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	<title>Arquivo de Recuperação Judicial - MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</title>
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		<title>Lei de falências e recuperação judicial: O que você precisa saber?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2020 10:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Lei de falências]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação Judicial]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas tributárias]]></category>
		<category><![CDATA[Fechamento de empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Sanção presidencial]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[setores da economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda tudo sobre a lei de falências e recuperação judicial e salve a sua empresa do abismo. Veja a importância da lei de falências.</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/lei-de-falencias-e-recuperacao-judicial-o-que-voce-precisa-saber/">Lei de falências e recuperação judicial: O que você precisa saber?</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">Entenda tudo sobre a lei de falências e recuperação judicial e salve a sua empresa do abismo</span></h2>
<h3 style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">Veja a importância da lei de falências e recuperação judicial para evitar que a sua empresa afunde de uma vez</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Olha, 2020 não foi um ano fácil e a pandemia colocou todo o setor empresarial em apuros, devido a aspectos como o isolamento social, a queda brusca na capacidade de compra das pessoas e o próprio medo de arriscar a própria vida, mesmo com uma abertura parcial de diversos setores da economia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas você, que é empresário, sabe muito bem que o mercado é cruel e que você precisa dar um jeito de manter a sua empresa de pé, mesmo com todas as adversidades para continuar no mercado e se manter longe da falência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O problema é que a realidade é outra e tem muita gente na chamada “beira do precipício”, sem saber o que fazer para evitar o fechamento de suas empresas, mas por outro lado existem formas e estratégias que podem ser úteis nesse sentido, e uma delas é a lei de falências e recuperação judicial, que tende a ser uma excelente alternativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E se você ainda não está por dentro dos benefícios da lei de falências e recuperação judicial, é hora de ficar bem atento a esse artigo e entender como sair dessa situação o mais rápido possível.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, respire fundo, fique calmo e tenha uma excelente leitura!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Lei de falências e recuperação judicial: Entenda!</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Como o nosso intuito é te direcionar a soluções práticas para tirar a sua empresa do penhasco, é importantíssimo te dizer que existe um projeto de alteração da lei de falências e recuperação judicial &#8211; ainda em tramitação, mas com uma aprovação simbólica do Senado &#8211; que busca proporcionar alguns benefícios aos empresários que se encontram em situação de falência em suas empresas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A medida visa, justamente, a recuperação dessas empresas para que elas voltem a operar e, consequentemente, movimentar a economia, que anda bastante enfraquecida no país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A alteração da lei de falências e recuperação judicial passa por diversos aspectos, como:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Ampliar o financiamento para empresas que se encontram em recuperação judicial;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Parcelamento de dívidas tributárias;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Desconto de dívidas tributárias;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Permite que os credores apresentem um plano de recuperação de seus negócios, para uma eventual avaliação.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, tudo depende de uma sanção presidencial, para que o projeto de alteração da lei de falências e recuperação judicial seja, finalmente, aprovado e entre em vigor, beneficiando inúmeros empresários que se encontram em uma situação, no mínimo, delicada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabemos que o momento é difícil, mas ainda assim você precisa cuidar bem da sua empresa, proteger o seu patrimônio e, inclusive, enxugar os custos com o máximo de assertividade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E isso você consegue realizar quando tem as pessoas certas ao seu lado!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Um bom suporte contábil te direciona a caminhos melhores</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Talvez você até ache estranho ou desconfie da nossa sugestão, mas logo irá entender que faz todo sentido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao buscar um apoio especializado de contabilidade para o seu nicho empresarial específico, os profissionais que atuarão ao seu lado terão plena capacidade de analisar todo o histórico contábil da sua empresa, através de uma análise técnica precisa para, depois disso, te orientar para tomadas de decisão assertivas, inclusive para enxugar os seus custos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem inúmeras possibilidades de erros contábeis em seu negócio, seja por inadequação ao regime tributário mais vantajoso ou até mesmo por uma folha de pagamento inchada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mais importante é saber que, com os parceiros certos, você não estará sozinho e terá tudo o que precisa para fugir da falência e recuperar os lucros no seu negócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E para saber mais detalhes de como iremos te ajudar, basta nos contatar agora mesmo!</span></p>
