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	<title>Arquivo de pequenos negócios - MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</title>
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		<title>O BNDES começou a operação do Peac-Maquininhas, empréstimo destinado a pequenos negócios!</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/o-bndes-comecou-a-opercao-do-peac-maquininhas-emprestimo-destinado-a-pequenos-negocios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2020 10:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Peac maquininhas]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Nacional de desenvolvimento econômico e social]]></category>
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		<category><![CDATA[Programa Emergencial de Acesso a Crédito na Modalidade de Garantia de Recebíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Peac-Maquininhas: BNDES inicia empréstimos para pequenos negócios<br />
Linha vai destinar R$ 10 bi para microempreendedores e pequenos negócios, com empréstimos de até R$ 50 mil.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Peac-Maquininhas: BNDES inicia empréstimos para pequenos negócios</h2>
<h3 class="linhadeOlho" style="text-align: center;">Linha vai destinar R$ 10 bi para microempreendedores e pequenos negócios, com empréstimos de até R$ 50 mil.</h3>
<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) começou, nesta quinta-feira, 1º, a operar o Programa Emergencial de Acesso a Crédito na Modalidade de Garantia de Recebíveis (Peac-Maquininhas), nova linha que terá R$ 10 bilhões em financiamentos para microempreendedores e pequenos negócios, com empréstimos de no máximo R$ 50 mil. Segundo o BNDES, a linha tem potencial para fazer 200 mil operações. Os empréstimos precisam ser contratados até 31 de dezembro.</p>
<p>A linha é custeada por recursos do Tesouro Nacional. O BNDES já recebeu uma primeira parcela de R$ 5 bilhões – a segunda virá conforme a demanda pelos empréstimos.</p>
<p>O Peac-Maquininhas foi criado na tramitação do projeto que converteu em lei a Medida Provisória (MP) que criou o Peac, no fim de maio. O Peac permitiu o aporte de até R$ 20 bilhões no Fundo Garantidor de Investimentos (FGI), fundo de aval gerido pelo BNDES, para oferecer garantias para empréstimos de bancos comerciais credenciados.</p>
<p>Diferentemente do Peac, a Peac-Maquininhas é uma linha de crédito com recursos do Tesouro, que serão emprestados via BNDES. A garantia ficará por conta de recebíveis das vendas futuras realizadas por meio de máquinas de pagamento digital, as populares “maquininhas” – com contragarantia do Tesouro.</p>
<p>Recebíveis de vendas via cartão já vinham sendo usados como garantia de empréstimos pelos bancos comerciais e pelas próprias empresas fornecedoras dos sistemas de pagamento, mas a nova linha do BNDES promete condições mais vantajosas. Para tomar os empréstimos, os interessados não podem ter uma operação semelhante, usando recebíveis de vendas como garantia, em curso.</p>
<p>Com o aval do Tesouro, os microempreendedores e empresários que recorrerem a esses empréstimos não precisarão oferecer outras formas de garantia. O valor do empréstimo será definido com base nas vendas entre março de 2019 e fevereiro de 2020.</p>
<p>O valor do financiamento não poderá passar do dobro da média mensal de vendas nesse período – respeitado o limite de R$ 50 mil. Estão aptos a tomar os empréstimos microempreendedores individuais (MEI) , microempresas e empresas de pequeno porte com faturamento bruto anual de até R$ 4,8 milhões.</p>
<p>Outra vantagem da nova linha são os juros, limitados a 6% ao ano, abaixo das taxas finais normalmente oferecidas pelos bancos. O prazo máximo para os financiamentos é de três anos, com carência de até seis meses.</p>
<p>A operação do Peac-Maquininhas é indireta, ou seja, empreendedores interessados devem procurar bancos comerciais ou as próprias prestadoras dos serviços de pagamento que sejam credenciadas no programa. Já há instituições financeiras credenciadas, mas o BNDES está aceitando pedidos de credenciamento – o site do banco de fomento informa que, em breve, disponibilizará uma lista de credenciados.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/44722/peac-maquininhas-bndes-inicia-emprestimos-para-pequenos-negocios/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Contábeis</a></p>
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		<title>Um modelo de negócio que tem entregado cada vez mais facilidade e rentabilidade&#8230;</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/um-modelo-de-negocio-que-tem-entregado-cada-vez-mais-facilidade-e-rentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2020 12:34:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Franquia]]></category>
		<category><![CDATA[ABF]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Brasileira de Franchising]]></category>
		<category><![CDATA[Circular de Oferta de Franquia]]></category>
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		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
