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	<title>Arquivo de Ministério da Economia - MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</title>
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		<title>Como lidar com a tributação no pós-pandemia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2020 18:02:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão de negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>
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		<category><![CDATA[Reforma tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Tributário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tributação: Veja como preparar sua empresa para o pós-pandemia Especialista orienta empresários a se prepararem para o pós-pandemia e minimizar os reflexos da crise. Muitas empresas ainda estão lutando para manter seu capital intelectual e fluxo de caixa enquanto o mundo vê casos e mais casos de Covid-19. Apesar do incentivo dos governos, as economias  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Tributação: Veja como preparar sua empresa para o pós-pandemia</h2>
<h3 class="linhadeOlho" style="text-align: center;">Especialista orienta empresários a se prepararem para o pós-pandemia e minimizar os reflexos da crise.</h3>
<p>Muitas empresas ainda estão lutando para manter seu capital intelectual e fluxo de caixa enquanto o mundo vê casos e mais casos de Covid-19. Apesar do incentivo dos governos, as economias oscilam e os executivos mantém dúvidas sobre o futuro.</p>
<p>No Brasil, até agosto, o governo já havia destinado o equivalente a 11,8% do PIB (Produto Interno Bruto) em estímulos econômicos para amenizar a crise desencadeada pelo novo coronavírus.</p>
<p>No restante da América Latina apenas o Chile contava com 1% a mais (12,3%). Pelo ranking mundial, o Brasil ocupava a 24ª posição em investimento contra a crise pós-pandemia.</p>
<p>Nesse cenário, formas de arrecadação além do uso do PIB como incentivo se fazem necessárias. Um novo caminho vem sendo traçado através da reforma tributária, evitando assim desmoronamento da economia e fuga de investidores.</p>
<h3><strong>Empresas no pós-pandemia</strong></h3>
<p>Em todos os países, consultores tributários estão de olho nos rumos das políticas para o setor. O que os empresários se perguntam é quando o governo conseguirá a aprovação da reforma e, portanto, a consequente redução da complexidade tributária. Tal medida seria um alívio para as empresas na recuperação pós-crise da Covid-19.</p>
<p>Para estar pronto para o mercado que se desenha, é recomendado:</p>
<p>– Revisão e reorganização da cadeia de suprimentos. É importante remover registros fiscais desnecessários e identificar outras deficiências de custos.</p>
<p>– Não procrastinar os pagamentos. Se for capaz de pagar as contribuições dentro do prazo e em sua totalidade, é o ideal, ao invés de solicitar quaisquer possíveis extensões. A última coisa que as empresas querem é iniciar suas operações pós-pandemia com um débito tributário. Haverá, possivelmente, outros débitos com os quais você precisará lidar.</p>
<p>– Correr atrás de suas restituições de imposto, mas também esteja preparado para uma auditoria fiscal. Não é incomum que autoridades fiscais revejam solicitações de restituições de crédito por meio de uma análise de seu arquivo. Se tiver um histórico de pagamentos atrasados ou solicitações de extensões, a empresa pode estar mais propensa à lista de auditorias.</p>
<p>Esses primeiros passos são fundamentais para suportar a realidade das políticas fiscais governamentais no mundo tributário pós-pandemia.</p>
<h3><strong>Reforma Tributária</strong></h3>
<p>Diante do cenário, o governo apresentou a primeira etapa da Reforma Tributária ao Congresso em 22 de julho, por meio do Projeto de Lei nº 3.887/2020, que prevê a criação da Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS) em substituição à atual cobrança das alíquotas de PIS/Pasep e Cofins.</p>
<p>A nova CBS, com alíquota de 12%, é uma nova forma de tributar o consumo, alinhada aos modelos internacionais de Imposto de Valor Agregado (IVA). Com a CBS será possível acabar com a cumulatividade de incidência tributária, com cobrança apenas sobre o valor adicionado pela empresa.</p>
<p>Segundo o Ministério da Economia, a Reforma Tributária vai simplificar e modernizar o sistema tributário brasileiro, gerando impactos positivos na produtividade e no crescimento econômico do país. A meta é substituir o atual modelo, que é caro e complexo, por mecanismos modernos e mais eficazes e novas etapas deverão ser apresentadas ainda este ano.</p>
<h3><strong>CBS</strong></h3>
<p>Os benefícios e regimes especiais eliminados pela proposta da Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS) totalizam R$ 28,2 bilhões, enquanto os mantidos representam R$ 64 bilhões. Sem a cesta básica, seriam R$ 48 bilhões. Esses são valores estimados para 2021.</p>
<p>De acordo com a Agência Câmara de Notícias, foi defendido pela secretaria da Receita Federal, a simplificação tributária proposta para evitar que as empresas tenham que continuar gastando 1.500 horas por ano para administrar seus pagamentos de impostos. No momento foi exposto que a legislação atual do PIS e da Cofins tem duas mil páginas com 60 só de índice.</p>
<p>A exemplo uma nota fiscal de 52 campos para preencher terá redução para apenas nove campos. Ainda foi afirmado que o projeto é compatível com as propostas de emenda à Constituição em tramitação e que prevê uma transição de seis meses. E um novo imposto único estadual seria implantado seis meses após a entrada em vigor da CBS. Foi também adiantado que o governo vai enviar proposta com redução do Imposto de Renda das empresas e taxação de dividendos.</p>
<div class="data">Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/44870/tributacao-veja-como-preparar-sua-empresa-para-o-pos-pandemia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Contábeis</a></div>
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		<title>Legislação trabalhista: entenda sobre a suspensão de contratos e redução de jornada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2020 10:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Medida Provisória]]></category>
