços ao cliente e novos negócios da Kantar, David Fiss.</p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;O país entrou no período de isolamento, e as categorias mais básicas começaram a ganhar preferência no momento da compra.&#8221;</p>
</blockquote>
<div id="attachment_9528" style="width: 520px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/04/26/com-isolamento-e-renda-menor-brasileiro-consome-menos-e-foca-em-produtos-basicos.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-9528" class="wp-image-9528 size-full" src="https://i0.wp.com/abrirempresasimples.com.br/wp-content/uploads/2020/04/categorias-com-retracao.jpg?resize=510%2C287&#038;ssl=1" alt="Categorias Com Retracao - Abrir Empresa Simples" width="510" height="287" /></a><p id="caption-attachment-9528" class="wp-caption-text">Fonte: Kantar</p></div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="45" data-block-id="9">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;Não é que o brasileiro vai deixar de comprar produtos de higiene e beleza. Depois de ter feito o estoque, ele deixou de dar prioridade para esses itens e voltou a visitar o mercadinho da vizinhança ou o supermercado perto da casa dele&#8221;, afirma Fiss.</p></blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A mudança dos itens mais comprados também foi acompanhada por uma queda no tamanho da cesta. Essa redução é explicada por dois motivos: o fim desse processo de estocagem e a diminuição da renda das famílias com a crise ficando mais severa.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Kantar faz a apuração do tamanho da cesta em número índice &#8211; quanto maior a quantidade de itens comprados, mas alto é esse índice. Do período do pré-isolamento ao início da primeira semana do distanciamento, houve retração na quantidade itens comprados em todos os estratos da sociedade.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="29" data-block-id="13">
<ul class="content-unordered-list">
<li>O tamanho da cesta da classe da A/B recuou de 116 para 94;</li>
<li>Da classe C caiu de 115 para 92</li>
<li>Da classe D/E diminuiu de 103 para 86.</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="14">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Os consumidores estão tentando se adaptar. Como o dinheiro encurtou, eles não podem ficar comprando várias categorias de produtos todas as semanas e estão priorizando categorias mais básicas&#8221;, afirma Fiss.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para mitigar os efeitos da crise, o governo tem anunciado uma série de medidas. A mais importante delas é um auxílio emergencial de R$ 600, por três meses inicialmente, para trabalhadores informais, desempregados, contribuintes individuais do INSS e Microempreendedor Individual (MEI).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Se esse auxílio alcançar, de fato, os mais pobres do país, ele pode ser fundamental para dar algum fôlego ao consumo das camadas menos abastadas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="35" data-block-id="17">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;As classes D/E são mais sensíveis ao comportamento da renda, mas, nesse momento, podem até não enfrentar uma queda tão forte no consumo porque o governo está injetando muito dinheiro na economia&#8221;, diz Fiss.</p></blockquote>
</div>
<p><a href="https://globoplay.globo.com/v/8505661/"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9529 size-full" src="https://i0.wp.com/abrirempresasimples.com.br/wp-content/uploads/2020/04/noticia.jpg?resize=512%2C281&#038;ssl=1" alt="Noticia - Abrir Empresa Simples" width="512" height="281" /></a></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="20">
<div class="content-intertitle">
<h2>O que esperar do consumo</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para traçar o quadro do consumo brasileiro nos próximos meses, a Kantar utilizou como base o que vem ocorrendo na Espanha, país que sofre severamente com o surto do coronavírus e também utiliza a política de distanciamento social com o objetivo de evitar a propagação da doença.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No cenário espanhol, com mais pessoas trabalhando em casa, houve um aumento do consumo das categorias que estão relacionadas com o que a consultoria chamou de &#8220;momento de lanches&#8221;. Houve, por exemplo, alta no gasto com creme de cacau, chocolate em tablete e biscoito doces e salgados.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="24">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No Brasil, esse cenário deve ser repetir. &#8220;O que aconteceu na Espanha já começa a ser uma oportunidade para o brasileiro. São coisas que devem se refletir por aqui&#8221;, afirma Fiss.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além disso, a compra por meio de delivery deve ser uma &#8220;herança&#8221; dessa crise. Segundo a Kantar, 53% dos brasileiros que usam esse meio já realizam pedidos de duas a três vezes na semana.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="32" data-block-id="26">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;O hábito de fazer um compra de supermercado e farmácia pelo delivery começa a crescer. E as pessoas que entram nesse canal já fazem o uso dele de forma repetida&#8221;, diz Fiss.</p></blockquote>
</div>
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view">