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		<category><![CDATA[pequenos negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Quarentena]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Período de distanciamento social favorece proprietários de pequenos negócios desenhados para funcionar remotamente</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="article-title" style="text-align: center;"><em>Franquias sem sair de casa crescem na quarentena</em></h2>
<h3 class="article-subtitle" style="text-align: center;"><em>Período de distanciamento social favorece proprietários de pequenos negócios desenhados para funcionar remotamente</em></h3>
<div class="row">
<div class="col-xs-12 col-lg-4">
<div class="article-author">
<p>Trabalhar em casa é o sonho de muita gente, principalmente para quem vive em grandes metrópoles e precisa enfrentar horas no trânsito ou no transporte público. Na capital paulista, por exemplo, uma pessoa passa em média cerca de 1h47 no deslocamento entre casa e trabalho, de acordo com pesquisa realizada em 2019 pela Rede Nossa São Paulo em parceria com o Ibope.</p>
<p>Todo esse tempo poderia ser utilizado para outras atividades, como ficar mais com a família, praticar atividades físicas ou concentrar esforços nos resultados do próprio negócio. Com a pandemia provocada pelo novo coronavírus e a necessidade de distanciamento social, a ideia de trabalhar em casa ganha força, e encontra nas microfranquias uma possibilidade de obter renda em um período de crise e alta no desemprego – e sem investir muito capital, afinal é possível encontrar diversas opções no mercado com investimento inferior a 5 mil reais.</p>
<p>Dados da pesquisa “Microfranquias”, divulgada em 2019 pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), mostram que o número de marcas atuando com modelos mais econômicos cresceu 14% nos últimos quatro anos, passando de 557 em 2016 para 674 em 2019. Os destaques vão para os segmentos de serviços e de saúde, beleza e bem-estar. Entre 2018 e 2019, o primeiro cresceu 34%, enquanto que o segundo subiu 21%.</p>
<p>Dono de uma franquia Home Angels, especializada em cuidadores de idosos, o empreendedor Leonardo José Lima conta que sempre operou a maior parte do negócio de casa, na Mooca, zona leste de São Paulo. Aluga um espaço de coworking apenas para processos seletivos de novos cuidadores ou para quando um cliente quer conhecer a empresa. Durante a atual crise do novo coronavírus, viu sua cartela de clientes cair, principalmente entre os meses de março e abril, porém fechou maio com seu recorde de clientes ativos desde 2018, ano que iniciou as atividades.</p>
<blockquote><p>“Tivemos quedas pontuais normais em virtude de alta hospitalar e falecimentos, assim como contratos suspensos por conta da pandemia, já que os familiares passaram a ficar mais próximos dos idosos em casa”, explica.</p></blockquote>
<p>A retomada em maio, segundo Lima, se deu tanto pela reativação de contratos quanto pela gestão de marketing digital, que teve o apoio do Sebrae.</p>
<blockquote><p>“Ações com o Google e o posicionamento da minha franquia no Instagram e Facebook ajudam muito. O Google traz clientes diretos, e nas redes sociais recebo muitas indicações de clientes por meio de amigos”, comemora.</p></blockquote>
<p>Hoje com 14 contratos ativos, Lima tem como meta chegar a 20 contratos até dezembro. Uma franquia da Home Angels começa a partir de 25 mil reais.</p>
<h3>Empreender na pandemia</h3>
<p>Já no município de Registro, no Vale do Ribeira, o jornalista Adílson Cabral deixou de lado a rotina como contratado de veículos de comunicação há mais de 20 anos para empreender no segmento de comunicação. Desde 2018, é dono de uma franquia do Portal da Cidade, plataforma digital que disponibiliza tecnologia para conteúdo jornalístico e publicitário regional.</p>
<p>Cabral diz que sempre identificou no Vale do Ribeira uma carência de meios de comunicação digitais que trouxessem uma proposta jornalística completa. “O Portal da Cidade Registro tem condições de reconhecer o que se tem em relação à vida na cidade e seus problemas, mas também tudo o que se inova em relação à identificação de talentos, ações e projetos de desenvolvimento regional”, afirma.</p>
<p>O jornalista começou a franquia sozinho, mas há quatro meses contratou um colaborador que o auxilia na apuração e produção de matérias. Na parte da manhã, Cabral atua na produção, mas à tarde se dedica à área comercial.</p>
<blockquote><p>“Estamos tendo muita procura de anunciantes durante a pandemia, principalmente por empresas que não possuem lojas físicas, ou estão fechadas, e apostam no delivery para manter o faturamento”, explica.</p></blockquote>
<p>E por falar em delivery, essa modalidade ganhou ainda mais força em meio à pandemia. A franquia Rapidão App, plataforma de aplicativo de delivery criada para atender pequenas e médias cidades, vem se destacando nesse mercado, com investimento inicial de cerca de 16 mil reais.</p>
<blockquote><p>“Quando decidimos desenvolver o aplicativo em junho de 2019, percebemos que este tipo de atendimento era uma carência comum aos estabelecimentos de pequenas cidades”, afirma o presidente da rede, Leone Schultz. “Durante a pandemia, o nosso serviço é a solução para muitos comerciantes continuarem vendendo seus produtos”, completa.</p></blockquote>