		<category><![CDATA[Acordos de Suspensão de Contrato]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Economia]]></category>
		<category><![CDATA[MP]]></category>
		<category><![CDATA[Redução de jornada]]></category>
		<category><![CDATA[salários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As medidas de preservação de emprego e renda foram instituídas pela Lei nº 14.020/2020 (conversão da Medida Provisória nº 936/20) que criou o Benefício Emergencial.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="entry-title" style="text-align: center;">Acordos de Suspensão de Contrato ou de Redução de Jornada Podem ser Feitos por até 180 dias</h2>
<p class="has-text-align-justify" data-adtags-visited="true">As medidas de preservação de emprego e renda foram instituídas pela <a href="http://www.normaslegais.com.br/legislacao/lei-14020-2020.htm">Lei nº 14.020/2020</a> (conversão da Medida Provisória nº 936/20) que criou o Benefício Emergencial.</p>
<p class="has-text-align-justify" data-adtags-visited="true">O prazo anterior para cada modalidade era de até 120 dias e foi ampliado para o máximo de 180 dias. <strong>Os acordos só podem ser feitos até o fim de 2020</strong>.</p>
<p class="has-text-align-justify" data-adtags-visited="true">O <a href="http://www.normaslegais.com.br/legislacao/decreto-10470-2020.htm">Decreto nº 10.470/2020</a>, publicado em 24/08/2020, prorrogou os prazos para a celebração de acordos de redução proporcional de jornada e de salário e de suspensão temporária do contrato de trabalho com o pagamento dos benefícios emergenciais.</p>
<p class="has-text-align-justify" data-adtags-visited="true">O decreto regulamenta a Lei nº 14.020, de 6 de julho de 2020, conversão da Medida Provisória nº 936/2020 – que instituiu o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda – BEm.</p>
<p data-adtags-visited="true">O prazo de prorrogação foi unificado para até 180 dias, conforme detalhado no quadro abaixo:</p>
<figure class="wp-block-table">
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Tipo de Medida</strong></td>
<td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Prazo Inicial da</strong><br />
<strong>Lei 14.020/2020</strong></td>
<td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Prorrogação 1</strong><br />
<strong><a href="http://www.normaslegais.com.br/legislacao/decreto-10422-2020.htm">Decreto 10.422/2020</a></strong></td>
<td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Prorrogação 2</strong><br />
<strong><a href="http://www.normaslegais.com.br/legislacao/decreto-10470-2020.htm">Decreto 10.470/2020</a></strong></td>
<td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Prazo Total</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Acordo de redução proporcional da jornada de trabalho e de salário</strong></td>
<td class="has-text-align-center" data-align="center">90</td>
<td class="has-text-align-center" data-align="center">30</td>
<td class="has-text-align-center" data-align="center">60</td>
<td class="has-text-align-center" data-align="center">180</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Acordo de suspensão temporária do contrato de trabalho</strong></td>
<td class="has-text-align-center" data-align="center">60</td>
<td class="has-text-align-center" data-align="center">60</td>
<td class="has-text-align-center" data-align="center">60</td>
<td class="has-text-align-center" data-align="center">180</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Prazo máximo considerando a soma da redução e da suspensão</strong></td>
<td class="has-text-align-center" data-align="center">90</td>
<td class="has-text-align-center" data-align="center">30</td>
<td class="has-text-align-center" data-align="center">60</td>
<td class="has-text-align-center" data-align="center">180</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</figure>
<p class="has-text-align-justify" data-adtags-visited="true">Os períodos de redução proporcional de jornada e de salário ou de suspensão temporária do contrato de trabalho, já utilizados antes da publicação do Decreto, são computados para fins de contagem dos limites citados no quadro.</p>
<p class="has-text-align-justify" data-adtags-visited="true">Os prazos são cumulativos independentemente da modalidade, ou seja, caso o empregador tenha feito acordo de 90 dias de redução de jornada e salário, só poderá fazer acordo para mais 90 dias, seja de suspensão de contrato ou de nova redução de jornada e salários.</p>
<p class="has-text-align-justify" data-adtags-visited="true">O prazo máximo de benefício emergencial é limitado a 180 dias desde que termine até 31/12/2020, prazo final do período do estado de calamidade pública.</p>
<p class="has-text-align-justify" data-adtags-visited="true">Os procedimentos para informação da suspensão e redução de jornada e salários permanecem os mesmos, lembrando que, além de informar a suspensão/redução no eSocial, é necessário fazer o cadastramento do trabalhador no <a href="https://servicos.mte.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portal de Serviços do Ministério da Economia</a>  para solicitar o pagamento do benefício.</p>
<p class="has-text-align-justify" data-adtags-visited="true">Para mais detalhes e um passo a passo sobre como solicitar o benefício e como informar a suspensão ou redução no eSocial, <a href="https://trabalhista.blog/2020/04/13/como-informar-a-suspensao-do-contrato-ou-a-reducao-da-jornada-e-salario-no-esocial-domestico/">clique aqui</a>.</p>
<p data-adtags-visited="true">Fonte: eSocial – 06.10.2020 – Adaptado pelo <a href="http://www.guiatrabalhista.com.br/">Guia Trabalhista</a>.</p>
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		<title>Abrir empresa se tornou muito mais simples!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2020 10:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Abrir Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Empreeendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[MEI]]></category>