<div class="mc-column content-entenda-o-caso" data-block-type="entenda-o-caso" data-block-id="27">Fonte: <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/04/26/com-isolamento-e-renda-menor-brasileiro-consome-menos-e-foca-em-produtos-basicos.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">G1</a></div>
</div>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/com-o-isolamento-e-renda-menor-brasileiro-consome-menos-e-foca-em-produtos-basicos/">Com isolamento e renda menor, brasileiro consome menos e foca em produtos básicos</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Cinco propostas para retomar economia após coronavírus</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/cinco-propostas-para-retomar-economia-apos-coronavirus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2020 13:27:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Nacional de desenvolvimento econômico e social]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego elevado]]></category>
		<category><![CDATA[Frente de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Getulio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[Gastos públicos]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento público]]></category>
		<category><![CDATA[Medidas emergenciais]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Saída da crise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>BBC News Brasil ouviu cinco economistas de diferentes linhas de pensamento para coletar ideias sobre como recuperar a atividade econômica depois de o pior da pandemia passar.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="content-head__subtitle"><em>BBC News Brasil ouviu cinco economistas de diferentes linhas de pensamento para coletar ideias sobre como recuperar a atividade econômica depois de o pior da pandemia passar.</em></h2>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="1">
<h3 class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto"><em>Desemprego em nível recorde, diminuição da capacidade produtiva da economia devido ao fechamento de empresas e piora das contas públicas devem compor o quadro da economia brasileira após a crise do coronavírus.</em></h3>
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A intensidade dessa piora do cenário econômico vai depender da efetividade das medidas emergenciais que têm sido adotadas pelo governo.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Quanto a essas duas afirmações, parece haver consenso entre economistas brasileiros de diferentes vertentes. Mas o que fazer para retomar a atividade econômica passada a fase mais aguda da crise, quando a circulação de pessoas puder ser reestabelecida nas cidades? Aí surgem as divergências.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="88" data-block-id="3">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Na saída da crise, há quem ache que o governo não vai precisar fazer muito mais coisa, que o mercado vai se recuperar sozinho&#8221;, diz Nelson Barbosa, professor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (EESP-FGV). &#8220;Isso é um erro, porque teremos famílias e empresas com renda menor, mais dívida e maior incerteza. Então é muito difícil que o setor privado se recupere por conta própria&#8221;, afirma Barbosa, que foi Ministro da Fazenda (2016) e do Planejamento (2015) durante o governo Dilma Rousseff (PT).</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="74" data-block-id="4">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;Há uma clara necessidade de se gastar de forma temporária em questões de saúde, sociais e em alguns casos empresariais. Mas está claro que não há espaço para outras aventuras, outros gastos, posto que o Brasil ainda não conseguiu recuperar sua saúde fiscal, que se perdeu ali pelos idos de 2014, 2015&#8221;, considera por sua vez Arminio Fraga, sócio da Gávea Investimentos e ex-presidente do Banco Central durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB).</p></blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A BBC News Brasil ouviu cinco economistas brasileiros, entre homens e mulheres, liberais e heterodoxos, em busca de propostas para recuperar a atividade econômica do país depois da crise do coronavírus. Confira abaixo as sugestões de Solange Srour, Samuel Pessôa, Armínio Fraga, Nelson Barbosa e Laura Carvalho.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://g1.globo.com/globonews/jornal-das-dez/video/juliana-rosa-economistas-nao-gostaram-do-plano-de-recuperacao-pos-pandemia-8502869.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-9519 size-full aligncenter" src="https://i0.wp.com/abrirempresasimples.com.br/wp-content/uploads/2020/04/G1ew.jpg?resize=502%2C273&#038;ssl=1" alt="G1ew - Abrir Empresa Simples" width="502" height="273" /></a></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="9">
<div class="content-intertitle">
