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	<title>Arquivo de ICMS - MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</title>
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		<title>Impostos de importação &#8211; quais são?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2021 10:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Impostos de importação]]></category>
		<category><![CDATA[Cofins]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Empresário, descubra agora quais são os impostos de importação e evite problemas financeiros e com os órgãos fiscalizadores</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Descubra agora quais são os impostos de importação</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Empresário, descubra agora quais são os impostos de importação e evite problemas financeiros e com os órgãos fiscalizadores</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Abrir uma empresa é sinônimo de lidar com uma série de burocracias e de obrigações tributárias que podem ser bem complexas de se entender, graças à complexidade da legislação brasileira referente ao assunto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E o domínio dos impostos a serem pagos pode ser ainda mais difícil no caso de negócios que trabalhem com importação, afinal, impostos específicos incidem sobre essa modalidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então, se você deseja ficar por dentro dos seus deveres, continue conosco, pois, neste artigo, falaremos sobre os impostos de importação, a fim de te ajudar a ficar sempre em dia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, tenha uma excelente leitura!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Impostos de importação &#8211; quais são?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Como mencionamos anteriormente, existem muitos tributos diferentes, e é claro que não é diferente com os impostos de importação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Viemos aqui para te ajudar, então separamos alguns exemplos fundamentais para que você se situe e para que cumpra suas obrigações com tranquilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">ICMS: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">PIS/PASEP: Programa de Integração Social e Formação do Patrimônio do Servidor Público;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">COFINS: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">IPI: Impostos sobre Produção Industrial;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">II: Imposto de Importação.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Boa parte desses impostos de importação é federal, e vale mencionar também que ,além de entendê-los, é preciso conhecer os prazos, as alíquotas e os demais aspectos que rodeiam esse tema.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Não se esqueça de cumprir suas obrigações</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O pagamento de impostos de importação é obrigação de uma empresa que trabalha nesse ramo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, o seu não cumprimento pode garantir uma série de prejuízos para o seu negócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então, se você não pretende lidar com problemas financeiros causados por esse tipo de inadimplência, não se esqueça de pagar os impostos de importação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de problemas com multas e com sanções, sua empresa poderá ter problemas com os órgãos fiscalizadores responsáveis e, ainda, ser impedida de realizar certas atividades.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Uma contabilidade pode te ajudar nesse sentido!</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É nítido que um empresário precisa lidar com uma série de tarefas gerais e essenciais para o funcionamento do negócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E por conta disso, é praticamente impossível ter tempo hábil para cuidar dos impostos de importação e para lidar com prazos e com cálculos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, a fim de que você possa executar suas funções principais com tranquilidade, conte com o suporte de uma contabilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os profissionais dessa área são preparados para garantir que tudo que envolve a tributação do seu negócio seja cuidado com atenção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Logo, deixe os impostos de importação nas mãos de quem entende do assunto e de quem pode garantir tanto a conformidade da sua empresa, quanto a saúde financeira do seu negócio.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Conte com o nosso suporte!</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante disso, não perca mais tempo e venha fazer parte do nosso time! Somos uma contabilidade altamente preparada para lidar com esse e com outros aspectos fundamentais para o sucesso da sua empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contamos com uma equipe extremamente qualificada e que pode colocar em prática uma série de atividades e de técnicas para lidar com as reais necessidades do seu negócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E então, está esperando o que para entrar em contato conosco? Para isso, utilize as informações disponibilizadas em nosso site e descubra muito mais sobre como podemos te ajudar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estamos te aguardando!</span></p>
<p>Fonte: <a href="https://abrirempresasimples.com.br/impostos-de-importacao-quais-sao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Abrir Empresa Simples</a></p>
<p><a class="bt-post" href="/contato">PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!</a></p>
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		<title>Entenda como o planejamento tributário ajuda a enxugar os custos em sua empresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2021 10:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Impostos]]></category>
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		<category><![CDATA[regime tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Simples Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pode parecer absurdo, mas é realidade no Brasil. Mesmo sob umas das mais altas cargas tributárias do mundo, cerca de 95% das empresas brasileiras pagam impostos a mais que o devido, segundo estudo do IBGE em parceria com a Associação Comercial de São Paulo. E isso acontece mesmo em um cenário de crise econômica, como o atual, em decorrência da pandemia da Covid-19.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="entry-title" style="text-align: center;">Planejamento Tributário: Por que a maioria das empresas paga Impostos Excessivos?</h2>
<p>Pode parecer absurdo, mas é realidade no Brasil. Mesmo sob umas das mais altas cargas tributárias do mundo, cerca de 95% das empresas brasileiras pagam impostos a mais que o devido, segundo estudo do IBGE em parceria com a Associação Comercial de São Paulo. E isso acontece mesmo em um cenário de crise econômica, como o atual, em decorrência da pandemia da Covid-19.</p>
<p>Mas por que as empresas pagam mais impostos que o devido se isso vai contra a lógica de qualquer bom gestor? Quem responde é o advogado Weslen Vieira, especialista em Direito Tributário: “Principalmente por falta de planejamento tributário e do excesso de burocracia e de normas tributárias existentes hoje no Brasil”.</p>
<p>Para se ter uma ideia do emaranhado que é o sistema tributário brasileiro, um dos mais complexos do mundo, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), mais de 30 normas tributárias são criadas diariamente, o que só tende a tornar ainda mais difícil a vida das organizações. Além disso, há uma excessiva carga tributária.</p>
<p data-fetch="true">Um estudo global de 2017 (ICDE/IBGE) colocava o Brasil na 14ª posição entre as maiores cargas tributárias do mundo, com 35,04%, perdendo apenas para nações desenvolvidas.</p>
<p>A boa notícia, segundo Weslen Vieira, é que é possível resolver o problema dos impostos pagos a maior com um bom planejamento tributário. Já a questão do excesso de tributos e a burocracia poderão ser amenizados com a reforma tributária, cuja discussão está caminhando no Congresso Nacional.</p>
<h2 id="h-planejar-essencial"><strong>PLANEJAR É ESSENCIAL</strong></h2>
<p>Em relação ao planejamento tributário, este é essencial para qualquer organização, segundo o advogado, independentemente se micro, pequena, média ou grande empresa.</p>
<blockquote><p>“Percebo que falta a cultura do planejamento e daquela revisão necessária, de tempos em tempos, para verificar se a empresa está enquadrada no regime mais adequado ou no ramo de atividade que lhe proporcione tributação menos onerosa. Tem empresas, por exemplo, que uma mudança do Simples Nacional para o Lucro Presumido, por exemplo, poderia resultar em uma redução de carga tributária de até 100%”, aponta o advogado.</p></blockquote>
<h2 id="h-e-qual-o-per-odo-ideal-para-se-fazer-isso"><strong>E QUAL O PERÍODO IDEAL PARA SE FAZER ISSO?</strong></h2>
<p>O ideal é não deixar esse trabalho somente para o final ou início de ano, segundo o especialista, mas que se faça essa revisão pelo menos a cada seis meses ou sempre que houver uma alteração no faturamento da empresa, por exemplo.</p>
<p>“É lógico que, no final do ano, naquele período de férias coletivas, de revisão de metas para o ano seguinte, é um bom momento para que os gestores, a cúpula das organizações, tirem um tempo para pensar e avaliar o negócio. Mas o ideal é que façam isso pelo menos a cada seis meses”, comenta Weslen Vieira, sócio da Advocacia Vieira Spinella e Marchiotti, com sede em Maringá/PR.</p>
<h2 id="h-por-onde-come-ar-o-planejamento"><strong>POR ONDE COMEÇAR O PLANEJAMENTO</strong></h2>