		<category><![CDATA[abertura de empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Empresário individualm Abertura de empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Digital do Ministério da Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Lei da Liberdade Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Microempreendedor Individual]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria Especial de Desburocratização]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação Digital Empreendedor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tempo para abertura de empresas é reduzido quase pela metade no país</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Tempo para abertura de empresas é reduzido quase pela metade no país</h2>
<h3 class="linhadeOlho" style="text-align: center;">Segundo o Ministério da Economia, o tempo para abertura de empresas no país, hoje, é de 2 dias e 21 horas, quase metade do que era em no início do ano.</h3>
<p>Segundo o Ministério da Economia, o tempo médio para abertura de uma empresa caiu quase pela metade em 20 meses, devido a medidas de simplificação decorrentes da Lei da Liberdade Econômica e da transformação digital.</p>
<p>De acordo com o Boletim do Mapa de Empresas &#8211; 2º Quadrimestre, divulgado nesta quinta-feira (17) pela Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, hoje o empreendedor gasta 2 dias e 21 horas para abrir um negócio no Brasil.</p>
<p>Em janeiro de 2019, a média era de 5 dias e 9 horas. O número de empresas ativas também cresceu de maio a agosto: chegou a 19,28 milhões. A meta traçada na Estratégia de Governo Digital 2020-2022 para a abertura de empresas é a de reduzir a apenas 1 dia.</p>
<p>Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Sergipe e Mato Grosso do Sul são os principais destaques entre os entes federados no tempo médio para abrir negócios – nesses locais, demora pouco mais de 1 dia. A maior redução neste quadrimestre ocorreu na Bahia.</p>
<h3><strong>Abertura de empresas</strong></h3>
<p>O país contabiliza quase 1 milhão de empresas ativas a mais do que há seis meses. Hoje são precisamente 19.289.824 empresas em atividade, enquanto em março deste ano eram 18.296.851. O saldo positivo – a diferença no número entre todas as que abriram e as que fecharam no segundo quadrimestre – é de 782.664 novas empresas.</p>
<blockquote><p>“A expectativa é de que o número de empresas continue subindo, respeitando a média histórica – em todos os outros anos avaliados, o último quadrimestre do exercício traz números importantes”, analisa o secretário especial adjunto, Gleisson Rubin. “O comportamento de 2020 vinha sendo de forma consistente melhor do que o dos anos anteriores, à exceção do período mais agudo da pandemia, que correspondeu aos meses de abril e maio. Houve uma recuperação bastante forte em junho e em julho, o que confirma expectativas de recuperação da economia.”</p></blockquote>
<p>Dois estados do Norte, Amapá e Amazonas, apresentaram os maiores crescimentos percentuais na abertura de negócios no período de maio a agosto, em comparação ao primeiro quadrimestre – aumentos de 19,1% e de 16,6%, respectivamente. São seguidos por Espírito Santo, Santa Catarina e Maranhão.</p>
<blockquote><p>“A atividade econômica que representou maior fluxo de novas empresas foi o comércio varejista de artigos de vestuários e acessórios, com 68.711 empresas abertas no último quadrimestre”, informou o secretário de Governo Digital, Luis Felipe Monteiro. “Isso representa 32,9% de crescimento nessa atividade em relação ao quadrimestre anterior e 12,4% em relação ao mesmo quadrimestre do ano passado. Demonstra que a atividade está reaquecida&#8221;, ressalta.</p></blockquote>
<h3><strong>Empresário individual</strong></h3>
<p>O movimento de abertura de negócios na modalidade de Empresário Individual, que inclui os microempreendedores individuais (MEI) , é outro destaque. De todas as empresas abertas no segundo quadrimestre, 944.469 foram de empresários individuais.</p>
<p>Os ramos de atividade mais procurados são: comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios; promoção de vendas; fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para consumo domiciliar; cabeleireiros, manicure e pedicure e obras de alvenaria. Esse desempenho consolida o total de 13.783.503 empresários individuais ativos no país.</p>
<blockquote><p>“Muitos empreendedores têm escolhido constituírem-se como MEI para começar seus negócios. Isso porque a abertura do MEI é simples, pode ser feita on-line e é gratuita no Portal do Empreendedor. A grande evolução da política do MEI neste ano foi a dispensa de alvará e licença para todas as suas ocupações. Hoje o MEI emprega 55,4% dos negócios ativos no país, sendo que só neste segundo quadrimestre de 2020 foram mais de 880 mil novos registros de MEI”, acrescenta Antonia Tallarida Martins, subsecretária de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas, Empreendedorismo e Artesanato no Ministério da Economia.</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/44568/tempo-para-abertura-de-empresas-e-reduzido-quase-pela-metade-no-pais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Contabeis</a></p>
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		<item>
		<title>Nova fase do Pronampe agora conta com a participação de instituições regionais</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/nova-fase-do-pronampe-agora-conta-com-a-participacao-de-instituicoes-regionais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2020 10:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Portal do Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[Pronampe]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Emprestômetro]]></category>
		<category><![CDATA[Instituições financeiras regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Instituições regionais]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Portal do Empreendedor Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[Receita bruta]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pronampe: Instituições regionais participam da nova fase do programa<br />
Na segunda fase do Pronampe, parte dos R$ 12 bilhões serão destinados à Instituições financeiras regionais.</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/nova-fase-do-pronampe-agora-conta-com-a-participacao-de-instituicoes-regionais/">Nova fase do Pronampe agora conta com a participação de instituições regionais</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><em>Pronampe: Instituições regionais participam da nova fase do programa</em></h2>