<p>Fonte: <a href="https://abrirempresasimples.com.br/lei-de-falencias-e-recuperacao-judicial-o-que-voce-precisa-saber/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Abrir Empresa Simples</a></p>
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		<title>Negocie os seus débitos!  Governo libera nova modalidade para amenizar os efeitos da crise para as PMEs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2020 10:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Débitos]]></category>
		<category><![CDATA[PME]]></category>
		<category><![CDATA[Simples Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[benefícios]]></category>
		<category><![CDATA[Decreto]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Micro e Pequenas empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Negociar débitos]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Parcelar Débitos]]></category>
		<category><![CDATA[Portal regularize-se]]></category>
		<category><![CDATA[Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação Judicial]]></category>
		<category><![CDATA[Regularizar]]></category>
		<category><![CDATA[Transação Excepcional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>AProcuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) regulamentou a Transação Excepcional para parcelar os débitos fiscais das micro e pequenas empresas enquadradas no regime do Simples Nacional. A modalidade está disponível para adesão, no portal Regularize, até 29 de dezembro de 2020.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="documentFirstHeading" style="text-align: center;"><em>Empresas afetadas pela pandemia poderão negociar débitos</em></h2>
<h3 class="documentDescription" style="text-align: center;"><em>Modalidade está disponível para adesão até 29 de dezembro de 2020.</em></h3>
<div id="viewlet-above-content-body">
<p class="p1">A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) regulamentou a Transação Excepcional para parcelar os débitos fiscais das micro e pequenas empresas enquadradas no regime do Simples Nacional. A modalidade está disponível para adesão, no portal <span class="s1"><a href="https://www.regularize.pgfn.gov.br/">Regularize</a>,</span> até 29 de dezembro de 2020.</p>
<p class="p1">A Transação Excepcional é destinada aos débitos considerados como de difícil recuperação ou irrecuperáveis, levando-se em consideração os impactos econômicos e financeiros sofridos pelo contribuinte devido à pandemia.</p>
<p class="p1">Considera-se impacto na capacidade de geração de resultados das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte a redução, em qualquer percentual, da soma da receita bruta mensal de 2020, com início no mês de março e fim no mês imediatamente anterior ao mês de adesão, em relação à soma da receita bruta mensal do mesmo período de 2019, apurada na forma do art. 12 do <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-Lei/del1598compilado.htm"><span class="s1">Decreto-Lei n. 1.598, de 26 de dezembro de 1977</span></a>.</p>
<p class="p1">Independentemente da capacidade de pagamento das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte inscritas, são considerados irrecuperáveis os débitos de titularidade de devedores falidos e em recuperação judicial. Diante disso, o contribuinte interessado deverá prestar informações, demonstrando esses impactos financeiros sofridos. Com base na capacidade de pagamento estimada do contribuinte, será disponibilizada proposta de transação para adesão.</p>
<h3><b>Benefícios</b></h3>
<p class="p1">Essa modalidade de transação permite que a entrada, referente a 4% do valor total (sem descontos) das inscrições selecionadas, seja parcelada em até 12 meses. Já o pagamento do saldo restante poderá ser dividido em até 133 meses, sendo que o valor mínimo da prestação não poderá ser inferior a R$ 100,00. Há também a possibilidade de descontos de até 100% sobre os valores de multas, juros e encargos legais.</p>
<p class="p1">O desconto concedido, no entanto, não poderá ser superior a 70% do valor total da dívida. Além disso, o percentual do desconto será definido a partir da capacidade de pagamento do contribuinte e do prazo de negociação escolhido.</p>
<h3><b>Como aderir</b></h3>
<p class="p1">O procedimento de adesão possui três etapas, sendo todas realizadas por meio do <a href="https://www.regularize.pgfn.gov.br/"><span class="s1">Regularize</span></a>, na opção <i>Negociação de Dívida</i> &gt; <i>Acessar o Sispar</i>.</p>
<p class="p6"><span class="s2">No ambiente do Sispar, no menu <i>Declaração de Receita/Rendimento</i></span>, o contribuinte deverá preencher o formulário eletrônico com as seguintes informações:</p>
<ul class="ul1">
<li style="list-style-type: none;">
<ul class="ul1">
<li class="li6">endereço completo;</li>
<li class="li6">nome, CPF e endereço completo dos atuais sócios, diretores, gerentes e administradores;</li>
<li class="li6">receita bruta mensal (janeiro a dezembro) relativa aos exercícios de 2019 e 2020, sendo, neste último caso, até o mês imediatamente anterior ao mês de prestação das informações necessárias à formulação pela PGFN da proposta de transação por adesão;</li>
<li class="li6">quantidade de empregados (com vínculo formal) na data de prestação das informações necessárias à formulação pela PGFN da proposta de transação por adesão e nos meses imediatamente anteriores, a partir de janeiro de 2020;</li>
<li class="li6">quantidade de admissões e desligamentos mensais<span class="s2"> no exercício de 2020;</span></li>
<li class="li1">quantidade de contratos de trabalhos suspensos no exercício de 2020, com fundamento no art. 8º da Medida Provisória n. 936, de 1º de abril de 2020;</li>
