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	<title>Arquivo de Lucro Presumido - MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</title>
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		<title>Qual é o melhor regime tributário para a sua empresa em 2024?</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/qual-e-o-melhor-regime-tributario-para-a-sua-empresa-em-2024/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2024 13:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Regime tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Lucro Presumido]]></category>
		<category><![CDATA[Lucro Real]]></category>
		<category><![CDATA[MORO Contabilidade e Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[regime tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Simples Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba o que levar em conta no momento de escolher o melhor regime tributário para esse ano. Confira! O regime tributário é um fator essencial na gestão financeira e fiscal de qualquer empresa, especialmente no Brasil, onde a complexidade do sistema tributário exige uma atenção e um planejamento cuidadosos. A escolha do regime tributário mais  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Saiba o que levar em conta no momento de escolher o melhor regime tributário para esse ano. Confira!</i></p>
<p>O regime tributário é um fator essencial na gestão financeira e fiscal de qualquer empresa, especialmente no Brasil, onde a complexidade do sistema tributário exige uma atenção e um planejamento cuidadosos. A escolha do regime tributário mais adequado é uma decisão estratégica que pode impactar significativamente os resultados financeiros de uma empresa. Mas o que é o regime tributário?</p>
<p>O regime tributário é o conjunto de normas e procedimentos que definem como uma empresa deve pagar seus tributos ao governo. O regime estabelece as bases de cálculo, as alíquotas e, principalmente, as regras para a apuração e pagamento dos impostos e contribuições.</p>
<p>A escolha do regime tributário é uma decisão estratégica para a gestão financeira e fiscal da empresa, pois pode impactar diretamente no resultado do negócio. Dependendo do regime escolhido, a empresa pode pagar mais ou menos impostos, ter mais ou menos obrigações acessórias, e ter mais ou menos facilidade para planejar e controlar seus custos e receitas.</p>
<h2><b>Regime Tributário no Brasil</b></h2>
<p>No Brasil, existem três principais tipos de regime tributário: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. Cada um deles tem suas vantagens e desvantagens, que devem ser analisadas de acordo com as características e objetivos da empresa.</p>
<h3><b>Simples Nacional</b></h3>
<p>O Simples Nacional é um regime simplificado e diferenciado, que reúne oito tributos federais, estaduais e municipais em uma única guia de pagamento. Esse regime é destinado às microempresas e empresas de pequeno porte, que faturam até R$ 4,8 milhões por ano, e que se enquadram em alguma das atividades permitidas pelo Comitê Gestor do Simples Nacional.</p>
<p>As principais vantagens do Simples Nacional são a redução da carga tributária, a facilidade de apuração e recolhimento dos impostos, e a dispensa de algumas obrigações acessórias. As principais desvantagens são as limitações de faturamento, de natureza jurídica e de atividade, e a dificuldade de aproveitar créditos tributários.</p>
<h3><b>Lucro Presumido</b></h3>
<p>O Lucro Presumido é um regime que determina a base de cálculo do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das empresas, a partir de uma presunção legal sobre o lucro obtido em cada trimestre. Esse regime é opcional para as empresas que faturam até R$ 78 milhões por ano, e que não se enquadram nas atividades obrigadas ao Lucro Real.</p>
<p>As principais vantagens do Lucro Presumido são a simplicidade de cálculo, a possibilidade de pagar menos impostos se o lucro real for superior ao presumido, e a maior flexibilidade para planejar o fluxo de caixa. As principais desvantagens são a impossibilidade de deduzir as despesas operacionais, a incidência de tributos sobre as receitas financeiras, e a maior complexidade das obrigações acessórias.</p>
<h3><b>Lucro Real</b></h3>
<p>O Lucro Real é um regime que apura o IRPJ e a CSLL das empresas com base no lucro efetivamente apurado em cada período de apuração, que pode ser trimestral ou anual. Esse regime é obrigatório para as empresas que faturam mais de R$ 78 milhões por ano, ou que se dedicam a atividades como bancos, seguradoras, factoring, entre outras.</p>
<p>As principais vantagens do Lucro Real são a possibilidade de deduzir as despesas operacionais, a isenção de tributos sobre as receitas financeiras, e a oportunidade de aproveitar créditos tributários. As principais desvantagens são a maior complexidade de cálculo, a necessidade de manter uma contabilidade rigorosa e atualizada, e a maior exigência de obrigações acessórias.</p>
<p>Diante dessas opções, a escolha do regime tributário mais adequado para a sua empresa deve ser feita com cuidado e planejamento, considerando as particularidades do seu negócio e as mudanças na legislação. Para isso, é importante contar com uma assessoria contábil especializada, que possa orientar e auxiliar na tomada de decisão, visando a otimização da carga tributária e a conformidade com as normas fiscais.</p>
<p>Gostou desse artigo? <a href="https://morocontabil.com.br/blog/">Aqui em nosso blog</a>, você encontra diversos conteúdos exclusivos sobre temas relevantes para empresas que desejam crescer de forma estratégica e sustentável.</p>
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		<title>IR 2021 &#8211; o que é preciso saber sobre?</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/ir-2021-o-que-e-preciso-saber-sobre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2021 10:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Declaração de Imposto de Renda 2021]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda 2021]]></category>
		<category><![CDATA[IR]]></category>
		<category><![CDATA[IR 2021]]></category>
		<category><![CDATA[declaração de imposto de renda]]></category>
		<category><![CDATA[Declaração de Imposto de renda 2021]]></category>
		<category><![CDATA[imposto de renda]]></category>
		<category><![CDATA[ir]]></category>
		<category><![CDATA[IR 202]]></category>
		<category><![CDATA[IRPF 2021]]></category>
		<category><![CDATA[IRPJ 2021]]></category>
		<category><![CDATA[Lucro Presumido]]></category>
		<category><![CDATA[Lucro Real]]></category>