<h3 class="linhadeOlho" style="text-align: center;"><em>Na segunda fase do Pronampe, parte dos R$ 12 bilhões serão destinados à Instituições financeiras regionais.</em></h3>
<p>A segunda etapa do programa terá aporte adicional de R$ 12 bilhões da União no Fundo de Garantia de Operações (FGO), destinado à concessão de garantias no âmbito do Pronampe.</p>
<p>Segundo o Ministério da Economia, parte desse aporte de R$ 12 bilhões será destinada para algumas instituições financeiras regionais habilitadas:</p>
<p>&#8211; R$ 21 milhões em crédito pela Agência de Fomento de Goiás;<br />
&#8211; R$ 268 milhões pelo Banco do Nordeste;<br />
&#8211; R$ 203 milhões pelo Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG);<br />
&#8211; R$ 282 milhões pelo Banco da Amazônia;<br />
&#8211; R$ 730 milhões pelo Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul).</p>
<h3><strong>Pronampe</strong></h3>
<p>No dia 19 de agosto, o presidente Jair Bolsonaro sancionou a Lei nº 14.043, de 2020, que amplia o programa.</p>
<p>O ministério informa que o Pronampe continuará atendendo as microempresas (com faturamento até R$ 360 mil no ano) e empresas de pequeno porte (faturamento até R$ 4,8 milhões no ano), além dos profissionais liberais. O</p>
<p>programa empresta até 30% da receita bruta do ano anterior, com taxa de juros máxima igual à Selic (atualmente em 2% ao ano) mais 1,25% ao ano.</p>
<p>O prazo de pagamento é de 36 meses e carência de oito meses. É possível acompanhar o recurso sendo liberado pelo Emprestômetro do Portal do Empreendedor, onde também poderão ser consultadas as instituições habilitadas.</p>
<div class="data">Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/44356/pronampe-instituicoes-regionais-participam-da-nova-fase-do-programa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Contábeis</a></div>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/nova-fase-do-pronampe-agora-conta-com-a-participacao-de-instituicoes-regionais/">Nova fase do Pronampe agora conta com a participação de instituições regionais</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
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		<title>Desoneração de até 25% da folha de pagamento &#8211; Governo estuda propor essa medida!</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/desoneracao-de-ate-25-da-folha-de-pagamento-governo-estuda-propor-essa-medida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2020 10:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Desoneração da folha]]></category>
		<category><![CDATA[Folha de Pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[CPMF]]></category>
		<category><![CDATA[desoneração de 25%]]></category>
		<category><![CDATA[Impostos Pagos]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Redução de custo de contratação]]></category>
		<category><![CDATA[Salário mínimo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Folha de pagamento: Governo estuda desoneração de 25%<br />
Estudo prevê cortes de impostos pagos pelas empresas sobre os salários; Entenda.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><em>Folha de pagamento: Governo estuda desoneração de 25%</em></h2>
<h3 class="linhadeOlho" style="text-align: center;"><em>Estudo prevê cortes de impostos pagos pelas empresas sobre os salários; Entenda.</em></h3>
<p>O Ministério da Economia estuda propor uma desoneração de até 25% da folha de pagamento das empresas para todas as faixas salariais. A proposta amplia a ideia mencionada anteriormente, que previa corte de impostos apenas para rendimentos equivalentes a até um salário mínimo. O assessor especial do Ministério da Economia, Guilherme Afif Domingos, afirma que os técnicos avaliam os impactos da medida.</p>
<p>O corte de impostos pagos pelas empresas à União sobre os salários é um objetivo antigo de Guedes, que vê na tributação sobre a folha uma arma de destruição de empregos. Com isso, o ministro espera conter o desemprego ao reduzir o custo de uma contratação. Para abrir mão dessa receita, no entanto, a equipe econômica considera que será necessária a criação de um novo imposto, a ser aplicado sobre pagamentos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Tudo custa dinheiro&#8221;, disse Afif.</p></blockquote>
<h3><strong>Desoneração da folha</strong></h3>
<p>Os técnicos fazem as contas com uma alíquota mínima de 0,2%. Eles estimam que ela renderia anualmente R$ 120 bilhões aos cofres públicos. Nos cálculos usados por Guedes, esse montante seria suficiente para desonerar empresas a pagar impostos aplicados até um salário mínimo &#8211; hoje em R$ 1.045,00. Cortar tributos para essa faixa e estender ao menos parte da medida para as demais demandaria uma alíquota maior.</p>
<p>O ministério já vem mencionando a possibilidade de o novo imposto ter uma alíquota de 0,4%, o que, em tese, dobraria a arrecadação para R$ 240 bilhões. Os membros da pasta veem como ideal a desoneração total sobre salários no país, mas reconhecem que o plano teria dificuldades.</p>
<blockquote><p>&#8220;Gostaria de desonerar tudo, mas aí seria uma alíquota inviável&#8221;, afirmou Afif.</p></blockquote>
<p>Além de bancar a desoneração, o novo imposto deve servir para bancar o Renda Brasil. O programa social está em formulação e substituiria o Bolsa Família, com mais pessoas e um valor mais alto. Afif disse que a proposta do novo imposto deverá ser enviada em agosto ao Congresso. Ele rebateu contestações à ideia.</p>
<blockquote><p>&#8220;A resposta a quem critica é: me dê uma alternativa melhor que essa. Ainda não vi&#8221;, afirmou. &#8220;O que faz sentido acaba acontecendo&#8221;, disse.</p></blockquote>
<p>Para o assessor especial, a cobrança tem mais chance de ser aprovada se estiver absolutamente ligada à geração de emprego e renda. O imposto é planejado por Guedes desde o começo do governo, mas até hoje nunca foi apresentado oficialmente. A ideia recebe críticas do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e já foi contestada publicamente até pelo presidente Jair Bolsonaro.</p>
<h3><strong>CPMF</strong></h3>