<li class="li1">valor total dos bens, direitos e obrigações da pessoa jurídica existentes no mês anterior à adesão.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p class="callout">A Transação somente estará disponível para os contribuintes com classificação (reduzida) “C” ou “D”.</p>
<p class="p1">Feito isso, caso a classificação (reduzida) para transação seja “C” ou “D”, o contribuinte deverá realizar o pedido de adesão ao acordo, disponível no menu Adesão &gt; opção <i>Transação</i>.</p>
<p class="p1">Após a adesão, o contribuinte deverá pagar o documento de arrecadação da primeira parcela para a transação ser efetivada.</p>
<p class="p1">O acordo será cancelado se a primeira parcela não for paga até a data de vencimento, que é o último dia útil do mês da adesão. Neste caso, o contribuinte deverá fazer o pedido de adesão novamente, desde que a modalidade esteja no prazo de vigência.</p>
<p>A Transação Excepcional para débitos apurados na forma do Simples Nacional é regulamentada pela <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-18.731-de-6-de-agosto-de-2020-270969386"><span class="s1">Portaria n. 18.731, de 6 de agosto de 2020</span></a>, e autorizada pela <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/lei-complementar-n-174-de-5-de-agosto-de-2020-270712421"><span class="s1">Lei Complementar n. 174, de 5 de agosto de 2020</span></a>.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.gov.br/pt-br/noticias/financas-impostos-e-gestao-publica/2020/08/contribuintes-afetados-pela-pandemia-poderao-negociar-debitos#:~:text=Modalidade%20est%C3%A1%20dispon%C3%ADvel%20para%20ades%C3%A3o%20at%C3%A9%2029%20de%20dezembro%20de%202020.&amp;text=A%20Procuradoria%2DGeral%20da%20Fazenda,no%20regime%20do%20Simples%20Nacional" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Governo do Brasil</a></p>
</div>
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		<item>
		<title>Descubra como a recuperação judicial pode ser a luz no fim do túnel para o seu negócio</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/recuperacao-judicial-saiba-como-salvar-o-seu-comercio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2020 15:23:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de negócio]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação Judicial]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Pagamento de credores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se o seu comércio mergulhou em uma crise financeira profunda, você ainda tem uma chance de salvá-lo, com o pedido de recuperação judicial.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">Se o seu comércio mergulhou em uma crise financeira profunda, você ainda tem uma chance de salvá-lo, com o pedido de <strong>recuperação judicial</strong>. Saiba como e quando solicitar!</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O mundo inteiro está passando por uma crise profunda, advinda do contexto da pandemia de COVID-19, que fez muita gente fechar as portas de seus negócios, por motivo de falência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitos empresários do ramo do comércio, inclusive, tiveram pedidos de empréstimo negados, e isso foi determinante para que eles não pudessem cumprir com todas as suas obrigações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, existe uma luz no fim do túnel que boa parte dos gestores não chegaram a consideram: a <strong>recuperação judicial.</strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E esse é o tema do nosso artigo de hoje, que vamos explicar para você sobre quem pode pedir e quando solicitar a <strong>recuperação judicial.</strong></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos lá!</span></p>
<h2><b>O que é a </b><strong>recuperação judicial</strong><b>?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Como já falamos anteriormente, essa é a medida a ser tomada em último caso &#8211; realmente como uma luz no fim do túnel que pode reverter uma situação completamente adversa a respeito das finanças do seu comércio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Através do pedido de <strong>recuperação judicial</strong>, você tem uma última cartada para evitar a falência do seu negócio e, como o próprio nome já diz, recuperar as atividades do seu comércio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com isso, você evita:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Demissões;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Não pagamento de credores.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse pedido precisa ser muito bem elaborado, principalmente mostrando a sua boa-fé em regularizar todas as pendências do seu comércio, através de um plano que ateste que você tem condições de recuperar o seu negócio e cumprir com todas as suas dívidas, mesmo com todas as dificuldades.</span></p>
<h2><b>Como pedir?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O pedido de <strong>recuperação judicial</strong> é feito através do judiciário, onde você deve estar munido de toda documentação do seu comércio, inclusive priorizando os dados contábeis, que podem comprovar a real situação que o seu comércio está atravessando.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembra do plano de recuperação que falamos no tópico anterior?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele é muito importante para que você possa demonstrar a sua boa vontade em sanar todas as pendências e reerguer o seu negócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para ter direito, o empresário precisa:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Não ter utilizado deste benefício nos 5 anos anteriores;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Não ser falido ou, se algum dia isso ter acontecido, ter cumprido com todas as obrigações;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Você e os seus sócios não terem sido condenados nos crimes presentes na Lei 11.101/05 (Lei das falências).</span></li>