<h2>Retomar a agenda de reformas</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="6" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Solange Srour, economista-chefe da ARX Investimentos</em></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Voltar à agenda de reformas anterior à crise do coronavírus é a solução para que o país encontre o crescimento sustentável, mesmo em uma situação econômica pior, com desemprego mais elevado, recessão econômica e perda do poder de compra da população, avalia Solange Srour, da ARX Investimentos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="71" data-block-id="12">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Esse é o único caminho para voltarmos a crescer: insistir na agenda de consolidação fiscal e de produtividade&#8221;, diz Srour, citando como prioritárias medidas como a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial — que permite, entre outras ações, congelar salários do funcionalismo público — e as reformas administrativa e tributária. &#8220;Não podemos cair no mesmo erro que cometemos no pós-crise de 2008, quando continuamos expandindo o fiscal, desestruturando a economia.&#8221;</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo a analista, garantir que o aumento de gastos do governo em resposta à crise seja temporário será fundamental para recuperar a confiança dos empresários no momento de retomada da atividade. &#8220;Para crescermos de verdade serão necessários investimentos e para isso, precisa de confiança&#8221;, diz Srour.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Assim, ela refuta a ideia de que cortar gastos públicos no pós-crise possa aprofundar ainda mais a recessão esperada. &#8220;É a falta de confiança que pode impedir a retomada.&#8221;</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="16">
<div class="content-intertitle">
<h2>Possível mudança no teto de gastos</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="13" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Samuel Pessôa, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV)</em></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="75" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Samuel Pessôa, do Ibre-FGV, também aposta na retomada da agenda de reformas para o país voltar a crescer, passado o pior momento da emergência de saúde pública do coronavírus. Mas ele acredita que, se o Congresso conseguir aprovar a PEC Emergencial, reduzindo o gasto obrigatório do Estado, é possível pensar em uma mudança na regra do teto de gastos para abrir espaço ao investimento público, dando fôlego adicional à atividade econômica após o isolamento.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="19">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Gasto obrigatório não pode crescer mais do que o PIB, isso é um disparate e uma urgência a ser atacada&#8221;, diz Pessôa. &#8220;Atacando isso, dá para pensarmos na proposta do Fabio Giambiagi de mexer no teto de gastos para liberar algum recurso para investimentos&#8221;, afirma.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="85" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ao fim de 2019, Fabio Giambiagi e Guilherme Tinoco, economistas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), apresentaram uma proposta de flexibilização do atual teto, incluindo um tratamento diferenciado para os gastos de investimento. O investimento público — somando as três esferas de governo e as empresas estatais — chegou a 2,26% do PIB em 2019, quase a metade dos 4,06% de 2013, último ano antes da crise anterior, segundo levantamento do economista Manoel Pires, do Observatório de Política Fiscal da FGV.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="21">
<div class="content-intertitle">
<h2><strong>Intervenções pontuais em setores estratégicos</strong></h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="11" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Arminio Fraga, sócio da Gávea Investimentos e ex-presidente do Banco Central</em></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="68" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Um dos expoentes do pensamento liberal brasileiro, Arminio Fraga avalia que, na saída da crise do coronavírus, podem ser necessárias intervenções estratégicas do governo em alguns setores mais atingidos pela paralisação da atividade. Fraga, que vinha, mais recentemente, se dedicando ao debate sobre o combate à desigualdade, também avalia que um modelo mais abrangente de proteção social, que inclua os trabalhadores informais, deve entrar na ordem do dia.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="77" data-block-id="25">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Alguns setores já são muito claros: restaurantes, serviços pessoais, hotéis, companhias aéreas e outros&#8221;, enumera Arminio. &#8220;Isso é bem diferente da política de &#8216;campeões nacionais'&#8221;, ressalva, fazendo referência à política conduzida pelo BNDES durante os governos petistas de empréstimos subsidiados e compra de participações acionárias de grandes empresas brasileiras. &#8220;A sociedade tem que se perguntar se alguns setores, que foram destroçados pelo vírus, merecem algum apoio, se isso faz sentido do ponto de vista social e econômico.&#8221;</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="63" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com a aprovação do auxílio emergencial de R$ 600 para trabalhadores informais que perderem renda devido às medidas de isolamento social, alguns economistas têm defendido que a política de renda básica se torne permanente. Arminio diz ter dúvidas quanto a um benefício universal, devido ao custo elevado, mas vê com bons olhos a discussão de ampliação do sistema público de proteção social.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="27">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;É um tema importantíssimo, é fundamental que se chegue aos informais. As regras — como fazer, o que cada um tem direito, quem contribui ou não — têm que ser avaliadas. Mas tenho certeza que esse é um tema que vai entrar em pauta. Se é que já não está&#8221;, afirma.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="8" data-block-id="28">
<div class="content-intertitle">