<p>No ano passado, as discussões sobre o novo imposto nos moldes da antiga CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras) ajudaram a derrubar o então secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra. Na época, o plano era que até saques e depósitos em dinheiro fossem taxados, com uma alíquota inicial de 0,4%. Já pagamentos no débito e no crédito teriam cobrança de 0,2%. Depois, Paulo Guedes colocou o novo imposto na geladeira, mas não o eliminou dos planos.</p>
<p>Recentemente, reforçou o argumento de que não se trata de uma CPMF. Além disso, passou a chamar o tributo de digital, principalmente por pegar em cheio o crescimento do e-commerce. As compras pela internet têm acelerado no Brasil e no mundo com a pandemia. O governo trabalha com urgência nos estudos, pois as propostas precisam ser consideradas no projeto de Orçamento do ano que vem, a ser enviado até 31 de agosto ao Congresso.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/43965/folha-de-pagamento-governo-estuda-desoneracao-de-25/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Contábeis</a></p>
<div class="data"></div>
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		<title>Assim fica díficil…  Linha de crédito anunciada pelo Governo não chega a +80% das micro e pequenas empresas!</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/assim-fica-dificil-linha-de-credito-anunciada-pelo-governo-nao-chega-a-80-das-micro-e-pequenas-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2020 10:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Linha de crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Pronampe]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito empreendedores]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Medidas]]></category>
		<category><![CDATA[Microempresas e Empresas de Pequeno Porte e o Fundo de Garantia de Operações do Pronampe]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sebrae]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa realizada pelo Sebrae mostra que 84% dos micro e pequenos empreendedores ainda não conseguiram crédito anunciado pelo Governo.</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/assim-fica-dificil-linha-de-credito-anunciada-pelo-governo-nao-chega-a-80-das-micro-e-pequenas-empresas/">Assim fica díficil…  Linha de crédito anunciada pelo Governo não chega a +80% das micro e pequenas empresas!</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><em>Apenas 16% das micro e pequenas empresas conseguiram crédito na Pandemia</em></h2>
<h3 class="linhadeOlho" style="text-align: center;"><em>Pesquisa realizada pelo Sebrae mostra que 84% dos micro e pequenos empreendedores ainda não conseguiram crédito anunciado pelo Governo.</em></h3>
<div class="data">
<p>Uma pesquisa do Sebrae revelou que micro e pequenas empresas estão com dificuldades para conseguir créditos e resistir aos efeitos econômicos da pandemia. A pesquisa ouviu mais de 7 mil empresários em todos o Brasil entre o fim de maio e começo de junho.</p>
<p>Ao todo, de 518 mil micro e pequenas empresas brasileiras, 3% do total, fecharam as portas de vez durante a crise. Dos que fecharam os negócios, 43% disseram que o que mais teria ajudado a evitar essa situação seria apoio financeiro do governo, e 18% citaram um empréstimo bancário.</p>
<p>O levantamento mostra que a dificuldade de acesso ao crédito muitas vezes é fatal nesse segmento, que responde por cerca da metade dos empregos com carteira assinada do país.</p>
<h3><strong>Crédito empreendedores</strong></h3>
<p>Desde o início das medidas de isolamento social, 6,7 milhões empreendedores de pequeno porte tentaram crédito, e 84% ainda não conseguiram.</p>
<blockquote><p>“Não é que não tenha crédito, difícil é o acesso ao crédito. O governo, embora tenha feito esforços, não conseguiu entender a necessidade e o que representa a micro e a pequena empresa para o Brasil. São 99,1% das empresas brasileiras e se a gente perder 20% desse time, é um desastre”, afirma o presidente do Sebrae, Carlos Melles, em entrevista ao Jornal Nacional.</p></blockquote>
<h3><strong>Medidas</strong></h3>
<p>O Ministério da Economia afirmou que tem tomado todas as providências para que o crédito chegue ao micro e pequeno empreendedor, que criou o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte e o Fundo de Garantia de Operações do Pronampe para garantir as operações de crédito para as instituições financeiras.</p>
<p>Esta semana, o Banco Central anunciou o pacote com o objetivo de oferecer até R$ 272 bilhões em créditos para pequenas empresas. Entre as medidas, estão: a permissão do uso de imóvel já financiado como garantia para um novo empréstimo e a possibilidade de as instituições financeiras reduzirem o valor do dinheiro que precisam deixar parado no Banco Central, caso concedam crédito às empresas para aumentar o capital de giro.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/43531/apenas-16-das-micro-e-pequenas-empresas-conseguiram-credito-na-pandemia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Contábeis</a></p>
</div>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/assim-fica-dificil-linha-de-credito-anunciada-pelo-governo-nao-chega-a-80-das-micro-e-pequenas-empresas/">Assim fica díficil…  Linha de crédito anunciada pelo Governo não chega a +80% das micro e pequenas empresas!</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
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		<item>
		<title>Multas provenientes do governo podem ser parceladas ou até mesmo adiadas para 2021</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/vai-um-pouco-de-folego-multas-do-governo-podem-ser-parceladas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2020 10:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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		<category><![CDATA[Diário Oficial]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Instrução Normativa 43]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Multas administrativas]]></category>
		<category><![CDATA[Multas aplicadas]]></category>
		<category><![CDATA[Secretário de Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Suspensão de Multa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Instrução Normativa publicada no Diário Oficial permite parcelar multas administrativas aplicadas pelo Governo Federal.</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/vai-um-pouco-de-folego-multas-do-governo-podem-ser-parceladas/">Multas provenientes do governo podem ser parceladas ou até mesmo adiadas para 2021</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="linhadeOlho" style="text-align: center;"><em>Instrução Normativa publicada no Diário Oficial permite parcelar multas administrativas aplicadas pelo Governo Federal.</em></h2>