<p>Segundo Vieira, que também é especialista em Controladoria pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), “o planejamento deve começar pelo levantamento do faturamento, das despesas, da margem de lucro, principais operações e operações secundárias, fornecedores e o histórico para verificar se há alguma pendência tributária”, aponta. A partir daí, de acordo com ele, é possível analisar qual o regime tributário pode ser o mais adequado.</p>
<h2 id="h-regimes-tribut-rios"><strong>REGIMES TRIBUTÁRIOS</strong></h2>
<p data-fetch="true">No Brasil há três possibilidades de enquadramento tributário: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. “Definir o regime tributário é fundamental, como já destaquei, pode onerar mais ou menos a empresa. É preciso analisar, verificar inúmeras variáveis, como faturamento, número de funcionários, ramo de atividade etc”, explica.</p>
<h2 id="h-simples-nacional"><strong>Simples Nacional</strong></h2>
<p>O Simples Nacional, de acordo com o advogado, é um regime tributário simplificado e ideal para microempresas e empresas de pequeno porte. Atende faturamento anual de até R$ 4,8 milhões.</p>
<p>Por se tratar de um recolhimento unificado e com uma menor quantidade de obrigações acessórias, se torna um regime prático, o que pode ser uma vantagem no momento da escolha.</p>
<p>Segundo o Portal do Simples Nacional, o ano de 2019 representou mais um recorde para este regime tributário, que encerrou o exercício com 5.098.050 optantes pelo regime simplificado dos tributos —  cerca de 71.484 empresas a mais, em comparação a 2018. Este foi o maior número desde a criação do regime.</p>
<p>Diferente dos outros regimes, o Simples Nacional apresenta uma tributação baseada no faturamento e não no lucro da empresa, o que pode se tornar uma desvantagem. Além disso, por se tratar de recolhimento unificado, não é possível destacar nas notas fiscais os valores pagos em ICMS e IPI, o que impede que clientes e parceiros de negócios utilizem créditos referentes aos tributos.</p>
<p>Há ramos de atividade, portanto, que não faz sentido o enquadramento no Simples, a exemplo das clínicas médicas. “Dependendo do tipo de serviço e como é emitida a nota fiscal, por exemplo na prestação de serviço hospitalar, poderia haver redução de mais de 100% do Imposto de Renda e da Contribuição Social caso optasse pelo lucro presumido.”</p>
<h2 id="h-lucro-presumido"><strong>Lucro Presumido</strong></h2>
<p>Já no Lucro Presumido, a Receita Federal presume o lucro das empresas com base na sua receita bruta auferida no ano-calendário anterior. Esse regime tributário tem como requisito o faturamento anual de até R$78 milhões e o enquadramento da atividade empresarial nas categorias permitidas para este regime. As alíquotas variam de acordo com o objeto da atividade e o valor devido pode ser apurado de modo mensal ou trimestral.</p>
<p>Esse regime é mais vantajoso do que o Lucro Real por haver alíquotas menores para PIS e COFINS. Porém, pode ocorrer de a empresa ter um lucro menor que o presumido e acabar sofrendo uma tributação maior do que seria devido no Lucro Real.</p>
<h2 id="h-lucro-real"><strong>Lucro Real</strong></h2>
<p data-fetch="true">Por fim, no Lucro Real, os tributos incidem sobre o valor da apuração contábil do resultado, levando em conta acréscimos e deduções permitidos em lei. Os optantes podem escolher pela apuração trimestral ou anual.</p>
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<p>Uma das vantagens é que os tributos são pagos de acordo com o resultado real da empresa, que pode isentá-las do pagamento de alguns tributos, como o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, caso tenha havido prejuízo no ano-calendário.</p>
<p>Como desvantagem, o regime exige maior burocracia na gestão tributária devido a sua maior complexidade e, também, maior atenção em relação ao cumprimento das obrigações acessórias – o descumprimento, por sua vez, pode gerar a incidência de multa tributária.</p>
<p>O advogado Weslen Vieira explica que a mudança de regime pode ser feita a qualquer época do ano. Por exemplo, se a empresa estiver no Simples e aumentou o faturamento, pode ir para o regime de Lucro Presumido. Apenas a opção de enquadramento no Simples Nacional que é feito no início do ano.</p>
<h2 id="h-aten-o-aos-refis"><strong>ATENÇÃO AOS REFIS</strong></h2>
<p>Outro ponto importante quando se fala em planejamento tributário é ficar atento aos Refis (refinanciamento de dívidas), tanto municipal, estadual ou federal. Isso porque muitas empresas podem se beneficiar dos descontos de juros e multas na hora de acertar as contas com o Fisco.</p>
<p>“Muitas empresas, que hoje estão com débitos, devem ficar atentas aos refis e isso tem que entrar também no planejamento tributário a ser feito”, comenta.</p>
<p>Inclusive Vieira chama a atenção para a possibilidade de um refis nacional, embora a equipe econômica do Governo Federal seja contrária. Ele explica que a Câmara dos Deputados decidiu dar início à tramitação de uma nova renegociação de dívidas de pessoas físicas e jurídicas.</p>
<p>A proposta estava parada desde maio deste ano e foi denominada Programa Extraordinário de Regularização Tributária durante a pandemia, popularmente batizada de “Refis da Covid-19”.</p>
<h2 id="h-reforma-tribut-ria-vem-a"><strong>REFORMA TRIBUTÁRIA VEM AÍ</strong></h2>
<p>O advogado Weslen Vieira, que é presidente da Comissão de Direito Tributário da OAB Maringá, destaca ainda que, especialmente neste ano, as empresas devem considerar em seus planejamentos a reforma tributária.</p>
<blockquote>
<p data-fetch="true">“Ao que tudo indica poderemos ter aprovada, finalmente, em 2021, a tão aguardada Reforma Tributária. E esta irá impactar, com toda certeza, a quase totalidade das empresas. Por isso, os gestores devem analisar os textos que estão em discussão hoje no Congresso e considerar mudanças de regime, no ramo de atividade, se for o caso, levando em consideração possíveis mudanças a serem trazidas pela reforma.”</p>
</blockquote>
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<p>Em resumo, aponta o advogado, independentemente do tamanho, ramo de atividade, situação financeira, todas as empresas devem gastar um bom tempo no planejamento tributário. E isso faz sentido ainda mais diante da situação econômica do país, em que muitas organizações passam por dificuldade financeira. Vale a pena planejar.</p>
</div>
<p>Fonte: <a href="https://www.jornalcontabil.com.br/planejamento-tributario-por-que-a-maioria-das-empresas-paga-impostos-excessivos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jornal Contábil</a></p>
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		<title>Saiba se é necessário pagar impostos para vendas online</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/saiba-se-e-necessario-pagar-impostos-para-vendas-online/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2020 03:51:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É preciso pagar impostos para venda on-line?<br />
Especialista explica em quais casos empreendedores devem pagar impostos com as suas vendas no ambiente virtual.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">É preciso pagar impostos para venda on-line?</h2>
<h3 class="linhadeOlho" style="text-align: center;">Especialista explica em quais casos empreendedores devem pagar impostos com as suas vendas no ambiente virtual.</h3>
<p>O e-commerce registrou um aumento de 145% em vendas no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com um estudo realizado pela plataforma Nuvemshop.</p>
<p>A plataforma se tornou uma alternativa para complementação de renda em meio a crise econômica provocada pela pandemia.</p>
<p>Em entrevista ao G1, o advogado tributário Carlos Pinto alerta que os empreendedores devem ter cuidado já que os impostos também incidem sobre as vendas na internet.</p>
<blockquote><p>“Muita gente acha que está livre de impostos, mas é muito importante explicarmos que existe encargos para quem vende pela internet”, afirma.</p></blockquote>
<p>Segundo o advogado, as vendas pelo WhatsApp, Instagram, loja virtual ou qualquer outro meio de plataforma eletrônica são consideradas operações de e-commerce.</p>
<p>Essas vendas também incluem os marketplaces, onde a pessoa disponibiliza o produto em uma espécie de grande vitrine para que as pessoas possam adquirir.</p>
<p>Segundo o especialista, em ambos os casos, a formalização é o melhor caminho, já que o empreendedor evita as penalidades do Fisco e, ainda, garante uma redução nos encargos.</p>
<blockquote><p>“Você precisa está regulamentado, principalmente, no que diz respeito a emissão de nota fiscal, que já traz com ela o contexto do pagamento do tributo. Então, se você tem uma empresa, um CNPJ, pelo qual você faz suas operações de venda de produtos ou serviços, a tendência é que você tenha um custo muito menor do que se você pagar imposto de renda sobre esses valores que você recebe na sua conta pessoa física.”</p></blockquote>
<h3><strong>Impostos</strong></h3>
<p>Para saber quanto pagar de impostos, o empreendedor deve se atentar ao limite de faturamento e o tipo de regime tributário.</p>
<p>No caso do microempreendedor individual, o MEI, a contribuição mensal de R$ 57,95 já inclui todos os impostos. Ou seja, ao invés de recolher diversas guias, todos os encargos são absorvidos por um valor fixo.</p>
<p>Também existem outros tipos de empresas, como, por exemplo, as sociedades unipessoais onde as pessoas podem ter a sua própria empresa sem precisar de um sócio. Por isso, é preciso analisar cada caso.</p>
<h3><strong>Regime tributário</strong></h3>
<p>Vale lembrar que é preciso se enquadrar em um regime tributário: Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real.</p>