</ul>
<h2><b>Quando pedir a </b><strong>recuperação judicial</strong><b>?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Bom, como já falamos, esse pedido deve ser feito quando, realmente, o seu comércio estiver à beira da falência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como o juiz terá acesso a toda a contabilidade do seu negócio, ele irá constatar a veracidade da sua situação, para poder conceder o que você pleiteia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, pedir uma <strong>recuperação judicial</strong>, não estando passando por uma situação próxima à falência, será perda de tempo.</span></p>
<h2><b>O seu comércio vai sair dessa!</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ninguém deseja passar por uma situação como essa, mas a verdade é que, mesmo quando não existia um cenário de pandemia, alguns gestores já atuavam de forma a não priorizar a contabilidade em seus negócios, desde o momento da abertura da empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, se você ama o que faz e o seu comércio é o seu ganha-pão, conte sempre conosco para que as suas finanças estejam sempre em dia e muito bem organizadas.</span></p>
<p>Fonte: <a href="https://abrirumnegociolucrativo.com.br/recuperacao-judicial-saiba-como-salvar-o-seu-comercio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Abrir Um Negócio Lucrativo</a></p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/recuperacao-judicial-saiba-como-salvar-o-seu-comercio/">Descubra como a recuperação judicial pode ser a luz no fim do túnel para o seu negócio</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
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		<item>
		<title>A esperança é a última que morre: uma alternativa antes de decretar falência</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/a-esperanca-e-a-ultima-que-morre-uma-alternativa-antes-de-decretar-falencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2020 10:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação Judicial]]></category>
		<category><![CDATA[ações após pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Conciliação em falências de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Nacional de Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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		<category><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística]]></category>
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		<category><![CDATA[Processos de recuperação judicial e falência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medidas aprovadas para estimular conciliação em falência é para preparar Judiciário para aumento de ações após pandemia.</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/a-esperanca-e-a-ultima-que-morre-uma-alternativa-antes-de-decretar-falencia/">A esperança é a última que morre: uma alternativa antes de decretar falência</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><em>CNJ cria regras para estimular conciliação em falências de empresas</em></h2>
<h3 class="linhadeOlho" style="text-align: center;"><em>Medidas aprovadas para estimular conciliação em falência é para preparar Judiciário para aumento de ações após pandemia.</em></h3>
<div class="data">
<p>Para estimular a conciliação nos processos de recuperação judicial e falência de empresas, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou novas regras.</p>
<p>A medida foi tomada com o objetivo de preparar o Judiciário brasileiro para o aumento de ações envolvendo empresas que estão em dificuldades financeiras devido aos efeitos econômicos da pandemia de Covid-19.</p>
<p>Pelas resoluções aprovadas pelo conselho, os tribunais poderão propor a mediação dos conflitos entre empresários, credores e trabalhadores nos moldes dos procedimentos que são realizados no Centro Judiciário de Solução de Conflitos (Cejusc), instalados em todos os tribunais.</p>
<p>Além disso, há outra medida que prevê a padronização dos relatórios que devem ser apresentados pelas pessoas nomeadas como administradores judiciais, que deverão ser enviados periodicamente aos juízes para ajudar na condução do processo.</p>
<p>Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 522 mil empresas fecharam definitivamente desde o início da pandemia do novo coronavírus no Brasil.</p>
<p>Das firmas que continuam abertas, 70% relataram queda no faturamento e 34% fizeram demissões.</p>
<p class="fontecontabeis">Fonte: <em>Agência Brasil</em></p>
</div>
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		<title>Será que você já considerou todas as alternativas que podem fazer com que seu negócio sobreviva à crise?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2020 12:36:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Linha de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Pronampe]]></category>
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		<category><![CDATA[Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte]]></category>
		<category><![CDATA[Receita bruta anual]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação Judicial]]></category>
		<category><![CDATA[Reorganização financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como buscar alternativas financeiras para seu negócio sobreviver à crise</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><em>Entenda como buscar alternativas financeiras para seu negócio sobreviver à crise</em></h2>
<h3 class="linhadeOlho" style="text-align: center;"><em>Renegociação de empréstimos e novas linhas de financiamentos são algumas alternativas aos micro, pequenos e médios empresários.</em></h3>