<p>Desde o início das medidas mais restritivas no País, a marca registrou um aumento de 70% nas vendas diretas. O modelo home office e 100% digital da rede também chamou a atenção de pessoas que viram a oportunidade de começar a empreender ainda na quarentena. De março a maio de 2020, já comercializaram mais de 60 franquias. Atualmente a empresa conta com mais de 100 unidades vendidas, sendo 20 unidades no Estado de São Paulo. São mais de mil estabelecimentos parceiros e cerca de 45 mil usuários ativos, em 18 Estados brasileiros. A expectativa da empresa é terminar o ano com um faturamento de 6 milhões de reais.</p>
<blockquote><p>“A tendência é que a compra por meio de aplicativos de delivery se perpetue. Muitos estabelecimentos que antes não utilizavam apps para o recebimento dos pedidos, utilizando os meios convencionais como telefone e WhatsApp, acabaram por abrir os olhos para essa tecnologia, que propicia o descongestionamento dos pedidos, facilidade no gerenciamento e atendimentos simultâneos de vários clientes e pedidos”, afirma o diretor operacional e cofundador do Rapidão App, Wilton Hermes.</p></blockquote>
<h3><strong>Modelo híbrido</strong></h3>
<p>E por que não transformar um sistema de franquia tradicional e 100% presencial em um híbrido com home office? Essa foi a ideia da Andréia Martins, diretora do CCAA Sorocaba. Assim como praticamente todas as instituições de ensino, a rede de idiomas também adaptou suas aulas para o modelo a distância pela internet, mas a gestão da franquia como um todo, que antes exigia de Andréia presença diária na escola, se tornou remota– e com sucesso.</p>
<blockquote><p>“Hoje eu não saio mais de casa. Do próprio computador consigo ativar o sistema da escola e fazer toda a gestão, desde funcionários, horários de aulas, alunos até a administração como um todo, com pagamentos, compras e contratos”, diz a empresária.</p></blockquote>
<p>Andréia explica ainda que a nova metodologia de trabalho vem gerando bons resultados na captação de novos alunos a partir dos testes de nivelamento dos interessados. Antes muitos não davam sequência quando a aplicação era presencial, mas agora, online e com cursos mais acessíveis, essa realidade mudou.</p>
<blockquote><p>“Nosso retorno de potenciais alunos cresceu 65%. Muitos nem respondiam a equipe comercial. Durante a pandemia estamos com tanta procura que até precisamos pedir para esperar. Nós íamos atrás de alunos, mas hoje são eles que nos procuram” comemora.</p></blockquote>
<p>Outra questão favorável a um futuro sistema híbrido é o reconhecimento dos pais, que antes não tinham como acompanhar de perto a evolução dos filhos em sala de aula. “Hoje eles nos passam feedbacks positivos pois acompanham a metodologia, o aprendizado dos filhos e têm confiança investimento que estão fazendo”, afirma.</p>
<h3><strong>Você está preparado?</strong></h3>
<p>Investir numa franquia, mesmo em formato home office, não significa que o empresário vai trabalhar menos. Esse é o alerta do consultor de negócios do Sebrae-SP, Ruy Soares de Barros. A dedicação e organização são fundamentais, por isso é necessário procurar um negócio ou segmento com o qual tenha afinidade, pois grande parte de seu tempo será usado na empresa.</p>
<blockquote><p>“Faça uma lista com as franquias home office que tenha interesse, obtenha informações, converse com franqueados que já estão operando, fale com a franquia e tire o máximo de dúvidas sobre o negócio”, aconselha.</p></blockquote>
<p>De acordo com Barros, o interessado precisa ainda parar para refletir sobre algumas questões importantes, tais como: quais os motivos para ter uma franquia home office? Isso se deve apenas ao tempo livre provocado pela pandemia ou de fato há a possibilidade de um bom negócio?</p>
<blockquote><p>“Vale lembrar que a franquia tem regras e é baseada num contrato com período de permanência. O futuro franqueado precisa ler atentamente a Circular de Oferta de Franquia (COF), que deve ser disponibilizada ao interessado dez dias antes de fechar o negócio. Nela constam as ‘regras do jogo’, definindo o papel de cada um”, explica.</p></blockquote>
<p>O consultor ainda alerta para que o interessado não invista todo seu capital na compra da franquia.</p>
<blockquote><p>“Esse não é um investimento único. O empresário vai precisar de dinheiro para o capital de giro e, dependendo do momento e do segmento, pode haver sazonalidade do negócio. Por isso é recomendável ter uma reserva para emergências”, completa.</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="https://exame.com/pme/franquias-sem-sair-de-casa-crescem-na-quarentena/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Exame</a></p>
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		<item>
		<title>Confira em quais bancos o crédito do Pronampe já pode ser solicitado!</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/confira-em-quais-bancos-o-credito-pronampe-ja-pode-ser-solicitado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2020 10:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Linha de crédito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Três bancos já anunciaram que estão operando o Pronampe; Confira quais são e como conseguir a Linha de crédito.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><em>Pronampe: Veja em quais bancos o crédito já pode ser solicitado</em></h2>