<p><strong>Simples Nacional</strong>: Faturamento de R$ 4,8 milhões no máximo, por ano, isso já de acordo com o novo teto que entrou em vigor desde janeiro de 2018.</p>
<p>O cálculo da contribuição da empresa é feito sobre a receita bruta faturada pela empresa. Para cada nível de faturamento a contribuição aumenta de acordo com as tabelas em anexo na Lei Complementar nº 123.</p>
<p>Em cada uma das tabelas se enquadram diferentes empresas de acordo com as atividades que realizam e que deve ser considerada para o cálculo.</p>
<p><strong>Lucro Presumido</strong>: O Lucro Presumido pode ser utilizado em empresas com faturamento de até R$ 78 milhões por ano ou de R$ 6,5 milhões multiplicados pela quantia de meses de atividade do ano-calendário anterior, desde que este seja menor que doze meses.</p>
<p>A base de cálculo para recolhimento de impostos varia de acordo com a atividade de cada empresa. Devem ser considerados cálculos de IR, Contribuição social e impostos PIS, Cofins e ISS sobre a receita, ICMS e IPI.</p>
<p><strong>Lucro Real</strong>: A adesão é obrigatória para empresas que possuem um faturamento superior a R$ 78 milhões no período de apuração. Empresas com atividades relacionadas ao setor financeiro também são obrigadas a adotar esse regime.</p>
<p>No regime Lucro Real, a empresa paga o IR e a contribuição social sobre a diferença positiva entre receita da venda e os gastos operacionais em determinado período;</p>
<p>Este regime costuma interessar as empresas somente quando existe a combinação de um grande volume de faturamento com negócios que possuem margens de contribuição apertadas.</p>
<h3><strong>Fiscalização</strong></h3>
<p>Os empreendedores devem ficar atentos, já que a não formalização pode ser descoberta pela Receita.</p>
<blockquote><p>“As pessoas se iludem que não podem ser responsabilizadas tributariamente pelo fato de não pagarem e não emitirem nota, mas elas se esquecem que as transferências e movimentações são monitoradas pela Receita Federal”, alerta o advogado.</p></blockquote>
<p>Segundo o especialista, dependendo do volume, o empreendedor corre o risco de ser autuado pela Receita.</p>
<p>A pessoa vai usar esse dinheiro que recebe com as vendas do e-commerce para comprar e adquirir bens como um novo plano de saúde, um plano de telefone celular, a compra de um veículo, por exemplo.</p>
<blockquote><p>“A formalização é importante, já que a renda que a pessoa declara não vai bater com o que ela consome”, finaliza.</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/44806/e-preciso-pagar-impostos-para-venda-on-line/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Contábeis</a></p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/saiba-se-e-necessario-pagar-impostos-para-vendas-online/">Saiba se é necessário pagar impostos para vendas online</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
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		<title>Entenda agora o que são incentivos fiscais e como usá-los em sua empresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2020 10:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de negócio]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Incentivos fiscais]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[Regime Especial de Tributação]]></category>
		<category><![CDATA[Tributos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já ouviu falar em incentivos fiscais? Eles são poderosas ferramentas para ajudar seu negócio a ter uma melhor performance no mercado.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">Incentivos fiscais: Entenda como enxugar sua tributação</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Você já ouviu falar em incentivos fiscais? Eles são poderosas ferramentas para ajudar seu negócio a ter uma melhor performance no mercado. Leia nosso material e saiba mais sobre eles!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Incentivos fiscais são benefícios que sua empresa pode recorrer para se tornar mais competitiva e melhorar sua lucratividade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo sincero, esses dois pontos são grandes desafios enfrentados por qualquer gestor, principalmente aqueles que atuam com comércio de mercadorias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, buscar formas que possam fazer do preço um atrativo, é uma estratégia que pode ser usada para atrair mais clientes, ou mesmo diminuir os custos envolvidos no seu negócio, permitindo que você tenha mais lucros e possibilitando a continuidade da sua empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então, entenda como usar incentivos fiscais para ajudar seu negócio a ter uma melhor performance.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Saiba o que são incentivos fiscais</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também conhecidos como benefícios fiscais, tratam-se de vantagens ofertadas pelo fisco, relacionadas ao cálculo e recolhimento de impostos, com o propósito de diminuir a carga tributária de seus contribuintes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa maneira, eles são uma forma de incentivar a economia ou setores e atividades específicos da sociedade, atrair mais empregos para uma região e melhorar a saúde financeira de determinadas empresas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas, apesar de ser muito comum que incentivos fiscais sejam ofertados a grandes empresas, para que elas se instalem em uma determinada região, eles não se limitam a isso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, em São Paulo, são os</span><a href="https://portal.fazenda.sp.gov.br/servicos/pac-pie/"> <span style="font-weight: 400;">Programa de Ação Cultural (PAC) e o Programa de Incentivo ao Esporte (PIE)</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como exemplo, também podemos citar o </span><a href="http://www.sefaz.ba.gov.br/geral/arquivos/download/Dec7799-00_Atacadistas_novo.pdf"><span style="font-weight: 400;">Termo de Acordo de Atacadistas, Decreto nº 7.799/2000</span></a><span style="font-weight: 400;">, que possibilita empresas do ramo a reduzirem sua base de cálculo para efeito de apuração do ICMS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No âmbito federal, temos como exemplo de benefícios fiscais, o</span><a href="https://receita.economia.gov.br/acesso-rapido/legislacao/legislacao-por-assunto/ret"> <span style="font-weight: 400;">Regime Especial de Tributação, Incorporações Imobiliárias e PMCMV (RET),</span></a><span style="font-weight: 400;"> que traz redução de impostos para empresas da construção civil, que possuam patrimônio de afetação ou desenvolvam projetos do Programa Minha Casa Minha Vida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entenda como ele ajuda sua empresa</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, essa não é única forma que incentivos fiscais podem se apresentar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem alguns que tornam a empresa isenta de determinados impostos, outros que diminuem a base de cálculo e aqueles que trazem redução direta sobre a alíquota.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso garante redução da carga tributária que empreendimentos enfrentam, possibilita mais fôlego para o caixa e permite que o dinheiro que seria direcionado para o pagamento de impostos possa ser usado para investimentos no próprio negócio, contribuindo para a geração de mais empregos e movimentando a economia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, quando o incentivo fiscal reduz a carga tributária sobre o seu negócio, permite redução dos preços de seus produtos, tornando-os mais atrativos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso do PAC e PIE, que trouxemos como exemplo anteriormente, empresas que participam de um desses dois programas podem se creditar dos valores totais, direcionando ao patrocínio de projetos de cunhos culturais e esportivos, que estejam devidamente credenciados pela Secretaria de Desenvolvimento e Cultura ou pela Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, ela ganhará ao contribuir para o desenvolvimento social, ajudando projetos que buscam realizar mudanças positivas na sociedade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, estará investindo em uma sociedade mais equilibrada e, consequentemente, na sustentabilidade do negócio, já que o esporte e a cultura ajudam na formação de cidadãos mais conscientes da importância dos diferentes entes e do trabalho em grupo para se construir uma sociedade mais justa e igualitária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, facilitando o entendimento da sociedade sobre a importância da sua empresa para a economia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, melhora a imagem e a percepção que colaboradores, fornecedores, governo e comunidade em geral têm sobre o seu negócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O que você deve fazer para se beneficiar dos incentivos fiscais</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Inicialmente, é importante que você conheça os incentivos fiscais que estão disponíveis e que podem ser utilizados pela sua empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Posteriormente, é necessário verificar quais os documentos necessários para aderir a cada um deles, e realizar sua vinculação junto ao respectivo órgão que o concedeu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também, é necessário que você entenda todas as orientações existentes nas normas que o regula, e todas informações que você deverá enviar ao fisco, para evitar problemas quanto ao não cumprimento de obrigações ou apuração errada de impostos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como a gente percebeu, incentivos fiscais são grandes aliados da sua empresa e podem te ajudar a aumentar sua margem de lucro, tornar os preços de seus produtos mais competitivos e melhorar sua imagem no mercado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas lembre-se, para evitar problemas futuros quanto ao mal entendimento da legislação, ou mesmo para identificar quais incentivos fiscais que sua empresa pode se beneficiar, é importante que você conte com um profissional contábil, ele tem a expertise necessária para te orientar nesse assunto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E então, quais os benefícios fiscais que sua empresa usa ou você conhece? Deixe em nossos comentários e contribua com a gestão de seus colegas!</span></p>