<p>Com a crise econômica instaurada devido às medidas de contenção da pandemia causada pelo novo coronavírus, como o afastamento social e o fechamento do comércio, a saúde financeira de empresas de inúmeros segmentos foi afetada.</p>
<p>Segundo Otávio Carvalho, advogado do escritório Dosso Toledo Advogados, esse é o momento de os empresários avaliarem com cautela as medidas que devem ser tomadas.</p>
<p>Nesse cenário, ainda é comum que os micro e pequenos empresários sintam de maneira mais intensa os reflexos econômicos, como aponta dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, o Sebrae. Pelo menos 600 mil pequenos negócios baixaram suas portas no Brasil em razão da pandemia, de acordo com a instituição. Até agora, quase nove milhões de pessoas foram demitidas.</p>
<blockquote><p>O advogado avalia por onde os empresários afetados pela atual conjuntura devem começar. “Caso o negócio já possua alguma dívida ou empréstimo, deve, sem dúvidas, tentar a negociação dos contratos já vigentes. Esse deve ser o primeiro passo adotado. Além disso, é preciso analisar o comprometimento de sua produção por conta da pandemia, e assim tentar a redução de custos fixos. Uma possibilidade é a renegociação do contrato de locação do imóvel comercial”, orienta Otávio.</p></blockquote>
<h3><strong>Soluções financeiras</strong></h3>
<p>Buscando dar fôlego ao caixa das empresas, o Banco Central editou normativas orientando as instituições financeiras a flexibilizarem a forma de pagamento de contratos de financiamento e de empréstimos.</p>
<blockquote><p>“O empresário deve se atentar para essa flexibilização, já que, na maioria das vezes, não se trata de um desconto na parcela, mas, sim, de um adiamento do vencimento. Assim, após o prazo de prorrogação concedido pelo banco, haverá a cobrança cumulativa da parcela prorrogada e daquela que naturalmente venceria naquele mês”, explica o advogado.</p></blockquote>
<p>Caso apenas a negociação de custos fixos e dívidas pré-existentes não sejam suficientes e uma injeção de investimentos tenha que ser feita, o empreendedor poderá buscar linhas de créditos fomentadas pelo governo federal para a formação de capital de giro.</p>
<p>Nesse sentido, foi editada a Lei 13.9999/2020, que instituiu o Pronampe – Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, com créditos facilitados para esse público.</p>
<p>O programa conta com linhas de crédito de até 30% da receita bruta anual, calculada com base no exercício 2019 do empreendimento interessado. Para aqueles negócios com menos de um ano de exercício, o percentual máximo passa a ser de até 50% do capital social ou até 30% da média de seu faturamento mensal, apurado desde o início das atividades – o que for mais vantajoso.</p>
<p>Outro programa de crédito foi instituído por meio da Medida Provisória 975/2020, publicada em 02/06/2020, o chamado Programa Emergencial de Acesso a Crédito. É similar ao Pronampe, mas prevê a concessão de crédito facilitado apenas às empresas de pequeno e médio porte.</p>
<h3><strong>Análise de cenário</strong></h3>
<blockquote><p>Para Otávio, “o empresário deve ter em mente sempre a viabilidade da empresa, quando toda medida para a sua preservação e manutenção de suas atividades é válida”. Porém, o advogado alerta que é necessário se atentar a duas situações.</p></blockquote>
<p>A primeira, se o financiamento, por si só, será capaz de reorganizar a empresa, oferecendo o fluxo de caixa necessário para o pagamento de suas contas e retomada/continuidade das atividades. Se a resposta for positiva e somente com ele for possível cumprir essas demandas, o empréstimo pode ser solicitado.</p>
<blockquote><p>Em uma segunda situação, “a empresa pode ser viável, mas o investimento, por si só, não fará com que o negócio cumpra com suas obrigações de forma adequada. Ou seja, não é suficiente para a solução do problema. Neste caso, a recuperação judicial pode ser uma alternativa para preservação da empresa”, comenta Otávio.</p></blockquote>
<p>No entanto, há ainda um outro cenário. Empreendimentos com dívidas muito superiores a sua capacidade de geração de renda, de forma que nem mesmo novos investimentos, uma reorganização financeira ou a recuperação judicial sejam medidas eficientes para superação da crise, podem decretar falência.</p>
<blockquote><p>“É uma alternativa para liquidação da empresa e pagamento dos credores, buscando ao máximo a preservação dos bens pessoais de seus sócios”, afirma.</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/43511/entenda-como-buscar-alternativas-financeiras-para-seu-negocio-sobreviver-a-crise/?utm_source=link&amp;utm_medium=home&amp;utm_campaign=PlantaoCovid19" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Contábeis</a></p>
<div class="data"></div>
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		<title>Mais de 7 mil empresas estão em Recuperação Judicial no país</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/mais-de-7-mil-empresas-estao-em-recuperacao-judicial-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2020 00:08:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação Judicial]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[microempresas]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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		<category><![CDATA[Secretário da Fazenda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Devido a crise de coronavírus, 7 mil empresas estão em Recuperação Judicial e o número pode crescer.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="linhadeOlho"><em>Devido a crise de coronavírus, 7 mil empresas estão em Recuperação Judicial e o número pode crescer.</em></h2>
<h3>Mais de 7 mil empresas estão em recuperação judicial e outras 220 já entraram em processo de falência no Brasil.</h3>