<h2>Frentes de trabalho e retomada do investimento público</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="29">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Nelson Barbosa, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) e ex-ministro da Fazenda e do Planejamento</em></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="68" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Uma frente de trabalho de saúde pública e a retomada de obras paradas estão entre as propostas do economista Nelson Barbosa para recuperação da atividade após o fim do isolamento social imposto pela nova doença. Para Barbosa, um programa de &#8220;seguro-renda&#8221; — como o seguro-desemprego atual, mas voltado a todos os trabalhadores, incluindo informais — é uma opção para a ampliação da proteção social na nova conjuntura.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="31">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;É preciso que o governo adote um plano de reconstrução. Medidas temporárias, sim, mas que provavelmente vão durar mais de um ano&#8221;, afirma. &#8220;Por exemplo, diversos países estão pensando em adotar uma força de trabalho emergencial para monitoramento e combate à covid-19 depois da pior fase&#8221;, diz.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="86" data-block-id="33">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Barbosa acredita que é possível criar espaço nas contas públicas para a retomada do investimento em obras paradas.</p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Essa crise mostrou que, quando há um risco, o espaço fiscal é gerado&#8221;, afirma. &#8220;O governo vai emitir dívida e, quando chegar a hora de pagar, espera-se que a economia já tenha se recuperado, com um PIB e uma arrecadação maior, com a qual vai se pagar parte dessa obrigação&#8221;, diz, citando ainda a expectativa de continuidade da queda dos juros, que deve reduzir o custo do endividamento.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="34">
<div class="content-intertitle">
<h2>Medidas redistributivas e renda básica permanente</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="35">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Laura Carvalho, professora da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP)</em></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="80" data-block-id="36">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para Laura Carvalho, a recuperação da economia após o fim do isolamento deve exigir um &#8220;novo Plano Marshall&#8221; — referência ao plano de recuperação dos países europeus após a Segunda Guerra Mundial. A economista, que ajudou a formular o programa econômico da campanha de Guilherme Boulos (PSOL) à presidência em 2018, avalia que o investimento público deve ser usado neste segundo momento de combate à crise como forma de suprir carências históricas, como na saúde e no saneamento básico.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="66" data-block-id="37">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Isso exigiria a revisão do teto de gastos e uma mudança na orientação da política econômica, que até aqui tem sido voltada para o Estado mínimo&#8221;, diz Laura. Segundo ela, a aposta de alguns economistas na retomada da agenda anterior de corte gastos pode piorar a recuperação, levando a uma retomada em &#8220;L&#8221;, quando o nível do produto não volta ao patamar anterior à crise.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="65" data-block-id="38">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Conforme a economista, esses investimentos deveriam ser financiados através de um aumento da arrecadação.</p>
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Defendo alíquotas superiores de tributação para os mais ricos, que vão sofrer muito menos o impacto dessa crise, com o fim da desoneração de dividendos e de desonerações para setores pouco afetados&#8221;, exemplifica, citando ainda a tributação de grandes fortunas e aumento do imposto de renda para os mais endinheirados.</p>
</blockquote>
</div>
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="40">
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Carvalho defende também que a renda básica emergencial se torne permanente. &#8220;Temos no Brasil uma informalidade recorde e essa crise tende a agravar isso. Então temos que pensar na possibilidade de uma rede de proteção social maior, universal e que seja permanente.&#8221;</p>
</blockquote>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/04/27/cinco-propostas-para-retomar-economia-apos-coronavirus.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">G1</a></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/cinco-propostas-para-retomar-economia-apos-coronavirus/">Cinco propostas para retomar economia após coronavírus</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">3564</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Saiba como realizar o planejamento tributário e diminua os impactos da crise no seu negócio!</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/planejamento-tributario-como-reduzir-os-impactos-da-crise/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2020 11:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de tributos]]></category>