<p>Fonte: <a href="https://abrirempresasimples.com.br/entenda-agora-o-que-sao-incentivos-fiscais-e-como-usa-los-em-sua-empresa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Abrir Empresa Simples</a></p>
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		<title>Você sabe quando deve destacar o valor do frete na nota fiscal?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2020 10:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[Nota fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Base de cálculo]]></category>
		<category><![CDATA[Emitir uma nota fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Nota Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[RICMS]]></category>
		<category><![CDATA[Valor da Operação]]></category>
		<category><![CDATA[Valor do frete]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos comerciantes tem dúvidas se o valor do frete deve ser destacado na nota fiscal e tal valor é tributado pelo ICMS. Este artigo visa dirimir esta dúvida. A matéria em questão foi elaborada com base no RICMS de São Paulo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Quando devo destacar o valor do frete na nota fiscal?</h2>
<h3 class="linhadeOlho" style="text-align: center;">Muitos comerciantes tem dúvidas se o valor do frete deve ser destacado na nota fiscal e tal valor é tributado pelo ICMS. Este artigo visa dirimir esta dúvida. A matéria em questão foi elaborada com base no RICMS de São Paulo.</h3>
<p>Uma das dúvidas no momento de emitir uma nota fiscal é saber se o valor do frete deve ser destacado no campo próprio da NF-e.</p>
<p>A princípio, é importante observar que a legislação do ICMS-SP não diz respeito se o contribuinte deve ou não destacar o frete em campo próprio da nota fiscal. O que o item 2 do § 1º do art. 37 do RICMS, dispõe é que o <em>“ frete, <strong>se cobrado em separado</strong>,[…] realizado pelo próprio remetente ou por sua conta e ordem;” </em>deve ser <strong>incluído</strong> na base de cálculo do ICMS.</p>
<p>E o que é a base de cálculo do ICMS?</p>
<p>O inciso I do art. 37 diz apenas que a <em>base de cálculo do imposto quanto às saídas de mercadorias [&#8230;] <strong>é o valor da operação</strong></em>.</p>
<p>Simples assim! Ou seja, o valor da operação é a base de cálculo do ICMS. Em outras palavras, podemos dizer que o valor que é cobrado do cliente (o valor que o fornecedor receberá) é o valor que deve ser destacado na nota fiscal. Logo, é estritamente errado cobrar um valor do cliente e emitir um valor diferente na nota fiscal.</p>
<p>Certo.  Mas o que isso tem a ver com a nossa questão principal?</p>
<p>Como vimos acima, a legislação do ICMS não entra no mérito se o contribuinte deve destacar o valor do frete em campo próprio, ela se atém ao valor da operação. A questão se este valor da operação será distribuído entre valor dos produtos e valor de frete (em separado) é transferida para o contribuinte! O empresário é o responsável pela elaboração do preço de vendas de seus produtos e é ele quem deve calcular o seu custo, mesmo que para isso ele contrate especialistas no assunto.</p>
<p>Portanto, a resposta à pergunta: <strong>“Devo destacar o frete na nota fiscal? ”</strong> é: <strong>“depende”. </strong>Se você cobrar o frete de seu cliente, em separado, sim, você deve destacar. Por outro lado, se você incluir o valor do frete ao valor dos produtos, não deve destacar.</p>
<p>Fonte:<a href="https://www.contabeis.com.br/artigos/6268/quando-devo-destacar-o-valor-do-frete-na-nota-fiscal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Contábeis</a></p>
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		<title>Saiba tudo sobre o Nota Fiscal Fácil &#8211; App recém lançado para simplificar a emissão de documentos fiscais</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/saiba-tudo-sobre-nota-fiscal-facil-app-recem-lancado-para-simplificar-a-emissao-de-documentos-fiscais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2020 10:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Nota Fiscal Fácil]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[App]]></category>
		<category><![CDATA[App Nota Fiscal Fácil]]></category>
		<category><![CDATA[CFOP]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecimento de Transporte Eletrônico]]></category>
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		<category><![CDATA[Documentos Fiscais Eletrônicos]]></category>
		<category><![CDATA[Emissão de documentos fiscais eletrônicos no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[ENCAT]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[ncontro Nacional dos Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais]]></category>
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		<category><![CDATA[Receita Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em evento virtual realizado na quarta-feira (2/9), foi lançado oficialmente o aplicativo Nota Fiscal Fácil (NFF), uma solução móvel que visa simplificar ao máximo a emissão de documentos fiscais eletrônicos no Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/saiba-tudo-sobre-nota-fiscal-facil-app-recem-lancado-para-simplificar-a-emissao-de-documentos-fiscais/">Saiba tudo sobre o Nota Fiscal Fácil &#8211; App recém lançado para simplificar a emissão de documentos fiscais</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Nota Fiscal Fácil: App é lançado para simplificar emissão de documentos fiscais</h2>
<h3 class="linhadeOlho" style="text-align: center;">Em evento virtual realizado na quarta-feira (2/9), foi lançado oficialmente o aplicativo Nota Fiscal Fácil (NFF), uma solução móvel que visa simplificar ao máximo a emissão de documentos fiscais eletrônicos no Brasil.</h3>
<p>Em evento virtual realizado na quarta-feira (2/9), foi lançado oficialmente o aplicativo Nota Fiscal Fácil (NFF), uma solução móvel que visa simplificar ao máximo a emissão de documentos fiscais eletrônicos no Brasil. Concebido pelo Encontro Nacional dos Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (Encat), em parceria com a Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul, por meio da Receita Estadual, a Procergs e o Sebrae Nacional, a iniciativa promove a transformação digital na área da administração tributária, buscando disponibilizar os benefícios da tecnologia aos que mais necessitam do apoio do Estado.</p>
<p>O ato de lançamento contou com a participação do secretário da Fazenda do RS, Marco Aurelio Cardoso, e do subsecretário da Receita Estadual, Ricardo Neves Pereira, além de diversas autoridades e representantes de entidades nacionais e internacionais.</p>
<blockquote><p>“Vivemos um debate enorme sobre Reforma Tributária, mas, independente do modelo de cobrança de impostos adotado, nada disso parará de pé se não promovermos simplificação, com mecanismos digitais fáceis e atualizados tecnologicamente” destacou Marco Aurelio.</p></blockquote>
<p>Para Rafael Fonteles, presidente do Consefaz, a novidade está em linha com um dos principais anseios da sociedade brasileira: a simplificação tributária.</p>
<blockquote><p>“A NFF atinge um número gigante de pessoas que às vezes ficam à espera de uma atenção maior por parte da estrutura estatal. Agora temos um instrumento fácil, um aplicativo simples que vai proporcionar uma verdadeira inclusão fiscal, além de facilitar muito a vida do contribuinte”, salientou.</p></blockquote>
<p>Inicialmente, o projeto engloba os Transportadores Autônomos de Cargas, que agora podem solicitar a emissão dos documentos fiscais relativos às prestações de serviços de transporte rodoviário de cargas em dispositivos móveis, de forma simples, intuitiva e ágil. Por meio do aplicativo, serão coletadas todas informações necessárias e suficientes para emissão do Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) e do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e), deixando as complexidades sob a responsabilidade de um sistema centralizado, o Portal Nacional da NFF, sem abrir mão da qualidade das informações prestadas.</p>
<p>Para Eudaldo Almeida de Jesus, coordenador-geral do Encat, o avanço é mais um importante passo no sentido do fisco digital.</p>
<blockquote><p>“A iniciativa permite que o transportador emita o documento fiscal pelo aplicativo e porte esse documento de forma apenas digital, sem necessidade de papel. Já temos inúmeros usuários testando a solução, que vai reduzir custos e burocracias para os transportadores autônomos de cargas e está à disposição para adesão dos Estados”, destacou.</p></blockquote>
<p>Nas etapas seguintes, também serão contemplados os produtores rurais e o micro e pequeno varejo. A previsão é que o Regime Especial, instituído por meio do Ajuste SINIEF nº 37, de dezembro de 2019, possibilite a emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) em saídas internas de legumes, frutas e verduras, praticadas por produtor primário e destinadas a contribuinte do ICMS ou no fornecimento de insumos para a preparação de merenda escolar no primeiro trimestre de 2021. Já a emissão de Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) em operações de venda presencial a consumidor final deverá ser concluída no primeiro semestre do ano que vem.</p>