<p>O número foi revelado nesta quinta-feira, 28, pelo secretário especial da Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, que admitiu haver uma preocupação do governo em relação ao número de empresas que podem falir em meio à crise econômica causada pelo novo coronavírus.</p>
<blockquote><p>&#8220;Hoje, existem cerca de 220 empresas em estado falimentar. [&#8230;] Existem 7,2 mil ou 7 mil e poucas empresas em recuperação judicial, que remontam um total de crédito ligado a elas de R$ 285 bilhões&#8221;, revelou Waldery Rodrigues, que representou o Ministério da Economia em audiência pública promovida pela comissão mista que acompanha o enfrentamento da covid-19 no Congresso Nacional nesta quarta-feira.</p></blockquote>
<h3><strong>Recuperação Judicial</strong></h3>
<p>De acordo com Waldery, esses números de empresas que estão em recuperação judicial podem crescer ainda mais.</p>
<blockquote><p>“Esse número pode crescer. Mas a gente não deseja isso. Queremos criar condições de manutenção das cadeias produtivas e não uma série de falências solicitadas. [&#8230;] Esse número está sendo olhado com uma lupa, para que não cresça, para que tenhamos condições de recuperação da economia e de reverter esse quadro tão logo possível&#8221;, afirmou.</p></blockquote>
<p>Para isso, Waldery disse que o governo vai entrar em contato com os parlamentares para alinhar os projetos que estão tramitando no Congresso Nacional com o intuito de atualizar a lei de falências e de recuperação judicial brasileira.</p>
<h3><strong>Crédito</strong></h3>
<p>O secretário da Fazenda também foi questionado, contudo, sobre o que o governo vai fazer para destravar a concessão de crédito para as empresas brasileiras e, assim, ajudar esses negócios a sobreviver a essa crise. Houve pressão, sobretudo, para a liberação de crédito para as micro e pequenas empresas, que foram duramente afetadas pelo coronavírus, mas estão há semanas reclamando da dificuldade de obter crédito na pandemia.</p>
<p>Waldery alegou que o governo está de olho nas linhas de crédito emergenciais anunciadas em meio ao coronavírus e no que é preciso fazer para &#8220;empurrar esses recursos&#8221;, para que eles de fato cheguem na ponta e não fiquem empoçados nos bancos. Porém, não apresentou novas medidas em relação ao crédito.</p>
<p>O secretário lembrou que o Executivo já está fazendo os ajustes burocráticos necessários para colocar o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) para rodar. O Pronampe foi aprovado há mais de um mês pelo Congresso e foi sancionado na semana passada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas ainda está sendo regulado e, por isso, ainda não está atendendo os pequenos negócios.</p>
<p>Waldery ainda disse que o programa de financiamento da folha das pequenas e médias empresas, que não teve o retorno esperado no primeiro mês de operação, deve ter uma procura maior na sua segunda parcela, segundo estudos do Banco Central. E garantiu que outra linha de crédito focada das médias empresas também deve ser lançada em breve através do Fundo Garantidor de Investimentos (FGI), bem como o socorro a grandes empresas como as companhias aéreas.</p>
<p>Fonte:<a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/43209/mais-de-7-mil-empresas-estao-em-recuperacao-judicial-no-pais/?utm_source=link&amp;utm_medium=home&amp;utm_campaign=PlantaoCovid19" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Contábeis</a></p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/mais-de-7-mil-empresas-estao-em-recuperacao-judicial-no-pais/">Mais de 7 mil empresas estão em Recuperação Judicial no país</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
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		<item>
		<title>Negócios: Plano de Recuperação Judicial</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/negocios-plano-de-recuperacao-judicial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2020 10:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Recuperação Judicial]]></category>
		<category><![CDATA[Código Tributário Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Credor]]></category>
		<category><![CDATA[Laudo]]></category>
		<category><![CDATA[negocios]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação Judicial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A recuperação judicial tem por objetivo viabilizar a superação da situação de crise econômico-financeira do devedor, a fim de permitir a manutenção do funcionamento da empresa, através dos empregos e do adimplemento das dívidas, promovendo-se a sua preservação, sua função social e o estímulo à atividade econômica.</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/negocios-plano-de-recuperacao-judicial/">Negócios: Plano de Recuperação Judicial</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A recuperação judicial tem por objetivo viabilizar a superação da situação de crise econômico-financeira do devedor, a fim de permitir a manutenção do funcionamento da empresa, através dos empregos e do adimplemento das dívidas, promovendo-se a sua preservação, sua função social e o estímulo à atividade econômica.</p>
<p>O plano de recuperação judicial da empresa cujos requisitos estão presentes nos artigos 53 e seguintes da Lei n.11.101/2005 é peça essencial apresentada pelo devedor em juízo no prazo improrrogável de 60 (sessenta) dias da publicação da decisão que deferir o processamento da recuperação judicial.</p>
<p>Quando apresentado em Juízo, o plano de recuperação deverá conter:</p>
<p>1–discriminação pormenorizada dos meios de recuperação a serem empregados, conforme o art. 50 da Lei 11.101/2005, e seu resumo;</p>
<p>2– demonstração de sua viabilidade econômica; e</p>
<p>3 – laudo econômico-financeiro e de avaliação dos bens e ativos do devedor, subscrito por profissional legalmente habilitado ou empresa especializada.</p>