<h3 class="linhadeOlho" style="text-align: center;"><em>Três bancos já anunciaram que estão operando o Pronampe; Confira quais são e como conseguir a Linha de crédito.</em></h3>
<p>Até o momento, pequenos negócios podem solicitar o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, o Pronampe, em três bancos do país.</p>
<p>O governo garante que mais 14 instituições financeiras estão se registrando no programa e devem começar a operá-lo em breve.</p>
<h3><strong>Bancos</strong></h3>
<p>Para solicitar o crédito, as empresas precisarão passar pelo crivo das políticas de cada banco, como nível de relacionamento por exemplo.</p>
<p>As seguintes instituições já estão operando:</p>
<p>&#8211; <a href="https://www.bb.com.br/pbb/pagina-inicial/empresas/produtos-e-servicos/credito/obter-capital-de-giro/pronampe#/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Banco do Brasil</a>;<br />
&#8211; <a href="http://www.caixa.gov.br/empresa/credito-financiamento/capital-de-giro/pronampe/Paginas/default.aspx">Caixa Econômica Federal</a>;<br />
&#8211; <a href="https://www.itau.com.br/empresas/emprestimos-financiamentos/fgo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Itaú</a>.</p>
<h3><strong>Pronampe</strong></h3>
<p>A Linha de Crédito foi anunciada pelo governo no início de maio como forma de destravar o crédito para os pequenos negócios mediante à crise provocada pelo Coronavírus.</p>
<p>De acordo com a lei que instituiu o Pronampe, devem ser atendidas microempresas e as empresas de pequeno porte que faturem até R$ 4,8 milhões por ano. O limite de financiamento é de até 30% da receita bruta do ano passado.</p>
<p>Por conta da garantia do governo, o programa tem juros de 3,5% ao ano — a taxa básica de juros (Selic) , que está em 2,25% ao ano, mais 1,25 ponto percentual — e prazo de até 36 meses para pagamento, com oito meses de carência.</p>
<p>Segundo o Sebrae, quase 60% dos 17,2 milhões de pequenos negócios brasileiros precisam de empréstimos nesse momento. Porém, só 14% dos pedidos foram aprovados até agora.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/43590/pronampe-veja-em-quais-bancos-o-credito-ja-pode-ser-solicitado/?utm_source=link&amp;utm_medium=home&amp;utm_campaign=PlantaoCovid19" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Contábeis</a></p>
<div class="data"></div>
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		<item>
		<title>Simples Nacional: Empresas podem obter empréstimo facilitado de até 30% do faturamento de 2019</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/simples-nacional-empresas-podem-obter-emprestimo-facilitado-de-ate-30-do-faturamento-de-2019/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2020 10:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[Simples Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cálculo de empréstimo]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Emprestimo]]></category>
		<category><![CDATA[Faturamento de 2019]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Lei nº 13.999]]></category>
		<category><![CDATA[microempresas]]></category>
		<category><![CDATA[pequenos negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Taxas Reduzidas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Programa instituído pelo governo federal promete facilitar acesso ao credito às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, com taxas de reduzidas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><em>Programa instituído pelo governo federal promete facilitar acesso ao credito às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, com taxas de reduzidas</em></strong></h2>
<h3><em>Sua empresa é optante pelo Simples Nacional na condição de microempresa e empresa de pequeno porte (Receita anual acima de 360 mil até 4,8 milhões de reais) e precisa de crédito para enfrentar a crise provocada pelo coronavírus?</em></h3>
<p>O Governo federal sancionou Lei que Institui Programa de apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte.</p>
<p>A novidade veio com publicação da Lei nº 13.999 de 2020 (DOU de 19/05), que Institui o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), para o desenvolvimento e o fortalecimento dos pequenos negócios.</p>
<p><strong>Regras de acesso ao crédito com taxas reduzidas</strong></p>
<p>De acordo com a Lei nº 13.999/2020, a empresa optante pelo Simples Nacional poderá obter crédito no valor de 30% do faturamento do ano de 2019.</p>
<p>Empresa com menos de um ano poderá escolher o método de cálculo do empréstimo mais vantajoso:</p>
<p>A empresa com menos de um ano de funcionamento poderá obter empréstimo de até 50% do seu capital social ou até 30% da média do seu faturamento mensal, apurado desde o início das atividades.</p>
<p>Informações verídicas</p>
<p>As pessoas que contratarem as linhas de crédito no âmbito do Pronampe assumirão contratualmente a obrigação de fornecer informações verídicas e de preservar o quantitativo de empregados em número igual ou superior ao verificado na data da publicação desta Lei, no período compreendido entre a data da contratação da linha de crédito e o 60º (sexagésimo) dia após o recebimento da última parcela da linha de crédito.</p>