<blockquote><p>“Hoje em dia, é difícil emitir um documento fiscal eletrônico. Queremos simplificar esse processo, com foco naqueles contribuintes que desejam cumprir a legislação e que possuem um grau de risco de não cumprimento baixo. Fazer certo tem que ser a maneira mais fácil”, destacou Vinicius Pimentel de Freitas, auditor-fiscal da Receita Estadual do RS e um dos responsáveis pelo Projeto.</p></blockquote>
<p>Entre os principais benefícios das medidas estão o estímulo à formalização e ao desenvolvimento econômico, a melhora da competitividade, a redução da burocracia e de custos e a simplificação extrema no cumprimento das obrigações acessórias. Outras operações também poderão ser agregadas no futuro, ainda sem um cronograma definido de implementação.</p>
<blockquote><p>“Temos muito ainda a evoluir nesse processo de simplificação. Migramos do modelo em papel para um modelo eletrônico e agora estamos avançando para o mundo digital. Essa é a grande mudança de paradigma que temos que ter daqui pra frente nas administrações tributárias, no caminho da obrigação fiscal única e da conformidade”, destacou Ricardo Neves.</p></blockquote>
<p>A visão é corroborada por José Tostes, secretário da Receita Federal do Brasil, que destaca que o Rio Grande do Sul vem primando pela inovação e pelo compartilhamento de diversas iniciativas para todas Unidades da Federação, com um fundamental espírito de cooperação.</p>
<blockquote><p>“O próximo grande desafio que está posto é caminharmos para uma simplificação máxima, com a criação do documento fiscal único”, afirmou.</p></blockquote>
<p>O Nota Fiscal Fácil foi desenvolvido, desde o início, em parceria com a Procergs, cuja infraestrutura será responsável pelo processamento e autorização destas notas para 27 estados da Federação, além do Distrito Federal. Segundo José Leal, presidente da Companhia, “é muito importante ter a oportunidade de trabalhar em parceria com a Secretaria da Fazenda nesse processo de transformação digital, simplificando a emissão de documentos fiscais e sendo agente de mudança na vida das pessoas e na melhoria das condições de negócio para os contribuintes”.</p>
<h3><strong>Premissas da NFF</strong></h3>
<ul>
<li>Poucos campos e simplicidade de uso</li>
<li>Informar apenas os dados necessários para descrever a operação ou prestação</li>
<li>Aplicativo de emissão colocado à disposição pelo fisco para ser executado em dispositivos móveis</li>
<li>Documento auxiliar puramente digital, consultado no Portal Nacional da NF.</li>
<li>Mínima interferência com as aplicações autorizadoras das Secretarias da Fazenda</li>
</ul>
<h3><strong>Saiba mais sobre o Regime Especial NFF</strong></h3>
<ul>
<li>Legislação nacional</li>
<li>Aplicativo com diversas funcionalidades, tais como autenticação, sincronização de bases, associação de usuários, cadastro de emitentes, cadastro de frota, cadastro de produtos, emissão de documentos fiscais eletrônicos, cancelamento de documentos fiscais eletrônicos, comprovante de entrega, consulta de documentos fiscais eletrônicos, emissão em contingência, entre outras</li>
<li>Aplicativo recolhe informações e transmite para o Portal Nacional da NFF</li>
<li>Portal supre todas as informações complexas (CFOP, cest, cBenef, CST, tributação federal, entre outras)</li>
<li>Portal Nacional gera arquivo do documento correspondente, assina e consome o <em>Web Service</em> da Unidade Federada autorizadora</li>
<li>Emitente assume responsabilidade pelos efeitos de emitir documento com as informações digitadas</li>
<li>Para mais informações, consulte o <a title="(O link será aberto em uma nova janela/aba)" href="https://dfe-portal.svrs.rs.gov.br/Nff/Documentos" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>portal da NFF aqui</strong> </a></li>
</ul>
<h3><strong>O que é o ENCAT?</strong></h3>
<p>O Encontro Nacional dos Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (Encat) é um fórum de estímulo à cooperação fiscal e ao intercâmbio de melhores práticas dos fiscos estaduais, sendo a entidade responsável pela coordenação nacional dos projetos de DF-e no Brasil.</p>
<h3><strong>Pioneirismo gaúcho na área</strong></h3>
<p>O aplicativo NFF, de aplicação nacional, reforça o pioneirismo gaúcho na área e integra a agenda Receita 2030, que consiste em 30 iniciativas propostas pela Receita Estadual para modernização da administração tributária estadual. “Essa agenda propositiva tem como focos a transformação digital do fisco e a simplificação extrema das obrigações dos contribuintes. A Nota Fiscal Fácil interage diretamente com diversas das 30 iniciativas previstas, como a criação da obrigação fiscal única, a simplificação dos procedimentos para contribuintes do Simples Nacional e Microempreendedores Individuais e a implementação da conformidade cooperativa para segmentos econômicos”, explica Ricardo Neves Pereira, subsecretário da Receita Estadual.</p>
<p>O pioneirismo gaúcho no desenvolvimento de tecnologias para a área fiscal é antigo. Em 2006, por exemplo, foi processada no Rio Grande do Sul a primeira Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) do Brasil. Essa inovação representou um marco para o País, pois reduziu custos e facilitou significativamente os negócios e o funcionamento geral da economia.</p>
<p>Na sequência, com o objetivo de massificar o uso de documentos fiscais eletrônicos no Brasil, foi criada a Sefaz Virtual RS, estrutura que integra e presta serviços de processamento e autorização dos Documentos Fiscais Eletrônicos (DF-e) de 22 estados brasileiros, com autorização em tempo real pela Procergs.</p>
<p>Assim, seguindo a tendência de substituição do papel pelo meio eletrônico, foram implementados também o CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico), em 2010, e o MDF-e (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais), em 2012. A expansão para o varejo, por meio da NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica), em 2013, foi consequência desse processo irreversível de uso das novas tecnologias. Em 2017, foi a vez do BP-e (Bilhete de Passagem Eletrônico) ser lançado, um documento de existência apenas digital que substitui uma série de outros documentos para as prestações de serviços de transporte de passageiros. A novidade mais recente foi a criação da NF3-e (Nota Fiscal da Energia Elétrica Eletrônica), em 2019, que visa substituir a sistemática de emissão da Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica.</p>
<p>Ao todo, a SVRS já registra mais de 25 bilhões de DF-e processados, com uma média diária atual superior a 25 milhões. O maior volume é representado pela Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e). Como reconhecimento, a SVRS recebeu em 2019 o Prêmio Excelência em Governo Eletrônico (e-Gov), considerado o concurso mais importante do País na área de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) dentro da esfera pública. A iniciativa foi vencedora da categoria e-Administração Pública.</p>
<p>Com a criação do Receita 2030, diversas novas medidas voltadas à modernização do fisco, à simplificação das obrigações tributárias e à melhoria do ambiente de negócio estão em andamento. O Regime Especial NFF é um dos exemplos.</p>
<p>Recentemente, a Receita Estadual e a Procergs também passaram a fornecer a tecnologia para criação do aplicativo Menor Preço Brasil, uma versão nacional do Menor Preço Nota Gaúcha.  A ferramenta proporciona que os cidadãos encontrem o menor preço de um produto em inúmeros estabelecimentos, com base na emissão de NF-e e NFC-e, estimulando a emissão das notas fiscais, o combate à informalidade e o aumento da arrecadação.</p>
<p>Fonte: <em>Contabilidade na TV</em></p>
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		<title>MEI: Veja como comprar carro com até 30% de desconto</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/mei-veja-como-comprar-carro-com-ate-30-de-desconto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2020 10:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compra de carros]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[MEI]]></category>
		<category><![CDATA[Compra de carro]]></category>
		<category><![CDATA[Desconto na compra de carro]]></category>
		<category><![CDATA[Documentação]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[Microempreendedor Individual]]></category>
		<category><![CDATA[Regulamentação]]></category>
		<category><![CDATA[Revenda de automóveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem tem uma empresa, de qualquer porte, até mesmo MEI (microempreendedor individual), consegue comprar carros com até 30% de desconto.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><em>Quem tem uma empresa, de qualquer porte, até mesmo <strong>MEI</strong> (microempreendedor individual), consegue comprar <strong>carros</strong> com até 30% de desconto.</em></h2>
<h3>O benefício é concedido diretamente pelas montadoras, por meio de desconto no <strong>ICMS</strong>.</h3>
<p>Algumas empresas, como <a href="https://www.formularenault.com.br/venda-direta">Renault</a>, <a href="https://vendascorporativas.vw.com.br/microempresa/sao-paulo-SP">Volkswagen</a>, <a href="https://www.chevrolet.com.br/vendas-diretas/cnpj">Chevrolet</a> e <a href="https://www.fiat.com.br/vendas-diretas/cnpj-e-microempresarios.html">Fiat</a> trabalham com a modalidade de venda direta. É recomendável pesquisar com a montadora escolhida se há política de vendas diferenciadas para empresas. Não há um percentual previamente estipulado para desconto, o valor pode ir de 2,5% a 30%.</p>
<p>Para que o desconto não seja usado para revenda de automóveis, o Conselho Nacional de Política Fazendária estipulou uma regra de que o proprietário permaneça com o veículo por, pelo menos, 12 meses. Além disso, o desconto só é válido para a aquisição de carros 0km.</p>