<p>O plano de recuperação judicial não poderá prever prazo superior a 1 (um) ano para pagamento dos créditos derivados da legislação do trabalho ou decorrentes de acidentes de trabalho vencidos até a data do pedido de recuperação judicial.</p>
<p>Além disso, não poderá prever prazo superior a 30 (trinta) dias para o pagamento, até o limite de 5 (cinco) salários-mínimos por trabalhador, dos créditos de natureza estritamente salarial vencidos nos 3 (três) meses anteriores ao pedido de recuperação judicial.</p>
<p>Uma vez confeccionado, a publicidade do plano se dará por ordem judicial da publicação de edital contendo aviso aos credores sobre o recebimento do plano de recuperação e fixando o prazo para a manifestação de eventuais objeções, observado o art. 55 da Lei 11.101/2005.</p>
<p>Se, na data da publicação da relação dos credores habilitados para a manifestação em relação ao plano de recuperação judicial, não tenha sido publicado o aviso aos mesmos sobre o plano apresentado pelo devedor, o prazo de publicação contará deste o prazo para as objeções advindas dos credores.</p>
<p>Inclusive, no que concerne aos credores, qualquer deles poderá manifestar ao juiz sua objeção ao plano de recuperação judicial no prazo de 30 (trinta) dias contado da publicação da relação de credores.</p>
<p>Caso um ou mais de um credor apresente objeção ao plano de recuperação judicial, o juiz convocará a assembleia geral de credores para deliberar sobre o plano de recuperação.</p>
<p>Neste momento, o plano poderá sofrer alterações, desde que haja expressa concordância do devedor e em termos que não impliquem diminuição dos direitos exclusivamente dos credores ausentes.</p>
<p>Se rejeitado o plano de recuperação pela assembleia geral de credores, o juiz decretará a falência do devedor.</p>
<p>Entretanto, se aprovado o plano, sua juntada aos autos se dará pela assembleia geral de credores. Não ocorrendo a referida juntada, decorrido o prazo de 30 (trinta) dias sem objeção de credores, o devedor apresentará certidões negativas de débitos tributários nos termos dos artigos 151,205, 206<a href="https://www.jornalcontabil.com.br/negocios-plano-de-recuperacao-judicial/#_ftn1">[1]</a>, do Código Tributário Nacional.</p>
<p><a href="https://www.jornalcontabil.com.br/negocios-plano-de-recuperacao-judicial/#_ftnref1">[1]</a> <strong>Art. 151.</strong> Suspendem a exigibilidade do crédito tributário:</p>
<p>I &#8212; moratória;</p>
<p>II &#8212; o depósito do seu montante integral;</p>
<p>III &#8212; as reclamações e os recursos, nos termos das leis reguladoras do processo tributário administrativo;</p>
<p>IV &#8212; a concessão de medida liminar em mandado de segurança.</p>
<p>V – a concessão de medida liminar ou de tutela antecipada, em outras espécies de ação judicial;</p>
<p>VI – o parcelamento.</p>
<p>Parágrafo único. O disposto neste artigo não dispensa o cumprimento das obrigações assessórios dependentes da obrigação principal cujo crédito seja suspenso, ou dela conseqüentes.</p>
<p><strong>Art. 205.</strong> A lei poderá exigir que a prova da quitação de determinado tributo, quando exigível, seja feita por certidão negativa, expedida à vista de requerimento do interessado, que contenha todas as informações necessárias à identificação de sua pessoa, domicílio fiscal e ramo de negócio ou atividade e indique o período a que se refere o pedido.</p>
<p>Parágrafo único. A certidão negativa será sempre expedida nos termos em que tenha sido requerida e será fornecida dentro de 10 (dez) dias da data da entrada do requerimento na repartição.</p>
<p><strong>Art. 206.</strong> Tem os mesmos efeitos previstos no artigo anterior a certidão de que conste a existência de créditos não vencidos, em curso de cobrança executiva em que tenha sido efetivada a penhora, ou cuja exigibilidade esteja suspensa.</p>
<p>Cumpridas as exigências da Lei de Recuperação Empresarial, o juiz concederá a recuperação judicial do devedor cujo plano não tenha sofrido objeção pelo credor ou tenha sido aprovado pela assembleia geral de credores.</p>
<p>Há ainda, a possibilidade do juiz conceder a recuperação judicial com base em plano que não obteve aprovação na forma do artigo 45 da Lei de Recuperação Empresarial, desde que, na mesma assembleia, tenha obtido, de forma cumulativa:</p>
<p>a) o voto favorável de credores que representem mais da metade dovalor de todos os créditos presentes à assembleia, independentemente de classes;</p>
<p>b)  a aprovação de 2 (duas) das classes de credores ou, caso haja somente 2 (duas) classes com credores votantes, a aprovação de pelo menos 1 (uma) delas;</p>
<p>c) na classe que o houver rejeitado, o voto favorável de mais de 1/3 (um terço) dos credores, computados da seguinte forma, o que a proposta deverá ser aprovada por credores que representem mais da metade do valor total dos créditos presentes à assembleia e, cumulativamente, pela maioria simples dos credores presentes, e em relação a classe dos titulares de créditos trabalhistas e acidentes de trabalho, o que a  proposta deverá ser aprovada pela maioria simples dos credores presentes, independentemente do valor de seu crédito.</p>
<p>A recuperação judicial somente poderá ser concedida se o plano não implicar tratamento diferenciado entre os credores da classe que o houver rejeitado.</p>
<p>Após o período de 2 (dois) anos, no caso de descumprimento de qualquer obrigação prevista no plano de recuperação judicial, qualquer credor poderá requerer a execução específica ou a falência com base no art. 94 da Lei n. 11.101/2005.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.jornalcontabil.com.br/negocios-plano-de-recuperacao-judicial/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jornal Contabil</a></p>
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		<item>
