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	<title>Arquivo de Governos - MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</title>
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		<title>A pandemia te deixou com dívidas trabalhistas? Então, que tal dividi-las em 60 vezes?!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2020 10:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas trabalhistas]]></category>
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		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Parcelamento de dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de Lei 4.552/2020]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto permite parcelamento de dívidas trabalhistas em até 60 meses<br />
Dívidas que ocorreram durante o estado de calamidade poderiam ser parceladas em até 60 meses no valor de um salário mínimo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Projeto permite parcelamento de dívidas trabalhistas em até 60 meses</h2>
<h3 class="linhadeOlho" style="text-align: center;">Dívidas que ocorreram durante o estado de calamidade poderiam ser parceladas em até 60 meses no valor de um salário mínimo.</h3>
<div class="data">
<p>Tramita pelo Senado o Projeto de Lei 4.552/2020 que permite que empresários dividam em até 60 meses o pagamento de dívidas trabalhistas, caso a execução for iniciada durante a vigência do estado de calamidade pública causado pela pandemia de coronavírus, (ou seja, de 20 de março até 31 de dezembro de 2020), ou até dez meses após seu término.</p>
<p>O projeto do senador Chico Rodrigues especifica que cada uma das parcelas deve ter o valor mínimo de um salário mínimo (hoje em R$ 1.045).</p>
<p>Sobre o valor parcelado, incidirá correção monetária pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). E caso haja o atraso no pagamento de duas parcelas consecutivas, ocorrerá o vencimento antecipado do restante da dívida, acrescida de multa de 20% sobre as parcelas em atraso.</p>
<blockquote><p>&#8220;Meu objetivo é permitir a sobrevivência das empresas cujas finanças foram severamente atingidas pela pandemia e, também, garantir o pagamento das causas trabalhistas. A proposta possibilita a sobrevivência das empresas, em especial das microempresas, que são intensivas em mão de obra&#8221;, explica o senador.</p></blockquote>
<h3><strong>Crise</strong></h3>
<p>Rodrigues ressalta que a pandemia paralisou diversos empreendimentos, em muitos setores econômicos, que ficaram impedidos de ter qualquer rendimento nos períodos em que os governos estaduais e municipais determinaram seus fechamentos.</p>
<p>A crise teria inviabilizado o cumprimento de decisões trabalhistas e, para o senador, o projeto garante que os trabalhadores recebam o que merecem, e que os empresários não fechem definitivamente suas portas.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/44586/projeto-permite-parcelamento-de-dividas-trabalhistas-em-ate-60-meses/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Contábeis</a></p>
</div>
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		<title>Redução de jornada e salário e suspensão de contratos já dominam convenções e acordos coletivos</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/reducao-de-jornada-e-salario-e-suspensao-de-contratos-ja-dominam-convencoes-e-acordos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2020 15:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Acordos coletivos]]></category>
		<category><![CDATA[Cláusulas em negociação]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas]]></category>
		<category><![CDATA[Governos]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Economia]]></category>
		<category><![CDATA[MP]]></category>
		<category><![CDATA[Redução de jornada]]></category>
		<category><![CDATA[Salário]]></category>
		<category><![CDATA[Suspensão de contratos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa Salariômetro, elaborada pela Fipe, mostra que empresas estão recorrendo aos mecanismos autorizados pelo governo para evitar demissões durante a crise provocada pelo coronavírus.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="content-head__subtitle"><em>Pesquisa Salariômetro, elaborada pela Fipe, mostra que empresas estão recorrendo aos mecanismos autorizados pelo governo para evitar demissões durante a crise provocada pelo coronavírus.</em></h2>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="1">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com o avanço do coronavírus e o impacto da doença na atividade econômica, mais da metade das cláusulas negociadas em convenções e acordos coletivos no país já envolvem redução de jornada e salário e suspensão do contrato de trabalho.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (23) pela pesquisa Salariômetro, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O levantamento foi realizado de março até 17 de abril e, portanto, engloba parte do período em que teve início do distanciamento social, considerado fundamental para evitar o avanço do surto.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No período analisado pelo estudo, 1.045 cláusulas foram negociadas, sendo 188 (18%) destinadas para a redução de jornada, 187 (17,9%) pela redução de salário e 181 (17,3%) pedindo a suspensão de contratos de trabalhos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o Ministério da Economia, até 16 de abril mais de 1,7 milhão de trabalhadores já haviam sofrido corte de jornada ou tido seus contratos de trabalho suspensos.</p>
<div id="attachment_9463" style="width: 1610px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/04/23/reducao-de-jornada-e-salario-e-suspensao-de-contratos-ja-dominam-convencoes-e-acordos-coletivos.ghtml"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-9463" class="wp-image-9463 size-full" src="https://i0.wp.com/abrirempresasimples.com.br/wp-content/uploads/2020/04/cl%C3%A1usulas-de-negocia%C3%A7%C3%A3o.jpg?resize=1200%2C791&#038;ssl=1" alt="Cláusulas De Negociação" width="1200" height="791" /></a><p id="caption-attachment-9463" class="wp-caption-text">Foto: Economia G1</p></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="37" data-block-id="7">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;A empresa tem todos esses mecanismo para usar em sequência e para não precisar mandar o trabalhador embora&#8221;, diz o professor da Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Salariômetro, Hélio Zylberstajn.</p></blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A redução da jornada e dos salários e a suspensão do contrato de trabalho passaram a ser permitidas pelo governo como forma de evitar uma demissão em massa nesse período em que o funcionamento da economia segue afetado pelo coronavírus.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://g1.globo.com/globonews/globonews-em-pauta/video/governo-autoriza-reducao-de-jornada-e-salarios-em-ate-70-8453626.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-9464 size-full aligncenter" src="https://i0.wp.com/abrirempresasimples.com.br/wp-content/uploads/2020/04/Medida-provisoria.jpg?resize=640%2C362&#038;ssl=1" alt="Medida Provisoria - Abrir Empresa Simples" width="640" height="362" /></a></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="12" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O levantamento também mostra os setores que mais têm negociado. São eles:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="31" data-block-id="12">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Bares, restaurantes, hotéis e similares (22% do total)</li>
<li>Transporte, armazenagem e comunicações (21,6%)</li>
<li>Comércio atacadista e varejista (12,9%)</li>
<li>Confecções, vestuário, calçados e artefatos de couro (11,8%)</li>
<li>Indústria metalúrgica (4,7%).</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No recorte estadual, as negociações estão concentradas em Pernambuco (18,4%), Paraná (16,9%), São Paulo (13,7%), Rio Grande do Sul (11,8%) e Minas Gerais (9,8%).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="14">
<div class="content-intertitle">
<h2>Reajustes salariais em queda</h2>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com a deterioração do mercado de trabalho, os reajustes salariais perderam da inflação em março. Segundo o levantamento, o reajuste médio nominal despencou 13,6%, enquanto o mediano subiu 3% No período acumulado em 12 meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumido (INPC) avançou 3,9%.</p>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/04/23/reducao-de-jornada-e-salario-e-suspensao-de-contratos-ja-dominam-convencoes-e-acordos-coletivos.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">G1</a></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/reducao-de-jornada-e-salario-e-suspensao-de-contratos-ja-dominam-convencoes-e-acordos/">Redução de jornada e salário e suspensão de contratos já dominam convenções e acordos coletivos</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
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