<p>O não atendimento a qualquer das obrigações implicará o vencimento antecipado da dívida pela instituição financeira.</p>
<p>Está vedada a celebração do contrato de empréstimo de que trata esta Lei com empresas que possuam condenação relacionada a trabalho em condições análogas às de escravo ou a trabalho infantil.</p>
<p><strong>Destinação dos recursos</strong></p>
<p>Os recursos recebidos no âmbito do Pronampe servirão ao financiamento da atividade empresarial nas suas diversas dimensões e poderão ser utilizados para investimentos e para capital de giro isolado e associado, vedada a sua destinação para distribuição de lucros e dividendos entre os sócios.</p>
<p><strong>Prazo para Formalização do empréstimo e taxas</strong></p>
<p>As instituições financeiras participantes poderão formalizar operações de crédito no âmbito do Pronampe até 3 (três) meses após a entrada em vigor desta Lei, prorrogáveis por mais 3 (três) meses, observados os seguintes parâmetros:</p>
<p>I – taxa de juros anual máxima igual à taxa do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic), acrescida de 1,25% (um inteiro e vinte e cinco centésimos por cento) sobre o valor concedido;</p>
<p>II – prazo de 36 (trinta e seis) meses para o pagamento; e</p>
<p>Para efeito de controle dos limites o Banco do Brasil S.A. disponibilizará consulta das pessoas inscritas no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) que se beneficiaram do Pronampe, com a discriminação dos montantes já contratados.</p>
<p><strong>Bancos que poderão aderir ao Pronampe:</strong></p>
<p>Poderão aderir ao Pronampe e, assim, requerer a garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO), de que trata a<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12087.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Lei nº 12.087, de 11 de novembro de 2009</a>, o Banco do Brasil S.A., a Caixa Econômica Federal, o Banco do Nordeste do Brasil S.A., o Banco da Amazônia S.A., os bancos estaduais, as agências de fomento estaduais, as cooperativas de crédito, os bancos cooperados, as instituições integrantes do sistema de pagamentos brasileiro, as plataformas tecnológicas de serviços financeiros (<strong>fintechs</strong>), as organizações da sociedade civil de interesse público de crédito, e as demais instituições financeiras públicas e privadas autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, atendida a disciplina do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil a elas aplicável.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.jornalcontabil.com.br/simples-nacional-empresas-podem-obter-emprestimo-facilitado-de-ate-30-do-faturamento-de-2019/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jornal Contábil</a></p>
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		<title>Senado aprova programa de crédito mais acessível para pequenos negócios</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/senado-aprova-programa-de-credito-mais-acessivel-para-pequenos-negocios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 00:33:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
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		<category><![CDATA[Programa Nacional de apoio a microempresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) foi aprovado no Senado por unanimidade, com 78 votos, nesta terça-feira.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><em>O Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) foi aprovado no Senado por unanimidade, com 78 votos, nesta terça-feira (7).</em></h2>
<p>O Programa foi criado para ajudar no desenvolvimento e no fortalecimento dos pequenos negócios no país. O projeto faz parte do conjunto de medidas propostas pelo Legislativo para minimizar os impactos sociais e econômicos da pandemia do coronavírus. A matéria segue agora para análise da Câmara dos Deputados.</p>
<p>O texto aprovado foi o substitutivo da senadora Kátia Abreu (PP-TO) ao projeto original, apresentado pelo senador Jorginho Mello (PL-SC) para criar uma linha de crédito mais barata e com menos exigências para as pequenas e microempresas (<a class="external-link" title="" href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/141363" target="_self" rel="noopener noreferrer">PL 1.282/2020</a>).</p>
<p>A ideia é oferecer um instrumento semelhante ao Programa Nacional de Apoio à Agricultura Familiar (Pronaf), linha de crédito especial para o setor agrário, mas voltado para os negócios de pequeno porte.</p>
<blockquote><p>— É uma matéria que vai atender 20 milhões de empregos. Nós temos 6,5 milhões de microempresas e 900 mil de pequeno porte que não foram atendidas até agora. Depois dessa tragédia queremos que o Programa permaneça. Por agora, vamos atender a emergência, apagar o fogo que chegou — destacou Jorginho.</p></blockquote>
<h3><b>Crédito</b></h3>
<p>O projeto aprovado prevê um valor de R$ 10,9 bilhões, com operações de crédito formalizadas até o final de julho deste ano, destinados às microempresas, que têm faturamento bruto anual de até R$ 360.000,00.</p>
<p>O prazo para o pagamento é de 36 meses com juros de 3,75% ao ano e carência de seis meses.</p>