		<category><![CDATA[Impactos da crise]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento tributário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://adicao.com.br/?p=2504</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda o que é o planejamento tributário e como realizá-lo corretamente fará com que sua empresa economize em tempos de crise!</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/planejamento-tributario-como-reduzir-os-impactos-da-crise/">Saiba como realizar o planejamento tributário e diminua os impactos da crise no seu negócio!</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><i><span style="font-weight: 400;">Entenda o que é o planejamento tributário e como realizá-lo corretamente fará com que sua empresa economize em tempos de crise!</span></i></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Períodos de dificuldade chegaram para os empreendimentos, e sabemos que muitas pessoas fecharão as portas por não saber o que fazer…</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, afinal, há o que fazer em meio à crise econômica atual?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De fato, não podemos dizer que a crise não estava rondando os empreendedores, pois, antes do estopim com a pandemia, muitos problemas já estavam prejudicando os negócios de todo o mundo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, há sim o que fazer &#8211; e ainda não é tarde para ninguém, muito menos para você!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje, o nosso artigo é destinado a ajudar todos os que estão passando por dificuldades, mas não conseguem ver uma saída para essa situação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O seu empreendimento irá sobreviver! Venha com a gente e descubra o que é um planejamento tributário e como realizá-lo será benéfico para a permanência de sua empresa no mercado!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E então, vamos lá? Boa leitura!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O que é o planejamento tributário?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O planejamento tributário é uma análise, geralmente, feita por profissionais da área contábil, que faz um levantamento de aspectos sobre os diversos tributos e suas especificidades, e como eles são aplicados na sua empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, é possível enxergar com clareza como o seu negócio está pagando seus impostos e, portanto, analisar se existem opções mais viáveis &#8211; e menos custosas &#8211; para economizar com os pagamentos ao Fisco.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como o planejamento tributário pode diminuir os impactos da crise no seu negócio?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">De fato, a crise chegou para todas as áreas da economia e, se quiser diminuir ao máximo os impactos dela no seu negócio, precisa saber como um planejamento tributário pode te ajudar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como falamos no tópico anterior, esse plano é muito indicado para reduzir impostos diversos e, inclusive, é possível que você encontre tributos pagos a mais ao Governo!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, são duas alternativas para a sua empresa encontrar meios de sobreviver aos desafios do cenário atual para contar sua história posteriormente, mantendo-se ativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, com um planejamento tributário eficiente, é possível diminuir a incidência de impostos, economizando com as despesas, e ainda verificar a possibilidade de ressarcimento de pagamento indevido ao Governo &#8211; também conhecido como recuperação de crédito tributário.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Conte com profissionais para fazer o seu planejamento tributário!</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitas vezes, é difícil enxergar as melhores possibilidades que estão disponíveis para um empreendimento, ainda mais em meio a uma crise, pois tudo fica muito mais complicado do que era antes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então, para que o seu negócio sobreviva ao período de desavenças que vem assolando o mundo econômico, é preciso de um planejamento tributário feito por quem entende do assunto e, assim, mostre as soluções mais vantajosas para o seu caso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, a ajuda de contadores é imprescindível, pois esses profissionais são capazes de analisar a sua empresa e conciliar todos os aspectos contábeis, fiscais e financeiros que você precisa levar em conta para, dessa forma, apresentar muito mais que dados, mas a saída para sobreviver à crise.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Gostou do artigo? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe nas redes sociais!</span></p>
<p>Fonte: <a href="https://abrirempresasimples.com.br/planejamento-tributario-como-reduzir-os-impactos-da-crise/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Abrir Empresa Simples</a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Nova MP vai permitir redução da jornada ou de salários dos trabalhadores em até 70%</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/nova-mp-vai-permitir-reducao-de-jornada-ou-de-salarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2020 15:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Nova MP]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Medida Provisória]]></category>
		<category><![CDATA[MP]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Redução de jornada]]></category>