<p>Outra vantagem é que veículos utilizados diretamente para trabalho podem apresentar descontos maiores.</p>
<p>No entanto, é preciso atenção redobrada à documentação e regularização do veículo, pois ele ficará vinculado à empresa. Dessa forma, caso os tributos não sejam pagos, as restrições poderão ser lançadas em nome da empresa e do empresário. O prazo de entrega também pode ser maior.</p>
<p>De acordo com a Fenabrave, o crescimento das vendas para empresas foi de 23% no primeiro semestre de 2019, enquanto as vendas no varejo aumentaram 2%. Os campeões foram o Chevrolet Onix, Fiat Strada e Volkswagen Gol.</p>
<p>Com informações Pequenas Empresas Grandes Negócios</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.jornalcontabil.com.br/mei-veja-como-comprar-carro-com-ate-30-de-desconto/?amp=&amp;utm_source=pushnews&amp;utm_medium=pushnotification" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jornal Contábil</a></p>
<div class="wp-block-image"></div>
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		<title>Confira pagamentos e tributos adiados ou suspensos durante pandemia</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/confira-pagamentos-e-tributos-adiados-ou-suspensos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2020 10:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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		<category><![CDATA[Pandmeia]]></category>
		<category><![CDATA[PIS]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema S]]></category>
		<category><![CDATA[Tributos adiados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Terminar o mês escolhendo quais boletos pagar. Essa virou a rotina de milhões de brasileiros que passaram a ganhar menos ou perderam a fonte de renda por causa da pandemia do novo coronavírus.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="linhadeOlho"><em>Medidas visam a diminuir impacto da covid-19 sobre economia</em></h2>
<h3>Terminar o mês escolhendo quais boletos pagar.</h3>
<h4><em> Essa virou a rotina de milhões de brasileiros que passaram a ganhar menos ou perderam a fonte de renda por causa da pandemia do novo coronavírus. </em></h4>
<p>Para reduzir o prejuízo, o governo adiou e até suspendeu diversos pagamentos esse período. Tributos e obrigações, como o recolhimento das contribuições para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) , ficarão para depois.</p>
<p>Em alguns casos, também é possível renegociar. Graças a resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN), os principais bancos estão negociando a prorrogação de dívidas. Os agricultores e pecuaristas também poderão pedir o adiamento de parcelas do crédito rural. A Agência Nacional de Saúde (ANS) fechou um acordo para que os planos não interrompam o atendimento a pacientes inadimplentes até o fim de junho.</p>
<p>Além do governo federal, diversos estados estão tomando ações para adiar o pagamento de tributos locais e proibir o corte de água, luz e gás de consumidores inadimplentes. No entanto, consumidores de baixa renda ficarão isentos de contas de luz por 90 dias em todo o país. Em alguns casos, a Justiça tentou agir. No início de abril, liminares da 12ª Vara Cível Federal em São Paulo proibiram o corte de serviços de telefonia de clientes com contas em atraso, mas a decisão foi revertida dias depois.</p>
<p>Os adiamentos não valem apenas para os consumidores. O Congresso aprovou uma lei que suspende o pagamento da dívida dos estados com a União de março a dezembro e autoriza os governos locais a renegociarem débitos com bancos públicos e organismos internacionais.</p>
<p><strong>Confira as principais medidas temporárias para aliviar o bolso em tempos de crise:</strong></p>
<h3><strong>Empresas</strong></h3>
<p>•        Adiamento do pagamento da contribuição patronal ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) , da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e dos Programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). Os pagamentos de abril serão quitados em agosto. Os pagamentos de maio, em outubro. A medida antecipará R$ 80 bilhões para o fluxo de caixa das empresas.</p>
<p>•        Adiamento da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) do 15º dia útil de abril, maio e junho para o 15º dia útil de julho.</p>
<p>•        Redução em 50% da contribuição das empresas para o Sistema S por três meses, de abril a junho.</p>
<h3><strong>Micro e pequenas empresas</strong></h3>
<p>•        Adiamento, por seis meses, da parte federal do Simples Nacional. Os pagamentos de abril, maio e junho passaram para outubro, novembro e dezembro.</p>
<p>•        Adiamento, por três meses, da parte estadual e municipal do Simples Nacional. Os pagamentos do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS, pertencente aos estados) do Imposto sobre Serviços (ISS, dos municípios) de abril, maio e junho passaram para julho, agosto e setembro.</p>
<p>•        Adiamento dos parcelamentos das micro e pequenas empresas devedoras do Simples Nacional. As parcelas de maio passaram para agosto, as de junho para outubro, e as de julho para dezembro.</p>
<h3><strong>Microempreendedores individuais (MEI)</strong></h3>
<p>•        Adiamento das parcelas por seis meses. Os pagamentos de abril, maio e junho passaram para outubro, novembro e dezembro. A medida vale tanto para a parte federal como para parte estadual e municipal (ICMS e ISS) do programa.</p>
<p>•        Adiamento dos parcelamentos das micro e pequenas empresas devedoras do Simples Nacional. As parcelas de maio passaram para agosto, as de junho para outubro, e as de julho para dezembro.</p>
<h3><strong>Pessoas físicas</strong></h3>
<p>•        Adiamento, por dois meses, do prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física e do pagamento da primeira cota ou cota única. A data passou de 30 de abril para 30 de junho.</p>
<p>•        O cronograma de restituições, de maio a setembro, está mantido.</p>
<h3><strong>Empresas e pessoas físicas</strong></h3>
<p>•        Suspensão, por 90 dias, do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para empréstimos. Imposto deixará de ser cobrado de abril a junho, injetando R$ 7 bilhões na economia.</p>
<h3><strong>Empresas e empregadores domésticos</strong></h3>
<p>•        Suspensão das contribuições para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço  (FGTS)  por três meses, inclusive para empregadores domésticos. Valores de abril a junho serão pagos de julho a dezembro, em seis parcelas, sem multas ou encargos.</p>
<h3><strong>Compra de materiais médicos</strong></h3>
<p>•        Redução a zero das alíquotas de importação para produtos de uso médico-hospitalar</p>
<p>•        Desoneração temporária de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para bens necessários ao combate ao Covid-19</p>
<h3><strong>Contas de luz</strong></h3>
<p>•        As suspensões ou proibição de cortes de consumidores inadimplentes cabe a cada estado. No entanto, consumidores de baixa renda, que gastam até 220 quilowatts-hora (kWh) por mês, estarão isentos de pagarem a conta de energia. O valor que as distribuidoras deixarão de receber será coberto com R$ 900 milhões de subsídio da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).</p>
<h3><strong>Contas de telefone</strong></h3>
<p>•        Apesar de liminar da Justiça Federal em São Paulo ter proibido o corte de serviço de clientes com contas em atraso, Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) recorreu e conseguiu reverter a decisão. Os clientes de telefonia continuarão a ter a linha cortada caso deixem de pagar as contas. Segundo o presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, desembargador Mairan Maia, as operadoras precisam de recursos para manterem a infraestrutura e financiarem a crescente demanda por serviços de telecomunicação durante a pandemia”, afirmou, no texto.</p>
<h3><strong>Dívidas em bancos</strong></h3>
<p>•        Autorizados por uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), os cinco principais bancos do país – Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco e Santander – abriram renegociações para prorrogarem vencimentos de dívidas por até 60 dias.</p>
<p>•        Renegociação não vale para cheque especial e cartão de crédito.</p>
<p>•        Clientes precisam estar atentos para juros e multas. Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), é preciso verificar se o banco está propondo uma pausa no contrato, sem cobrança de juros durante a suspensão, ter cuidado com o acúmulo de parcelas vencidas e a vencer e perguntar se haverá impacto na pontuação de crédito do cliente.</p>
<h3><strong>Financiamentos imobiliários da Caixa</strong></h3>
<p>•        Caixa Econômica Federal ampliou, de 90 para 120 dias, a pausa nos contratos de financiamento habitacional para clientes adimplentes ou com até duas parcelas em atraso, incluindo os contratos em obra. Quem tinha pedido três meses de prorrogação terá a medida ampliada automaticamente para quatro meses.</p>
<p>•        Clientes que usam o FGTS para pagar parte das parcelas do financiamento poderão pedir a suspensão do pagamento da parte da prestação não coberta pelo fundo por 120 dias.</p>
<p>•        Clientes adimplentes ou com até duas prestações em atraso podem pedir a redução do valor da parcela por 120 dias.</p>
<p>•        Carência de 180 dias para contratos de financiamento de imóveis novos.</p>
<h3><strong>Produtores rurais</strong></h3>
<p>•        CMN autorizou a renegociação e a prorrogação de pagamento de crédito rural para produtores afetados por secas e pela pandemia de coronavírus. Bancos podem adiar, para 15 de agosto, o vencimento das parcelas de crédito rural, de custeio e investimento, vencidas desde 1º de janeiro ou a vencer.</p>
<h3><strong>Inscritos na Dívida Ativa da União</strong></h3>