<p>A condição para concessão do crédito é a manutenção do emprego. As empresas assumirão a obrigação de fornecer informações verídicas e não rescindir, sem justa causa, o contrato de trabalho de seus empregados no período entre a data da contratação da linha de crédito e até 60 após o recebimento da última parcela.</p>
<h3><b>Bancos</b></h3>
<p>A linha de crédito concedida corresponderá à metade da receita bruta anual calculada com base no exercício de 2019 e será operacionalizada pelo Banco do Brasil, pela Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste e Banco da Amazônia. As cooperativas de crédito e bancos cooperativos poderão participar do Programa.</p>
<p>Cada financiamento será custeado em 80% do seu valor com recursos da União alocados ao Programa. Ou seja, com risco assumido pelo Tesouro Nacional, e a garantia é pessoal.  As instituições financeiras participantes responderão pelos 20% restantes.</p>
<p>Em relação aos juros e prazos de carência e de vencimento, R$ 2,7 bilhões serão de responsabilidade das instituições financeiras federais. Assim, o Programa Emergencial de Suporte a Microempresas totalizaria R$ 13,6 bilhões.</p>
<p>Caberá a essas instituições repassar à União, no prazo de 30 dias, contado da data do recebimento, os reembolsos de recursos recebidos e prestar as informações solicitadas pela Secretaria do Tesouro Nacional e pelo Banco Central.</p>
<h3><b>Emendas</b></h3>
<p>Em seu relatório, Kátia Abreu acatou seis das 26 emendas apresentadas ao projeto. Entre elas, a do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), para que o prazo de carência se inicie somente após o fim do estado de calamidade pública. Também foram atendidas as sugestões dos senadores Fabiano Contarato (Rede-ES) e Jaques Wagner (PT-BA), para garantir a manutenção dos empregos; e os pedidos de Eduardo Braga (MDB-AM), Fernando Bezerra (MDB-PE) e Tasso Jereissati (PSDB-CE), para ampliar as opções de instituições financeiras na operação do crédito.</p>
<blockquote><p>— De 2007 a 2019, um período de 12 anos, as micro e pequenas empresas geraram 12,5 milhões de empregos. Enquanto as medias e grandes, infelizmente, reduziram os empregos em 1,5 milhão. Então, o que nós estamos fazendo aqui hoje é justiça a 99% das empresas do país, as que empregam 50% das pessoas. Especialmente os franqueados: enquanto o Brasil cresceu 1%, o setor cresceu quase 4% — ressaltou a senadora.</p></blockquote>
<h3><strong>Celeridade</strong></h3>
<p>Durante a votação, vários senadores pediram rápida aprovação da matéria pela Câmara dos Deputados.</p>
<blockquote><p>— Nós precisamos cuidar para que todas as decisões que temos tomado cheguem o mais rapidamente possível à população, que os recursos cheguem aos estados e aos municípios para absorver o aumento da demanda — declarou o senador Rogério Carvalho (PT-SE).</p></blockquote>
<p>Na mesma linha foi o senador Alvaro Dias (Podemos-PR).</p>
<blockquote><p><strong>— </strong>Esperamos que a Câmara aprove sem alterações, o que é fundamental, porque alterações devolvem o projeto, e isso infelizmente vai nos levar a uma situação de comprometer os resultados finais dessa proposta — alertou.</p></blockquote>
<p>O senador Irajá (PSD–TO) salientou que o projeto injetará R$ 13 bilhões na economia brasileira no momento de agravamento da crise provocada pelo coronavírus.</p>
<blockquote><p><strong>—</strong> Recurso que vai dar um alento a esses microempreendedores de todo o país, que estão aguardando por essa oportunidade de poder reequilibrar suas contas diante dessa situação de calamidade que nós vivemos <strong>— </strong>afirmou.</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/04/07/senado-aprova-programa-de-credito-mais-acessivel-para-pequenos-negocios?utm_medium=WebPush&amp;utm_source=senado-noticias" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Senado</a></p>
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		<title>Pequeno negócio: 10 dicas para sobreviver em meio à crise do coronavírus</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/pequeno-negocio-dicas-para-sobreviver-em-meio-a-crise-do-coronavirus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2020 15:03:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Microempreendedores individuais (MEI) e donos de pequena e médias empresas devem ser fortemente impactados pelo período de combate ao coronavírus, especialmente devido ao fechamento do comércio em alguns locais.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Microempreendedores individuais (MEI) e donos de pequena e médias empresas devem ser fortemente impactados pelo período de combate ao coronavírus, especialmente devido ao fechamento do comércio em alguns locais. A Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) estima que o setor do comércio e serviços tenha impacto negativo superior a R$ 100 bilhões nos próximos meses.</p>
<blockquote><p>&#8220;Os clientes estão evitando ir ao comércio, pois estão em isolamento social, mas a necessidade de consumir continua. É crucial encontrar formas de continuar faturando, mesmo que num patamar menor, pois o empresário precisa de dinheiro para pagar salários, aluguéis, obrigações já contraídas que vão vencer nos próximos 30, 40, 50 dias&#8221;, afirmou Renato Claro, sócio da Kick Off Consultores.</p></blockquote>