		<category><![CDATA[Redução de salário dos Trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[Redução de trabalho em até 70%]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas Bancários]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhadores Informais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nova Medida Provisória que trata da redução de salários durante a pandemia da Covid-19, vai permitir redução da jornada ou de salários em até 70%, devendo custar R$ 51,2 bilhões para os cofres públicos</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/nova-mp-vai-permitir-reducao-de-jornada-ou-de-salarios/">Nova MP vai permitir redução da jornada ou de salários dos trabalhadores em até 70%</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><em>A nova <strong>Medida Provisória</strong> que trata da redução de salários durante a pandemia da <strong>Covid-19</strong>, vai permitir redução da jornada ou de salários em até 70%, devendo custar R$ 51,2 bilhões para os cofres públicos para os empregadores que não demitirem seus funcionários. </em></h2>
<p>O ministro da Economia, Paulo Guedes, informou nesta quarta-feira (1º/4) que essa é uma das que serão assinadas nesta quarta ou quinta-feira.</p>
<p>Na avaliação do presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (<strong>Abrasel</strong>), Paulo Solmucci, a medida, que vem sendo chamada de <strong>MP dos Salários</strong>,  vem em boa hora e é “ousada”, porque permitirá várias possibilidades de suspensão de jornada, de 25%, de 50% e de 70%.</p>
<blockquote><p>“O governo entendeu que a situação demandava essa flexibilidade, porque, no caso dos restaurantes, quando tivermos que retomar as atividades respeitando as limitações de espaço, haverá a necessidade de redução do quadro”, destacou ele, em entrevista ao <strong>Correio</strong>.</p></blockquote>
<p>“O importante é que essa medida garante o emprego ao trabalhador formal”, destacou o presidente da Abrasel.  Ele lembrou que a medida prevê a possibilidade da suspensão total do contrato, com redução de remuneração e jornada a zero, por um período, que deve ser de dois meses. Para essas pessoas, o governo pagará parcela integral do seguro-desemprego.</p>
<blockquote><p>Em alguns casos, dependerá de acordo coletivo com o patrão, mas intermediado por sindicatos. “O principal alvo do programa são os empregados formais que recebem até três salários mínimos. Para esses trabalhadores, estarão autorizadas reduções de jornada por até três meses. Bastará um acordo entre funcionário e patrão para efetivar o corte. Nesse caso, o governo pagará ao trabalhador uma proporção do valor do seguro-desemprego equivalente ao percentual do corte de salário”, destacou comunicado da Abrasel.</p></blockquote>
<p>A expectativa da equipe econômica é que o programa de preservação de empregos durante a pandemia poderá custar R$ 51,2 bilhões.<br />
Esse montante faz parte dos R$ 200 bilhões do pacote que o ministro reforçou nesta quarta-feira e que inclui os R$ 98 bilhões previstos para o auxílio emergencial de R$ 600 para 54 milhões de trabalhadores informais.</p>
<h3>Quatro medidas</h3>
<p>Ao lado do presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, destacou que quatro medidas provisórias devem ser assinadas entre hoje e amanhã. Uma delas é a nova MP Trabalhista,na qual o governo vai compensar em até 30% a redução de salários de trabalhadores durante a crise.  Essas propostas devem chegar a R$ 200 bilhões, segundo Guedes, o equivalente a 2,6% do Produto Interno Bruto (PIB).</p>
<blockquote><p>“Estamos mobilizando o sistema bancário”, afirmou ele, garantindo que o Tesouro vai bancar R$ 34 bilhões dos R$ 40 bilhões previstos no pacote anunciado pelos bancos públicos na sexta-feira passada e que ainda não está disponível para os empresários que reclamam de aumento nas taxas de juros em mais de 70%.</p>
<p>“O presidente nos incumbiu da missão de defender a saúde e o emprego dos brasileiros e a saúde, o presidente pediu que lançasse uma camada para os informais. Essa cassa camada foi ampliada também para microempreendedores e para alguns formais que possam sofrer o impacto da crise. E nós separamos então recursos de R$ 98 bilhões para atingir 54 milhões de brasileiros de forma que eles tenham recursos  nos próximos três meses para enfrentar essa primeira onda”, afirmou Guedes.</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="https://www.jornalcontabil.com.br/nova-mp-vai-permitir-reducao-da-jornada-ou-de-salarios-em-ate-70/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jornal Contabil</a></p>
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		<title>Entenda o impacto do Coronavírus sobre os seus negócios!</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/coronavirus-qual-o-impacto-nos-negocios-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2020 10:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus e a economia do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Crise do coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Leia nosso artigo, para que dessa maneira você saiba mais sobre o impacto que o Coronavírus tem no mundo do empreendedorismo brasileiro!</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><i><span style="font-weight: 400;">Saiba mais sobre o impacto que o Coronavírus tem no mundo do empreendedorismo brasileiro!</span></i></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Com tantos alertas no mundo sobre a nova pandemia, os empreendimentos ao redor do mundo estão se preocupando sobre o seu futuro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É claro, se até mesmo grandes empresas sentiram impactos violentos da “ameaça invisível”, qualquer empreendedor se põe em estado de alerta para os prejuízos que virão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Infelizmente, eles chegarão &#8211; e muito em breve.