<p>•        Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional manteve, por 90 dias, o parcelamento de contribuintes que renegociaram a dívida e estão inadimplentes desde fevereiro.</p>
<p>•        Prorrogação por 90 dias da validade das Certidões Negativas de Débitos (CND) e das Certidões Positivas com Efeitos de Negativa (CPEND) válidas em 23 de março.</p>
<h3><strong>Estados devedores da União</strong></h3>
<p>•        Congresso aprovou suspensão dos débitos dos estados com o governo federal e com bancos públicos de março a dezembro. A medida injetará R$ 35 bilhões nos cofres estaduais para enfrentarem a pandemia.</p>
<p>•        A nova lei também autoriza a renegociação de débitos dos estados e dos municípios com bancos públicos e organismos internacionais, deixando de pagar R$ 24 bilhões.</p>
<p>•        Enquanto lei não é sancionada, 17 estados conseguiram liminares no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspenderem as parcelas de dívidas com a União.</p>
<p>Fonte: <em>Agência Brasil </em></p>
<div class="data"></div>
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		<item>
		<title>MEI Trabalhadores MEI tem novos prazos para pagamentos de tributos</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/mei-trabalhadores-mei-tem-novos-prazos-para-pagamentos-de-tributos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2020 13:03:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>m função dos impactos da pandemia da Covid-19, o Comitê Gestor do Simples Nacional aprovou a prorrogação para pagamento dos tributos pelos MEIs.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="has-drop-cap"><em>Em função dos impactos da pandemia da Covid-19, o Comitê Gestor do Simples Nacional aprovou a prorrogação para pagamento dos tributos pelos Microempreendedores Individuais (MEI).</em></h2>
<h3 class="has-drop-cap"><em> A medida foi regulamentada na Resolução CGSN nº 154, publicada no Diário Oficial.</em></h3>
<p>Todos os impostos apurados no Programa Gerador do DAS-MEI (PGMEI) foram prorrogados por 6 meses, tanto o federal (INSS), quanto estadual (ICMS) e municipal (ISS). Os pagamentos de abril, maio e junho passarão para outubro, novembro e dezembro.</p>
<h2><em>Confira como ficou o calendário dos pagamentos:</em></h2>
<ul>
<li>Período de apuração Março de 2020, com vencimento original em 20 de abril: <strong>vencerá em 20 de outubro de 2020;</strong></li>
<li>Período de apuração Abril de 2020, com vencimento original em 20 de maio: <strong>vencerá em 20 de novembro de 2020;</strong></li>
<li>Período de apuração Maio de 2020, com vencimento original em 22 de junho: <strong>vencerá em 21 de dezembro de 2020.</strong></li>
</ul>
<p>Nos meses de outubro, novembro e dezembro, o MEI terá de efetuar pagamento de duas guias distintas.</p>
<p>Para aqueles que tem parcelamento, o vencimento não foi adiado.</p>
<p>De acordo com informações da Receita Federal, o sistema PGMEI já está adaptado aos novos vencimentos. Caso o MEI já tenha emitido os boletins do DAS antes da resolução, eles estarão com os prazos de vencimentos antigos. Neste caso, o Microempreendedor deve acessar o aplicativo e gerar novos DAS.</p>
<h3>Declaração</h3>
<p>Iniciado em 1º de Janeiro, o prazo para entrega da DASN (Declaração Anual do Simples Nacional) termina em 30 de junho.  Não deixe para última hora, porque haverá multa.</p>
<p>Essa declaração tem como finalidade informar a Receita tudo que você recebeu através de seu MEI, seja ele de comércio ou serviços.</p>
<p>Muitos acham que por não ter movimentado sua empresa não precisam declarar, mas isso não é verdade. Mesmo se você não teve nenhum rendimento através de seu MEI você deve entregar a declaração, apenas informando a Receita que teve R$ 0,00 de recebimentos.</p>
<p>Em 2020, as regras ficaram ainda mais rígidas. Caso o MEI não entregue sua declaração anual, ele não poderá emitir as contribuições mensais, o DAS.</p>
<p>Caso não pague o DAS o MEI, fica descoberto dos benefícios do INSS, como Auxílio Doença, Auxílio Maternidade e até mesmo prejudica na contagem para a aposentadoria.</p>
<p>Se você abriu seu MEI antes de 31 de Dezembro de 2019 e ainda não entregou sua declaração, não perca mais tempo, faça agora!</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.jornalcontabil.com.br/trabalhadores-mei-tem-novos-prazos-para-pagamentos-de-tributos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jornal Contábil</a></p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/mei-trabalhadores-mei-tem-novos-prazos-para-pagamentos-de-tributos/">MEI Trabalhadores MEI tem novos prazos para pagamentos de tributos</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
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		<item>
		<title>Impostos, tributos e contribuições: veja o que foi adiado, suspenso ou reduzido durante a pandemia</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/impostos-tributos-e-contribuicoes-veja-o-que-foi-adiado-suspenso-ou-reduzido-durante-a-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2020 10:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mudanças beneficiam não só empresas, mas também pequenos negócios, microempreendedores individuais, empregadores de trabalhadores domésticos e pessoas físicas.</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/impostos-tributos-e-contribuicoes-veja-o-que-foi-adiado-suspenso-ou-reduzido-durante-a-pandemia/">Impostos, tributos e contribuições: veja o que foi adiado, suspenso ou reduzido durante a pandemia</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="content-head__subtitle"><em>Mudanças beneficiam não só empresas, mas também pequenos negócios, microempreendedores individuais, empregadores de trabalhadores domésticos e pessoas físicas.</em></h2>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="1">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O governo anunciou uma série de medidas tributárias que adia, suspende ou altera o valor a ser recolhido aos cofres públicos e também os prazos de pagamento ou entrega de declarações.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As mudanças atingem e beneficiam não só empresas, mas também pequenos negócios, microempreendedores individuais, empregadores de trabalhadores domésticos e pessoas físicas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="5" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>O conjunto de medidas inclui:</strong></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="73" data-block-id="5">
<ol class="content-ordered-list theme-ordered-list-color-primary">
<li>Prorrogação do pagamento dos tributos do Simples Nacional</li>
<li>Adiamento e parcelamento do FGTS dos trabalhadores</li>
<li>Adiamento do PIS, Pasep, Cofins e da contribuição previdenciária</li>
<li>Redução da contribuição obrigatória ao Sistema S</li>
<li>Redução do IOF sobre operações de crédito</li>
<li>Prorrogação do prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda</li>
<li>Redução de IPI de produtos médico-hospitalares</li>
<li>Redução de imposto de importação de produtos médico-hospitalares</li>
<li>Prorrogação da validade de certidões de débitos e créditos tributários</li>
</ol>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="12" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>Veja abaixo o que já foi anunciado até o momento, por tributo:</strong></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://g1.globo.com/globonews/jornal-globonews-edicao-das-16/video/entenda-as-medidas-economicas-anunciadas-para-pessoas-fisicas-e-juridicas-8473513.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-9393 size-full" src="https://i0.wp.com/abrirempresasimples.com.br/wp-content/uploads/2020/04/G1.jpg?resize=646%2C361&#038;ssl=1" alt="G1 - Abrir Empresa Simples" width="646" height="361" /></a></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="9" data-block-id="8">
<div class="content-intertitle">
<h2>1. Prorrogação do pagamento dos tributos do Simples Nacional</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O governo prorrogou, por 6 meses, o prazo para pagamento dos tributos federais no âmbito do Simples Nacional, relativos aos períodos de março, abril e maio. A medida vale para pequenas empresas e também se aplica aos Microempreendedores Individuais (MEIs). Assim:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="53" data-block-id="11">
<ul class="content-unordered-list">
<li>a apuração <strong>março</strong>, que seria paga em 20 de abril, fica com vencimento <strong>para 20 de outubro</strong>;</li>
<li>a apuração de <strong>abril</strong>, que seria paga em 20 de maio, fica com vencimento <strong>para 20 de novembro</strong>;</li>
<li>a apuração de <strong>maio</strong>, que seria paga em 22 de junho, fica com vencimento <strong>para 21 de dezembro</strong>.</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Já os <strong>tributos estaduais e municipais (ICMS e ISS) </strong>do Simples foram prorrogados por 90 dias, ficando assim:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="53" data-block-id="13">
<ul class="content-unordered-list">
<li>a apuração <strong>março</strong>, que seria paga em 20 de abril, fica com vencimento <strong>para 20 de julho</strong>;</li>
<li>a apuração de <strong>abril</strong>, que seria paga em 20 de maio, fica com vencimento <strong>para 20 de agosto</strong>;</li>
<li>a apuração de <strong>maio</strong>, que seria paga em 22 de junho, fica com vencimento <strong>para 21 de setembro</strong>.</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foi prorrogado também o prazo de apresentação da <strong>Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (Defis) </strong>para as empresas do Simples Nacional e da <strong>Declaração Anual Simplificada para o Microempreendedor Individual (DASN-Simei)</strong>, referentes ao ano calendário de 2019. O prazo agora se estenderá <strong>até o dia 30 de junho</strong>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="8" data-block-id="15">