<h3 style="text-align: center;"><em>O Diário Oficial da União publicou nesta terça-feira, 09, a <a href="http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/instrucao-normativa-n-43-de-8-de-junho-de-2020-260785995" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instrução Normativa 43</a> que permite que multas provenientes de contratos administrativos aplicados aos fornecedores do Governo Federal podem ser parceladas, compensadas ou ainda adiadas para 2021.</em></h3>
<p>Segundo o Ministério da Economia, as novas regras também poderão ser aplicadas por estados e municípios nas aquisições realizadas a partir de recursos de transferências voluntárias da União.</p>
<p>De acordo com o governo, a medida tem o objetivo de manter o fôlego econômico das empresas durante o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).</p>
<h3><strong>Multas administrativas</strong></h3>
<p>Anualmente, a administração pública federal contrata em torno de R$ 48 bilhões. O governo federal informou que faz, por ano, em torno de 103 mil processos de compras para a aquisição de bens, serviços e também de obras. Cerca de 47 mil destas aquisições são realizadas de micro e pequenas empresas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Antes da publicação desta instrução normativa, não existia a possibilidade de negociar administrativamente as condições de pagamento destas multas. Estamos buscando soluções. O parcelamento, por exemplo, só era permitido quando uma empresa ingressava na Dívida Ativa da União. Estamos simplificando e desburocratizando&#8221;, afirmou o secretário de Gestão, Cristiano Heckert, em entrevista ao G1.</p></blockquote>
<p>Pelas novas regras, será possível o parcelamento total ou parcial da multa administrativa em até 12 parcelas mensais, desde que dentro da vigência do respectivo contrato, informou o Ministério da Economia.</p>
<p>A norma estabelece, ainda, um valor mínimo de R$ 500 para cada parcela. O valor será corrigido mensalmente pela taxa Selic (atualmente em 3% ao ano).</p>
<h3><strong>Compensação e suspensão</strong></h3>
<p>No caso da compensação dos débitos, o Ministério da Economia informou que ele poderá ser feito por meio de créditos decorrentes de contratos assinados com o órgão que emitiu a multa. Para este processo, serão observados os prazos de validade de cada contrato administrativo. Esta vantagem não poderá ultrapassar o prazo de 12 meses.</p>
<blockquote><p>&#8220;Esta é uma medida vantajosa tanto para a administração quanto para os fornecedores. A partir desta nova regra, será possível deduzir o valor da multa devida de um próximo pagamento a ser feito para a empresa contratada, gerando economicidade para a Administração Pública&#8221;, explicou Heckert.</p></blockquote>
<p>Por conta da pandemia do novo coronavírus, os fornecedores também poderão ser beneficiados com a suspensão da multa. Para isso, os interessados deverão solicitar o adiamento da cobrança para até 60 dias após o término do estado de emergência. O valor também será corrigido pela Selic.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/43324/multas-aplicadas-pelo-governo-podem-ser-parceladas/?utm_source=link&amp;utm_medium=home&amp;utm_campaign=PlantaoCovid19" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Contábeis</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/vai-um-pouco-de-folego-multas-do-governo-podem-ser-parceladas/">Multas provenientes do governo podem ser parceladas ou até mesmo adiadas para 2021</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
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		<item>
		<title>MEI: Mais de 327 mil pessoas aderiram ao regime durante a Pandemia</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/mei-mais-de-327-mil-pessoas-aderiram-ao-regime-durante-a-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2020 10:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[MEI]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Microempreendedor Individual]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Quarentena]]></category>
		<category><![CDATA[Subsecretária de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas do Ministério da Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O registro de MEIs continuou aquecido durante a pandemia de Coronavírus, atingindo a marca de 10 milhões de contribuintes.</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/mei-mais-de-327-mil-pessoas-aderiram-ao-regime-durante-a-pandemia/">MEI: Mais de 327 mil pessoas aderiram ao regime durante a Pandemia</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="linhadeOlho"><em>O registro de MEIs continuou aquecido durante a pandemia de Coronavírus, atingindo a marca de 10 milhões de contribuintes.</em></h2>
<h3 style="text-align: left;">Dados do Portal do Empreendedor revelam que o registro de novos microempreendedores individuais não perdeu força na quarentena. Ao todo, mais de 327 mil pessoas se formalizaram como MEIs no Brasil desde o início da pandemia do novo coronavírus.</h3>
<div class="data">
<p>Esses novos contribuintes fizeram com que o número de microempreendedores individuais passasse de 9,8 milhões, na segunda quinzena de março, para 10,2 milhões no fim de maio.</p>
<h3><strong>Empreendedorismo</strong></h3>
<p>A Subsecretária de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas do Ministério da Economia, Antonia Tallarida, em entrevista ao Correio Braziliense afirmou que acredita que o período de isolamento social ajudou a despertar a já elevada vocação empreendedora dos brasileiros.</p>
<p>Segundo o Sebrae, 37% dos brasileiros sonham em abrir o próprio negócio, 46% veem boas oportunidades nessa ideia e 62% dizem que já têm até os conhecimentos necessários à empreitada. “Muitas pessoas decidiram se reinventar na quarentena. E o MEI traz a possibilidade de fazer isso de maneira formal, permite que a pessoa acesse vários benefícios”, diz Antonia.</p>