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<blockquote>
<h3 class="thumb-title ">&#8220;Me senti um lixo por demitir&#8221;: microempresários contam dramas da crise</h3>
</blockquote>
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</div>
<p>Especialistas ouvidos pelo <strong>UOL</strong> dizem que algumas medidas podem ser aplicadas para evitar que as pequenas empresas fechem as portas. <strong>Veja a seguir algumas dicas e medidas já anunciadas para empreendedores.</strong></p>
<h3>1. Ajustar produção e fazer planejamento</h3>
<blockquote><p>Segundo Renato Claro, o cenário de queda de procura é muito provável. &#8220;O pequeno empresário precisa ajustar a produção&#8221;, declarou.</p></blockquote>
<p>Para Marcelo Reis, consultor de empresas e especialista em gestão financeira, montar uma estratégia de crise, &#8220;como se fosse um plano de negócios&#8221;, será chave neste momento, com metas, ações claras e enérgicas, e indicadores de acompanhamento.</p>
<blockquote><p>&#8220;Infelizmente, é preciso fazer economias e otimizações, senão pode não sobreviver à recessão&#8221;.</p></blockquote>
<h3>2. Revisão de contratos com fornecedores</h3>
<blockquote><p>&#8220;O contrato que se tornar desproporcional entre o contratante e o contratado poderá ser revisado, evitando que o cumprimento do contrato seja demasiadamente prejudicial para a pequena empresa e injustamente vantajosa para o fornecedor/credor&#8221;, disse Mário Inácio Ferreira Filho, advogado especialista em micro e pequenas empresas da IF Assessoria Empresarial.</p></blockquote>
<p>Ele cita como exemplo o contrato de locação e condomínio em prédios, lojas e shoppings. &#8220;O pagamento integral é injusto para a pequena empresa, já que o imóvel ficará fechado neste período.&#8221; Se não for possível negociar, a sugestão é cumprir aqueles contratos cujo serviço esteja diretamente ligado à atividade ou sobrevivência da empresa.</p>
<p>A Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping) anunciou, no dia 23, que lojistas de shopping terão isenção de aluguel durante o fechamento dos empreendimentos determinados pelos governos.</p>
<p>Para Hermes de Assis, advogado especialista em contratos do escritório Urbano Vitalino Advogados, &#8220;há uma compreensão geral de que impossibilidades de cumprimento contratual decorrentes da pandemia da covid-19 são enquadráveis no conceito de caso fortuito ou de força maior.&#8221; Segundo eles, o Código Civil estabelece que o devedor não responderá pelo prejuízo causado pela força maior, que é uma situação imprevisível/inevitável causado por ação da natureza.</p>
<h3>3. O que fazer com os empregados</h3>
<p>Estabelecer o sistema de home office, dar férias aos funcionários, usar o banco de horas e até demitir. Estas são algumas medidas que as empresas podem adotar em relação a seus empregados.</p>
<p>No dia 22, o governo federal publicou a Medida Provisória 927 fixando regras para a relação entre empresas e trabalhadores durante a pandemia do novo coronavírus. Entre as medidas estão a adoção do home office, uso de banco de horas e antecipação de feriados e férias individuais ou coletivas, por exemplo.</p>
<p>Ferreira Filho diz que a MP autoriza o pequeno empresário a comunicar e pagar o funcionário com apenas 48 horas de antecedência e dar férias aos empregados que ainda não tenham completado o período aquisitivo (12 meses de trabalho), podendo ser dado o benefício de forma proporcional ao tempo de serviço na empresa.</p>
<p>Outra MP, publicada nesta quinta-feira (2), regulamenta a redução de jornada e de salário ou suspensão do contrato de trabalho com parte da renda dos trabalhadores sendo bancada pelo governo.</p>
<h3>4. Pagamento de tributos</h3>
<p>O governo federal anunciou algumas medidas para amenizar a crise econômica causada pelo coronavírus, entre elas a postergação do vencimento dos tributos federais relativos ao Simples Nacional. O acerto referente aos meses de março, abril e maio deste ano ficou postergado para outubro, novembro e dezembro, respectivamente.</p>
<p>De acordo com o Sebrae Nacional, a prorrogação vai beneficiar 4,9 milhões de empresas optantes pelo Simples Nacional, bem como 9,8 milhões de MEI, num volume total de cerca de R$ 23 bilhões.</p>
<p>O pagamento do FGTS, vencido em abril, maio e junho também será prorrogado, conforme regulamentação da MP 927/2020. Ou seja: o FGTS poderá não ser pago no mês de vencimento e parcelado em até seis vezes, com vencimentos a partir de julho próximo.</p>
<h3>5. Bancos</h3>
<p>A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) anunciou que os cinco maiores bancos (Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, Itaú Unibanco e Santander) irão prorrogar, por 60 dias, os vencimentos de dívidas de seus clientes pessoas físicas e micro e pequenas empresas. Isso não se estende às dívidas no cartão de crédito e cheque especial nem inclui boletos de consumo (água, luz, telefone) e tributos.</p>
<p>A medida vale para os contratos que estejam em vigência, com pagamentos em dia. Cada instituição bancária irá definir o prazo e as condições dos novos pagamentos.</p>