<div class="content-intertitle">
<h2>2. Adiamento e parcelamento do FGTS dos trabalhadores</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foi autorizado o adiamento e pagamento parcelado do depósito do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) dos trabalhadores. O <strong>pagamento poderá ser feito só a partir de julho, em 6 parcelas fixas</strong>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Todos os empregadores, inclusive o empregador de trabalhador doméstico, poderão se beneficiar da medida. Funcionará assim:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="82" data-block-id="18">
<ul class="content-unordered-list">
<li>fica suspensa a obrigatoriedade do recolhimento referente aos períodos de março, abril e maio, com vencimento em abril, maio e junho;</li>
<li>Para ter direito ao benefício, o empregador é obrigado a declarar as informações no eSocial até o dia 7 de cada mês e a emitir a guia de recolhimento do Documento de Arrecadação (DAE);</li>
<li>o recolhimento do FGTS poderá ser feito em 6 parcelas fixas com vencimento no dia 7 de cada mês, com início em julho e fim em dezembro.</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="10" data-block-id="20">
<div class="content-intertitle">
<h2>3. Adiamento do PIS, Pasep, Cofins e da contribuição previdenciária</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O governo adiou o pagamento do PIS, Pasep, Cofins e também da contribuição previdenciária patronal de empresas e empregadores de trabalhadores domésticos. O <strong>vencimento de abril e maio, relativo às competências de março e abril, passou para agosto e outubro</strong>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O governo estima que são R$ 80 bilhões que ficarão no caixa dessas empresas com esta postergação.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="8" data-block-id="23">
<div class="content-intertitle">
<h2>4. Redução da contribuição obrigatória ao Sistema S</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As contribuições obrigatórias das empresas ao Sistema S serão reduzidas em 50% por 3 meses. A estimativa é que as empresas deixem de pagar R$ 2,2 bilhões no período. Serão afetadas pela medida as seguintes instituições: Senai, Sesi, Sesc, Sest, Sescoop, Senac, Senat e Senar.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os percentuais de contribuição, que até então variavam de 0,2% a 2,5%, passam a ser os seguintes:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="65" data-block-id="26">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Sescoop: 1,25%</li>
<li>Sesi, Sesc e Sest: 0,75%</li>
<li>Senac, Senai e Senat: 0,5%</li>
<li>Senar: 1,25% a contribuição incidente sobre a folha de pagamento; 0,125% da contribuição incidente sobre a receita da comercialização da produção rural devida pelo produtor rural pessoa jurídica e pela agroindústria; e 0,1% da contribuição incidente sobre a receita da comercialização da produção rural devida pelo produtor rural pessoa física e segurado especial</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="8" data-block-id="27">
<div class="content-intertitle">
<h2>5. Redução do IOF sobre operações de crédito</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O governo também<strong> reduziu a zero – por 90 dias </strong>– a cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre operações de crédito. A alíquota era de 3% ao ano.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="29">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O benefício vale para as operações de crédito contratadas entre 3 de abril e 3 de julho. Com a medida, o governo deixará de arrecadar R$ 7 milhões, segundo estimativa da Receita Federal.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="12" data-block-id="30">
<div class="content-intertitle">
<h2>6. Prorrogação do prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="31">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em razão da pandemia, a Receita Federal prorrogou o prazo de entrega da declaração de Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) por 60 dias. O prazo final passou de 30 de abril para 30 de junho.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Também foi prorrogado para o dia 30 de junho o prazo para a apresentação da Declaração Final de Espólio e da Declaração de Saída Definitiva do País para estrangeiros ou brasileiros que moram no exterior.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="7" data-block-id="34">
<div class="content-intertitle">
<h2>7. Redução de IPI de produtos médico-hospitalares</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="35">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Decreto do governo federal zerou até 30 de setembro as alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de artigos de laboratório ou de farmácia, luvas, termômetros clínicos e outros produtos utilizados na prevenção e tratamento do coronavírus.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="12" data-block-id="36">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A renúncia fiscal decorrente desta medida é estimada em R$ 26,6 milhões.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="9" data-block-id="37">
<div class="content-intertitle">
<h2>8. Redução de imposto de importação de produtos médico-hospitalares</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="38">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O governo federal zerou tarifas de importação de produtos farmacêuticos e equipamentos médico-hospitalares utilizados no combate ao novo coronavírus. O período com alíquotas zeradas vai até 30 de setembro.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="39">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Conforme o Ministério da Economia, 61 itens ficam com a tarifa de importação zerada.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="40">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A lista abrange itens que tinham tarifas de importação de até 35%, incluindo kits para testes de coronavírus, luvas de proteção, termômetros e agulhas, equipamentos de intubação e aparelhos de respiração artificial (ventiladores).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="11" data-block-id="41">
<div class="content-intertitle">
<h2>9. Prorrogação da validade de certidões de débitos e créditos tributários</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="42">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foi anunciada também a prorrogação por 90 dias do prazo de validade das Certidões Negativas de Débitos (CND) e das Certidões Positivas com Efeitos de Negativas (CNEND) já emitidas, ambas relativas à Créditos Tributários federais e à Divida Ativa da União.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="43">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Essas duas certidões são necessárias para que as pessoas jurídicas exerçam uma série de atividades, como, por exemplo, participar de licitações ou obter financiamentos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="8" data-block-id="44">
<div class="content-intertitle">
<h2>O que não mudou ou não tem definição</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="45">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nada mudou até o momento nos prazos e regras em tributos como o Imposto sobre a Renda (IR) das empresas e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="99" data-block-id="46">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“O governo federal veio concedendo, paulatinamente, medidas pretendendo aliviar os encargos tributários das empresas. Iniciou com as micro e pequenas empresas, postergando os tributos recolhidos no regime do Simples Nacional, depois com os tributos que incidem sobre mercadorias importantes para o combate à pandemia e, por último, lançou um pacote mais abrangente que incide sobre as demais empresas&#8221;, afirma Felipe Fleury, sócio da área tributária do Zockun &amp; Fleury Advogados.</p>
<blockquote>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Mas nem todos os tributos foram postergados. Por isso, muitas empresas continuam com o seu pleito perante o poder judiciário, para que esses tributos também sejam postergados&#8221;.</p>
</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="48">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No âmbito estadual e municipal, em meio ao temor de queda na arrecadação, foram prorrogados os pagamento do ICMS e do Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISS) apenas para empresas e Microempreendedores Individuais (MEI) que estejam enquadradas no Simples Nacional.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="50">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Algumas prefeituras decidiram adiar o cronograma de pagamento do IPTU (Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana), mas em diversas capitais nada mudou. Em São Paulo, o prefeito Bruno Covas (PSDB) disse que é contra a prorrogação ou isenção de IPTU.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte:<a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2020/04/15/impostos-tributos-e-contribuicoes-veja-o-que-foi-adiado-suspenso-ou-reduzido-durante-a-pandemia.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> G1</a></p>
</div>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/impostos-tributos-e-contribuicoes-veja-o-que-foi-adiado-suspenso-ou-reduzido-durante-a-pandemia/">Impostos, tributos e contribuições: veja o que foi adiado, suspenso ou reduzido durante a pandemia</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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