<p>Ela lembra que é possível se cadastrar no MEI sem sair de casa, basta acessar o Portal do Empreendedor e inserir os dados pessoais e as informações do negócio. “É preciso definir bem o escopo da atividade, deixando claro o modo de atuação, o público-alvo, o investimento necessário e o fluxo de renda esperado”, explica.</p>
<p>Os “MEIs da quarentena” ainda têm o benefício de deixar para depois o pagamento da contribuição mensal do Simples. Para dar um alívio de caixa aos microempreendedores, o governo empurrou para o fim do ano o vencimento das parcelas de abril, maio e junho. O valor não passa de R$ 58,25 por mês.</p>
<p>A tendência de aumento do microempreendedorismo individual não deve acabar com a quarentena. Ao contrário, tem tudo para ganhar ainda mais força. Especialistas explicam que, além de despertar a vocação empreendedora de gente como João Nogari, a pandemia da covid-19 afetou negativamente a renda de milhões de famílias e empresas brasileiras, fazendo com o que desemprego disparasse no Brasil. O cenário de crise econômica e alta do desemprego favorece um outro tipo de empreendedorismo: o de necessidade.</p>
<h3><strong>Os MEIs da quarentena</strong></h3>
<p>Após as crises econômicas, é normal aumentar o número de empreendedores. O Monitor Global de Empreendedorismo (GEM, na sigla em inglês) mostra que a taxa de empreendedorismo inicial, que considera os negócios formais e informais com menos de 3,5 anos, teve picos de crescimento no Brasil tanto na crise de 2008, quanto na de 2015. Na primeira, a taxa saiu de 12%, em 2008, para 15,3%, em 2009, e 17,5%, em 2010. Na última, passou de 17,2%, em 2014, para 21%, em 2015.</p>
<p>O GEM estima que a taxa vai saltar dos atuais 23,3% para o recorde de 25% neste ano em virtude da crise do novo coronavírus. Afinal, antes de a pandemia fechar milhares de postos de trabalho país afora, 88% dos brasileiros que queriam abrir um negócio já admitiam que uma das motivações para empreender era “ganhar a vida, já que o emprego é escasso no Brasil”.</p>
<p>O índice era o nono maior do mundo e crescia entre as mulheres (90,8%), os negros (90%) e a faixa etária entre 35 e 54 anos (91,6%), que devem a ser os mais afetados pelo avanço do desemprego e a maior parte dos novos empreendedores brasileiros.</p>
<blockquote><p>“Com a pandemia, houve a paralisação de muitas atividades, que levou a demissões. Muita gente ficou sem renda e, por necessidade, vai criar um negócio. Por isso, a projeção é de que um em cada quatro brasileiros estará no grupo de pessoas que tentarão abrir um negócio, seja formal, seja informal”, revela o analista do GEM no Sebrae, Marcos Bedê.</p></blockquote>
<p>O especialista orienta, contudo, paciência e planejamento, porque parte dessas empresas que são abertas por necessidade, no ímpeto em meio a uma crise econômica, corre o risco de fechar depois de algum tempo. Como a crise da pandemia será mais forte do que as anteriores, os “MEIs da quarentena” precisam avaliar bem o seu negócio, sem metas de faturamento muito ousadas, porque a retomada será lenta.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/43322/mei-mais-de-327-mil-pessoas-aderiram-ao-regime-durante-a-pandemia/?utm_source=link&amp;utm_medium=home&amp;utm_campaign=PlantaoCovid19" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Contábeis</a></p>
</div>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/mei-mais-de-327-mil-pessoas-aderiram-ao-regime-durante-a-pandemia/">MEI: Mais de 327 mil pessoas aderiram ao regime durante a Pandemia</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
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		<item>
		<title>Procurando uma alternativa para vencer a crise? Com o empréstimo do Pronampe, você terá até 8 meses de carência!</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/pronampe-conte-com-ate-oito-meses-de-carencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2020 13:39:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
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		<category><![CDATA[Setor produtivo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Micro e Pequenas empresas que optarem pelo empréstimo do Pronampe, vão poder contar com até oito meses de carência.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="linhadeOlho"><em>Micro e Pequenas empresas que optarem pelo empréstimo do Pronampe, vão poder contar com até oito meses de carência.</em></h2>
<div class="data">
<h3 class="data"><em>O Governo Federal fez mais um ajuste no Pronampe, o Programa Nacional de Apoio às Microempresa e Empresas de Pequeno Porte durante a crise de coronavírus. A partir de agora, empresas poderão contar com empréstimos com carência de até oito meses.</em></h3>
<div class="data">
<p>Essa possibilidade de ampliação de carência estava no projeto original do Pronampe, que foi apresentado pelo Congresso. Porém, foi vetada por Bolsonaro. Ao sancionar a lei do Pronampe, no mês passado, o presidente alegou que a carência &#8220;contraria interesse público e gera risco à própria política pública, ante a incapacidade dos bancos públicos executarem o programa com as condições apresentadas pelo projeto, as quais poderão ser determinadas por regulamento&#8221;.</p>
<p>Agora, contudo, o governo decidiu voltar atrás sobre o assunto e autorizou os bancos a ofertarem uma carência de até oito meses de pagamento para as micro e pequenas empresas que tomarem crédito através do Pronampe. A carência foi retomada na regulamentação do Pronampe, que foi aprovada em uma reunião do Fundo Garantidor de Operações (FGO) realizada nessa quarta-feira,0 .</p>
<h3><strong>Carência Pronampe</strong></h3>
<p>Uma fonte da equipe econômica explicou que a carência foi considerada inviável anteriormente porque o texto do Congresso não previa a cobrança de juros durante esse período.</p>
<p>Depois que os pequenos empresários reclamaram do veto, contudo, o governo viu que os bancos estariam dispostos a oferecer a carência desde que pudessem cobrar juros nesses oito meses. E, como o Pronampe vai operar com uma taxa de juros baixa, o setor produtivo não viu um problema nesta condição. Por isso, a carência voltou ao regulamento do Pronampe.</p>
<p>O regulamento aprovado nessa quarta-feira pelo conselho do governo no FGO diz, então, que o Pronampe terá um prazo de até 36 meses para o pagamento, incluído o período de carência de até 8 meses, com capitalização de juros.</p>