		<title>A crise empresarial e as possíveis soluções</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/a-crise-empresarial-e-as-possiveis-solucoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2020 11:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação Judicial]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Brasileira de Jurimetria]]></category>
		<category><![CDATA[Crise empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Fechamento de filiais]]></category>
		<category><![CDATA[redução de custos]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de juros civilizadas]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de jurus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estamos em uma crise sem precedentes na história contemporânea. O encolhimento da atividade econômica deixou as corporações sem saber exatamente o que devem fazer, bem como qual cenário virá quando as atividades voltarem ao normal.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><em>Estamos em uma crise sem precedentes na história contemporânea. </em></h2>
<h3>O encolhimento da atividade econômica deixou as corporações sem saber exatamente o que devem fazer, bem como qual cenário virá quando as atividades voltarem ao normal.</h3>
<p>O grupo de empresários liderado pelo fundador da XP Investimentos, Guilherme Benchimol, corroborando com o entendimento da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) sugeriu para o presidente da Caixa e outros grandes empresários do país, a necessidade de um plano “Marshall”, em alusão ao plano liderado pelos EUA para a reconstrução da Europa após a devastação pela Segunda Guerra Mundial. A ideia é evitar que o Brasil entre numa situação de caos social pelas medidas adotadas para a contenção da pandemia do novo coronavírus.</p>
<p>Neste cenário de incertezas, as empresas precisarão de um plano estratégico para conter os efeitos causados no mercado. Isso inclui se reinventar para sobreviver, sejam elas capitalizadas ou não.</p>
<p>As empresas capitalizadas, com boa lucratividade e liquidez, tendem a sofrer menos. Como forma de diminuir os estragos causados pela fraca atividade econômica, devem renegociar novos prazos com grande parcela de fornecedores, na tentativa de preservar parte de sua liquidez, mantendo reservas para quando haja a retomada dos negócios.</p>
<p>No caso de empresas descapitalizadas, que apresentam prejuízos e baixa liquidez, é provável que haja suspensão de todos os pagamentos programados, pois não há agente financeiro disposto a realizar operações para viabilizar o seu fluxo de caixa, nem para desconto de títulos de primeira linha há interessados. <em>Factoring</em><em>s</em><em>, </em><em>f</em><em>idc</em><em>s</em> e bancos aguardam propostas de ações do governo para conter a crise.</p>
<p>Sem socorro para as empresas por parte dos bancos, em especial os controlados pelo governo, não é difícil concluir que muitas empresas irão à bancarrota, gerando uma legião de desempregados e de processos falimentares. Na tentativa de auxiliar no equilíbrio do caixa, as empresas terão que adotar outras medidas, como, por exemplo:</p>
<p>• Redução de custos e despesas;</p>
<p>• Reavaliação dos investimentos em curso e programados;</p>
<p>• Redução da atividade, caso necessário, acompanhada de redução de pessoal;</p>
<p>• Descontinuidade da produção de determinado produto ou linha que não possui margens adequadas;</p>
<p>• Fechamento de filiais;</p>
<p>• Renegociação de contratos comerciais, de empréstimos e financiamentos, pactuando novos prazos e juros menores.</p>
<p><strong>Recuperação judicial</strong></p>
<p>Caso a adoção destas medidas não seja suficiente, ainda há a possibilidade pedir socorro no instituto da Recuperação Judicial (RJ). Diferente de outras negociações com credores, a lei possibilita a suspensão das obrigações, vencidas ou vincendas, e das execuções do devedor pelo prazo de 180 dias, podendo ser prorrogado. Assim, o devedor terá tempo e tranquilidade para realizar uma reestruturação no seu negócio e apresentar um plano de pagamento de suas dívidas que caiba dentro das condições operacionais e financeiras da empresa neste novo cenário.</p>
<p>Um plano de recuperação judicial bem elaborado pode trazer excelente resultado para a empresa, pois, em regra, são aprovados com carência para o início dos pagamentos (média 18 meses), prazos alongados para amortização das dívidas (média 10 anos), taxas de juros civilizadas (TR/Selic), e ainda, deságio sobre o valor principal (média 50%). São condições que possibilitam a retomada da maioria das empresas que acessam o instituto, conforme estudo realizado pela Associação Brasileira de Jurimetria (as taxas de aprovação do plano chegam a 81,1% nas varas especializadas e 71,2% nas varas comuns).</p>
<p>Atualmente a recuperação judicial não é vista com bons olhos pelos empresários, especialmente por não conhecerem o instituto e os resultados que ele pode trazer. Trata-se de um excelente instrumento para salvar empresas que não possuem mais uma solução de mercado, ou esta se apresenta muito onerosa, obrigando, por exemplo, a abertura da sociedade para investidores externos, levando a perda do controle societário; ou mesmo, obrigando a renegociação das dívidas mediante a exigência de garantias excessivas, taxas de juros elevadas e prazos desfavoráveis, dentre outras cláusulas leoninas impostas ao devedor.</p>
<p>Em síntese, a pandemia fará as empresas se reinventarem, independente do seu tamanho e da sua saúde financeira, buscando soluções internas, de mercado, ou mesmo jurídicas, como no caso da recuperação judicial, viabilizando o seu soerguimento e a preservação da sua função social.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.jornalcontabil.com.br/a-crise-empresarial-e-as-possiveis-solucoes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jornal Contábil</a></p>
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