<p>O BB anunciou que começou a liberar as operações de crédito para garantir a liquidez financeira das micro e pequenas empresas. Eles poderão prorrogar as próximas duas parcelas a vencer, que serão migradas para o final do cronograma de pagamento de suas dívidas. A incidência dos juros será diluída ao longo do cronograma de pagamentos.</p>
<h3>6. Linhas de crédito para capital de giro às franquias</h3>
<p>André Friedheim, presidente da ABF (Associação Brasileira de Franchising), afirmou que diversas redes criaram comitês de crise para gerir os reflexos da situação e propor medidas para a continuidade dos negócios.</p>
<blockquote><p>&#8220;Esses comitês devem ser mantidos. Aquelas franqueadoras que ainda não os criaram devem se articular para isso, envolvendo os franqueados inclusive. Muitas redes têm também reforçado suas plataformas de e-commerce e delivery ou criado alguma oferta diferenciada para os clientes&#8221;, afirmou.</p></blockquote>
<p>Segundo ele, a ABF já se articulou com associados e outras entidades para negociar com shopping centers, locatários de forma geral, bancos, emissores de cartão e o próprio governo, para tentar melhores condições para franqueados e franqueadores.</p>
<blockquote><p>&#8220;A partir dessa ação, diversas administradoras de shoppings já divulgaram algumas medidas para amenizar os impactos provocados pelo novo coronavírus nas franquias, mudando suas políticas de cobrança de aluguéis, condomínios e outras despesas. As conversas com os shoppings ainda não se exauriram, pois estamos tratando também dos custos no momento da retomada das atividades&#8221;, disse Friedheim.</p></blockquote>
<p>A ABF informou que, para novos pedidos de capital de giro, está em contato com os principais bancos privados e articulando créditos e medidas com o BNDES e Sebrae.</p>
<h3>7. Governo de SP anuncia aporte para microempreendedores</h3>
<p>Nesta quarta (2/4), o governo de São Paulo e o Sebrae-SP anunciaram a liberação de mais R$ 150 milhões para auxiliar os microempreendedores individuais (MEI) no enfrentamento à pandemia do coronavírus. São R$ 100 milhões do Banco do Povo e R$ 50 milhões do Sebrae-SP, por meio do programa Empreenda Rápido.</p>
<p>A Desenvolve SP reduziu a taxa de juros da linha de capital de giro de 1,43% para 1,20% ao mês, para os setores de turismo, cultura, economia criativa e algumas áreas do comércio. O prazo do financiamento subiu de 36 para 60 meses, e a carência foi de três para 12 meses. Para os demais setores, como o de serviços, a taxa de juros é a partir de 1,2% ao mês, e o prazo de pagamento é até 42 meses (já inclusa a carência de até nove meses). Para fazer o empréstimo, a empresa deve ter faturamento anual entre R$ 81 mil a R$ 10 milhões.</p>
<h3>8. Investir em venda online e delivery</h3>
<p>O Sebrae-SP recomenda que empreendedores invistam na presença digital de seus negócios, oferecendo vendas online e entregas em domicílio, se o segmento permitir. É melhor se adequar ao delivery do que deixar de vender, defende a entidade.</p>
<p>A startup iFood criou um fundo de R$ 50 milhões com um conjunto de medidas para auxiliar restaurantes em meio à crise.</p>
<h3>9. Site ajuda a antecipar receitas para pequenos negócios</h3>
<p>Para ajudar os pequenos negócios, como lojas de bairro, a conseguir manter o fluxo de caixa, a fintech Cora lançou o <a href="https://compredospequenos.cora.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">site Compre dos Pequenos</a>.</p>
<p>Funciona assim: a pessoa compra um voucher no valor desejado de um dos estabelecimentos cadastrados no site. Depois que a crise passar, o voucher pode ser usado para comprar algum produto naquele local. Não há taxas para quem compra o voucher nem para o estabelecimento cadastrado.</p>
<blockquote><p>&#8220;Uma das grandes sugestões que especialistas dão aos pequenos negócios nesse momento é tentar antecipar suas receitas. Ver o que é possível para conseguir efetivar uma venda futura&#8221;, disse Igor Senra, CEO da Cora.</p>
<p>Segundo ele, a fintech não ganha nada com a transação. &#8220;Criamos essa iniciativa porque queremos realmente ajudar esse empreendedor que sofre mais nesse momento de crise. A ferramenta é capaz de transformar a solidariedade em antecipação de receitas futuras para esses pequenos negócios&#8221;, declarou.</p></blockquote>
<h3>10. Atendimento ao MEI a distância</h3>
<p>Caso o MEI queira tirar dúvidas sobre redes sociais, criação de serviços, venda via aplicativos, implantação de delivery e redução de custos, entre outros assuntos, a Ade Sampa, agência vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho do município de São Paulo, está oferecendo atendimento a distância, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.</p>
<p>Fonte: <a href="https://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2020/04/03/coronavirus-pequenos-negocios-empreendedor-como-lidar-com-crise-sobreviver.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">UOL</a></p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/pequeno-negocio-dicas-para-sobreviver-em-meio-a-crise-do-coronavirus/">Pequeno negócio: 10 dicas para sobreviver em meio à crise do coronavírus</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
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