<h3><strong>Juros</strong></h3>
<p>O documento, ao qual o Correio teve acesso, ainda confirma que os juros máximos dessa operação devem ser equivalente à taxa básica de juros (Selic) acrescida de 1,25%. Como hoje a Selic está em 3% ao ano, a taxa será, portanto, de 4,25% anuais.</p>
<blockquote><p>&#8220;A medida atende ao setor produtivo e também ao setor financeiro. Foi só uma questão de ajuste&#8221;, confirmou a sub-secretária de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas do Ministério da Economia, Antonia Tallarida.</p></blockquote>
<h3><strong>Operações</strong></h3>
<p>Ainda não está claro, contudo, quando esses empréstimos estarão disponíveis nos bancos. Segundo Antonia Tallarida, a aprovação do regulamento do Pronampe no FGO praticamente encerra a fase de regulamentação do programa no governo.</p>
<p>Agora, o Executivo só precisa enviar para os empreendedores a declaração da Receita Federal que vai informar quanto eles faturaram em 2019 e quanto eles poderão tomar de crédito neste ano. E a expectativa é que essas comunicações comecem a ser feitas já no início da próxima semana. Depois disso, caberá aos bancos, portanto, incluir o Pronampe nas suas prateleiras para começar a atender as micro e pequenas empresas.</p>
<blockquote><p>&#8220;O regulamento está pronto e a Receita vai começar a enviar essas correspondências na próxima semana. Então, agora, é a fase de os bancos avaliarem o produto com as suas diretorias e colocarem a linha para rodar. [&#8230;] Já está com os bancos a questão de estruturar e aprovar a linha. O governo está disponível para dar o suporte e esclarecer o que for necessário&#8221;, afirmou Tallarida.</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/43284/pronampe-empresas-terao-ate-oito-meses-de-carencia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Contábeis</a></p>
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		<title>Mais de 7 mil empresas estão em Recuperação Judicial no país</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/mais-de-7-mil-empresas-estao-em-recuperacao-judicial-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2020 00:08:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito]]></category>
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		<category><![CDATA[Pronampe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Devido a crise de coronavírus, 7 mil empresas estão em Recuperação Judicial e o número pode crescer.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="linhadeOlho"><em>Devido a crise de coronavírus, 7 mil empresas estão em Recuperação Judicial e o número pode crescer.</em></h2>
<h3>Mais de 7 mil empresas estão em recuperação judicial e outras 220 já entraram em processo de falência no Brasil.</h3>
<p>O número foi revelado nesta quinta-feira, 28, pelo secretário especial da Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, que admitiu haver uma preocupação do governo em relação ao número de empresas que podem falir em meio à crise econômica causada pelo novo coronavírus.</p>
<blockquote><p>&#8220;Hoje, existem cerca de 220 empresas em estado falimentar. [&#8230;] Existem 7,2 mil ou 7 mil e poucas empresas em recuperação judicial, que remontam um total de crédito ligado a elas de R$ 285 bilhões&#8221;, revelou Waldery Rodrigues, que representou o Ministério da Economia em audiência pública promovida pela comissão mista que acompanha o enfrentamento da covid-19 no Congresso Nacional nesta quarta-feira.</p></blockquote>
<h3><strong>Recuperação Judicial</strong></h3>
<p>De acordo com Waldery, esses números de empresas que estão em recuperação judicial podem crescer ainda mais.</p>
<blockquote><p>“Esse número pode crescer. Mas a gente não deseja isso. Queremos criar condições de manutenção das cadeias produtivas e não uma série de falências solicitadas. [&#8230;] Esse número está sendo olhado com uma lupa, para que não cresça, para que tenhamos condições de recuperação da economia e de reverter esse quadro tão logo possível&#8221;, afirmou.</p></blockquote>
<p>Para isso, Waldery disse que o governo vai entrar em contato com os parlamentares para alinhar os projetos que estão tramitando no Congresso Nacional com o intuito de atualizar a lei de falências e de recuperação judicial brasileira.</p>
<h3><strong>Crédito</strong></h3>
<p>O secretário da Fazenda também foi questionado, contudo, sobre o que o governo vai fazer para destravar a concessão de crédito para as empresas brasileiras e, assim, ajudar esses negócios a sobreviver a essa crise. Houve pressão, sobretudo, para a liberação de crédito para as micro e pequenas empresas, que foram duramente afetadas pelo coronavírus, mas estão há semanas reclamando da dificuldade de obter crédito na pandemia.</p>
<p>Waldery alegou que o governo está de olho nas linhas de crédito emergenciais anunciadas em meio ao coronavírus e no que é preciso fazer para &#8220;empurrar esses recursos&#8221;, para que eles de fato cheguem na ponta e não fiquem empoçados nos bancos. Porém, não apresentou novas medidas em relação ao crédito.</p>
<p>O secretário lembrou que o Executivo já está fazendo os ajustes burocráticos necessários para colocar o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) para rodar. O Pronampe foi aprovado há mais de um mês pelo Congresso e foi sancionado na semana passada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas ainda está sendo regulado e, por isso, ainda não está atendendo os pequenos negócios.</p>
<p>Waldery ainda disse que o programa de financiamento da folha das pequenas e médias empresas, que não teve o retorno esperado no primeiro mês de operação, deve ter uma procura maior na sua segunda parcela, segundo estudos do Banco Central. E garantiu que outra linha de crédito focada das médias empresas também deve ser lançada em breve através do Fundo Garantidor de Investimentos (FGI), bem como o socorro a grandes empresas como as companhias aéreas.</p>
<p>Fonte:<a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/43209/mais-de-7-mil-empresas-estao-em-recuperacao-judicial-no-pais/?utm_source=link&amp;utm_medium=home&amp;utm_campaign=PlantaoCovid19" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Contábeis</a></p>
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