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, é preciso saber o que se passa no Brasil neste momento, principalmente, no que diz respeito ao cenário econômico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, hoje vamos falar sobre a pandemia do Coronavírus e como os negócios estão sendo impactados por ela.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E então, vamos lá? Boa leitura!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Coronavírus e a Economia do Brasil</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Bom, não é de hoje que todos sempre falam do mesmo assunto: </span><b>Coronavírus</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde vídeos engraçados na internet até notícias sobre números de mortos, toda a mídia e população se voltou para entender o que está acontecendo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E, infelizmente, é bem mais sério do que muitos julgavam.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não, não é apenas mais uma gripe comum, afinal, ela parou países inteiros, e está se mostrando cada dia mais aqui no Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E quem sentiu o impacto do Coronavírus com expressiva força foram as companhias aéreas, que tiveram o número de passageiros drasticamente reduzido.</span></p>
<p><a href="https://www.agazeta.com.br/es/economia/dezenas-de-voos-sao-cancelados-no-aeroporto-de-vitoria-por-coronavirus-0320" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone wp-image-9100 size-full" src="https://i0.wp.com/abrirempresasimples.com.br/wp-content/uploads/2020/03/voos-cancelados.png?resize=622%2C355&#038;ssl=1" alt="Voos Cancelados - Abrir Empresa Simples" width="622" height="355" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E, como foram as primeiras a entrarem em queda, os prejuízos estão progredindo cada vez mais, o que resultou em um pedido de ajuda ao Governo para conseguirem se estabilizar.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como fica o seu negócio em meio à pandemia do Coronavírus?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Evidentemente, a crise do Coronavírus está afetando &#8211; </span><i><span style="font-weight: 400;">e muito</span></i><span style="font-weight: 400;"> &#8211; os pequenos negócios e, por isso, eles são os que mais correm risco de fechar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Afinal, a maioria depende do comércio local e, com o isolamento social sendo cada vez mais presente, o fluxo de pessoas e a demanda caíram consideravelmente, impactando os micro e pequenos empreendedores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sem contar que, os que dependiam da movimentação de grandes negócios, como shoppings e academias, também foram afetados pelas medidas de prevenção à contaminação.</span></p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9101 size-full" src="https://i0.wp.com/abrirempresasimples.com.br/wp-content/uploads/2020/03/fechar-acadeima-e-shopping.png?resize=804%2C330&#038;ssl=1" alt="Fechar Acadeima E Shopping - Abrir Empresa Simples" width="804" height="330" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, é preciso pensar em como você e a sua empresa conseguirão sobreviver à crise que já está presente &#8211; e o que nos resta é prevenir ao máximo suas consequências.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O que meu negócio precisa fazer em relação ao Coronavírus?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">De fato, o Coronavírus não trouxe nenhum “lado bom da história”, mas mesmo assim, é preciso lidar com a situação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, o próprio Governo anunciou que irá ajudar os micro e pequenos empreendedores a se manterem durante o tempo de crise.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, avaliar a forma de operação é crucial para a sobrevivência do seu empreendimento!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, adotar o </span><i><span style="font-weight: 400;">home office</span></i><span style="font-weight: 400;">, quando for viável, é uma medida que une o isolamento social e a continuidade das atividades de uma empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Caso esse não seja seu caso, reavalie os custos do seu negócio e corte pela raiz o que não for mais cabível ou o que irá trazer consequências futuras para suas finanças.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também, você pode manter sua presença online mais forte, usando as redes sociais e até mesmo se adaptando aos modelos de e-commerce ou de entregas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Visivelmente, não será fácil para nenhum empreendedor enfrentar a crise do Coronavírus, e tomar as decisões certas em momentos de risco são cruciais para manter a sua saúde e a de seu negócio a salvo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Gostou do artigo de hoje? Deixe seu comentário abaixo e nos diga a sua opinião! E se precisa de noss ajuda nesse momento dificil, <a href="/contato" target="_blank" rel="noopener noreferrer">entre em contato conosco!</a></span></p>
<p>Fonte: <a href="https://abrirempresasimples.com.br/coronavirus-qual-o-impacto-nos-negocios-do-brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Abrir empresa Simples </a></p>
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