<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de CPC 51 - MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</title>
	<atom:link href="https://morocontabil.com.br/tag/cpc-51/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://morocontabil.com.br/tag/cpc-51/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 14 May 2026 13:16:12 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">228224920</site>	<item>
		<title>DRE na contabilidade em transição: o que muda com a IFRS 18 e o CPC 51 a partir de 2027</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/dre-na-contabilidade-em-transicao-o-que-muda-com-a-ifrs-18-e-o-cpc-51-a-partir-de-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[CPC 51]]></category>
		<category><![CDATA[DRE]]></category>
		<category><![CDATA[IFRS]]></category>
		<category><![CDATA[imposto de renda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://morocontabil.com.br/?p=99808</guid>

					<description><![CDATA[<p>A DRE na contabilidade brasileira vive a maior reformulação das últimas duas décadas. Em abril de 2024, o IASB publicou a IFRS 18, norma que substitui a IAS 1 na parte de apresentação e divulgação das demonstrações financeiras. No Brasil, ela foi convergida para o CPC 51, aprovado em outubro de 2025 pelo Comitê de  [...]</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/dre-na-contabilidade-em-transicao-o-que-muda-com-a-ifrs-18-e-o-cpc-51-a-partir-de-2027/">DRE na contabilidade em transição: o que muda com a IFRS 18 e o CPC 51 a partir de 2027</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A DRE na contabilidade brasileira vive a maior reformulação das últimas duas décadas. Em abril de 2024, o IASB publicou a IFRS 18, norma que substitui a IAS 1 na parte de apresentação e divulgação das demonstrações financeiras.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, ela foi convergida para o CPC 51, aprovado em outubro de 2025 pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis e ratificado pela Resolução CVM 237/2025.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A adoção obrigatória vale para exercícios sociais iniciados a partir de 1º de janeiro de 2027, com apresentação de comparativos do ano anterior, o que torna 2026 um período crítico de preparação.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para empresas em crescimento, esse não é um detalhe técnico distante. É mudança que afeta como margem, lucro operacional e desempenho aparecem nos relatórios usados por bancos, investidores, sócios e gestão.</p>
<h2 class="wp-block-heading">O que motivou a nova norma</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Investidores e analistas reclamavam há anos de duas limitações da DRE no padrão antigo:</p>
<ul class="wp-block-list"><li><strong>Falta de comparabilidade</strong> entre empresas, especialmente do conceito de lucro operacional, definido caso a caso.</li><li><strong>Proliferação de medidas não contábeis</strong> em comunicados ao mercado, como EBITDA ajustado e lucro recorrente, sem reconciliação clara com os números auditados.</li></ul>
<p class="wp-block-paragraph">A IFRS 18 e o CPC 51 respondem a essas duas frentes ao padronizar categorias, definir subtotais obrigatórios e disciplinar a divulgação de medidas de desempenho definidas pela administração.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Cinco categorias e novos subtotais obrigatórios</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A nova DRE organiza receitas e despesas em cinco categorias:</p>
<ol class="wp-block-list"><li>operacional;</li><li>investimento;</li><li>financiamento;</li><li>tributo sobre o lucro;</li><li>operações descontinuadas.</li></ol>
<p class="wp-block-paragraph">A partir dessa estrutura, passam a ser obrigatórios dois subtotais que antes ficavam à escolha da empresa:</p>
<ul class="wp-block-list"><li><strong>lucro ou prejuízo operacional</strong>, que reúne tudo o que está classificado na categoria operacional;</li><li><strong>lucro ou prejuízo antes de financiamento e impostos</strong>, que soma o operacional ao resultado da categoria de investimento.</li></ul>
<p class="wp-block-paragraph">O efeito prático é uma DRE mais padronizada, com leitura uniforme entre setores e maior clareza sobre o desempenho da operação em si, separado dos efeitos de financiamento e de aplicações financeiras.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Medidas de desempenho definidas pela administração</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A norma reconhece a utilidade de indicadores gerenciais como EBITDA ajustado, margem recorrente ou lucro normalizado. Eles, no entanto, passam a ser tratados como Medidas de Desempenho Definidas pela Administração, com regras específicas:</p>
<ul class="wp-block-list"><li>divulgação obrigatória em nota explicativa;</li><li>descrição da metodologia adotada;</li><li>reconciliação com o subtotal contábil mais próximo;</li><li>sujeição à auditoria.</li></ul>
<p class="wp-block-paragraph">Empresas que comunicam métricas próprias ao mercado precisarão revisar cálculo, governança e justificativa antes da adoção obrigatória.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Agrupamento de despesas e notas explicativas</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A IFRS 18 reforça a exigência de agregação útil das contas, com mais detalhamento sobre despesas por natureza quando a apresentação principal for por função. Itens relevantes não podem ser diluídos em rubricas genéricas, e a contabilidade precisa documentar critérios de classificação.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Esse ponto exige revisão de plano de contas, parametrização do sistema e procedimento de fechamento, com impacto direto sobre tempo de apuração e qualidade do dado.</p>
<h2 class="wp-block-heading">O que sua empresa deve fazer ao longo de 2026</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A adoção obrigatória em janeiro de 2027 exige comparativos de 2026, o que significa que o ano em curso deve ser tratado como exercício de transição.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Recomenda-se trabalhar uma agenda estruturada de preparação:</p>
<ul class="wp-block-list"><li>mapear o impacto da nova classificação sobre as principais linhas da DRE;</li><li>revisar plano de contas e parametrizações do ERP;</li><li>simular a nova apresentação com dados reais do exercício corrente;</li><li>identificar quais indicadores gerenciais se tornarão Medidas de Desempenho Definidas pela Administração;</li><li>treinar áreas de finanças, controladoria e relacionamento com investidores.</li></ul>
<p class="wp-block-paragraph">Empresas que deixarem essa preparação para o último trimestre tendem a fechar 2026 sem capacidade de produzir comparativos consistentes.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Da norma à decisão de gestão</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Mais do que cumprir a exigência, a transição para a nova DRE é oportunidade para revisar como a empresa lê o próprio desempenho.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Subtotais padronizados, segregação clara entre operação, investimento e financiamento e maior transparência sobre métricas internas tendem a melhorar o diálogo com bancos, investidores e sócios.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://morocontabil.com.br/">MORO Contabilidade</a> trabalha a DRE em padrão consultivo, integrando Contabilidade Premium, Consultoria, Auditoria e Gestão Financeira BPO para preparar empresas para a adoção do CPC 51 sem perder a qualidade da informação gerencial.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Fale com a nossa equipe e entenda como estruturar a transição para a nova DRE com segurança técnica e leitura estratégica.</p><p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/dre-na-contabilidade-em-transicao-o-que-muda-com-a-ifrs-18-e-o-cpc-51-a-partir-de-2027/">DRE na contabilidade em transição: o que muda com a IFRS 18 e o CPC 51 a partir de 2027</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">99808</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