		<category><![CDATA[Simples Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira este guia do IR 2021 e, seja você pessoa física ou jurídica, esteja preparado(a) para lidar com essa questão!</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/ir-2021-o-que-e-preciso-saber-sobre/">IR 2021 &#8211; o que é preciso saber sobre?</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">Confira este guia do IR 2021 e, seja você pessoa física ou jurídica, esteja preparado(a) para lidar com essa questão!</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Saiba as principais informações sobre o IR 2021 e cumpra com essa responsabilidade adequadamente</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Logo no início de cada ano, o Imposto de Renda se torna um assunto muito comentado, afinal, impacta pessoas físicas e jurídicas e precisa ser tratado com atenção para que problemas não ocorram. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, manter-se a par das informações sobre o assunto é fundamental para que você mantenha a sua conformidade, seja como PF ou PJ. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabendo da importância desse assunto e de se ter as principais informações sobre, preparamos o presente artigo especialmente para apresentar os principais aspectos do IR 2021. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, você se mantém distante dos riscos de cair na malha fina!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">IR 2021 &#8211; como funciona para pessoa física e jurídica?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O funcionamento do IR 2021 é diferente quando se trata de PF e PJ. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contudo, de forma geral, a arrecadação desse imposto é essencial para que o arrecadado seja revertido em ações para o bem da sociedade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não contribuir adequadamente enquadra situação de sonegação fiscal, enquanto erros fazem com que você caia na malha fina e precise arcar com multas e corrigir os erros. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que você se mantenha em dia com essa responsabilidade, vamos falar um pouco sobre o funcionamento de cada um de forma individual.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">IRPF 2021</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O IRPF 2021 tem prazo de 1 de março até 30 de abril para ser declarado, sendo obrigatório para todas as pessoas físicas que tiveram rendimentos superiores a R$ 28.559,70 durante 2020. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em casos de rendimentos iguais ou inferiores a esse valor e em casos de doenças graves, existe a isenção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A declaração pode ser realizada de forma simplificada ou completa, além de poder ser feita digitalmente, basta clicar </span><a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/centrais-de-conteudo/download/pgd/dirpf"><span style="font-weight: 400;">aqui</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">IRPJ 2021</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Já o IRPJ funciona de acordo com o regime tributário da sua empresa, ou seja, de acordo com as especificidades:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Simples Nacional; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Lucro Presumido; ou </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Lucro Real. </span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo assim, a base de cálculo, período de arrecadação e demais pontos vão depender do seu enquadramento tributário. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os períodos de apuração possíveis são: mensal, trimestral, anual ou por evento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso do Simples Nacional, o IRPJ está incluso no DAS.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">A importância de ter apoio contábil</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Sem apoio de uma contabilidade preparada para dar todo suporte necessário, as chances de algum erro ocorrer e você ter problemas como a malha fiscal, multas e afins, são maiores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, é importante ter o apoio de profissionais experientes e com conhecimento específico sobre o assunto, que irão garantir que tudo seja feito adequadamente, prezando pela sua conformidade com essa questão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, você tem tranquilidade de não ter que lidar com problemas fiscais.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Conte com os aliados ideais!</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">E para ter o apoio contábil em prática, você pode contar conosco. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nossos(as) especialistas contábeis estão preparados(as) para dar todo o suporte que você possa precisar para garantir a sua regularidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso, <a href="/contato" target="_blank" rel="noopener noreferrer">basta entrar em contato conosco agora mesmo!</a></span></p>
<p><a class="bt-post" href="/contato"> PARA MAIS INFORMAÇÕES ENTRE EM CONTATO CONOSCO</a></p>
<p>Fonte: <a href="https://abrirempresasimples.com.br/ir-2021-o-que-e-preciso-saber-sobre/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Abrir Empresa Simples</a></p>
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		<title>O regime de caixa de Lucro Presumido é para você? Entenda!</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/o-regime-de-caixa-de-lucro-presumido-e-para-voce-entenda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2021 10:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fluxo de caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Lucro Presumido]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Regime tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Apuração de impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Atrasos de pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[Confederação Nacional do Comércio de Bens]]></category>
		<category><![CDATA[Inadimplência]]></category>
		<category><![CDATA[Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Livro de caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Regime de caixa]]></category>
		<category><![CDATA[regime de tributação]]></category>
		<category><![CDATA[regime tributário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O regime de caixa de Lucro Presumido pode ser uma boa opção para sua empresa que lida com inadimplência e atrasos de pagamentos!</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/o-regime-de-caixa-de-lucro-presumido-e-para-voce-entenda/">O regime de caixa de Lucro Presumido é para você? Entenda!</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">O regime de caixa de Lucro Presumido pode ser uma boa opção para sua empresa que lida com inadimplência e atrasos de pagamentos!</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse regime garante uma melhor forma de tributação e é a solução para uma melhor saúde financeira em sua empresa!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O empresário que lida com alto índice de inadimplência ou atrasos nos pagamentos tem o fluxo de caixa da sua empresa por vezes seriamente comprometido.   </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Afinal, ele deixa de ganhar o dinheiro necessário para assumir as contas que está comprometido e responsabilizado a pagar, especialmente com o Estado, contas essas que irão manter a empresa viva e dentro da legalidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, não se tem certeza de quando receberá o dinheiro devido pelo que vendeu ou prestou de serviço e, diante dessa situação, surgem os medos e inseguranças relativos à prestação de contas da empresa. O que fazer, afinal?</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">O que é o regime de caixa?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Nosso país possui um complexo e burocrático sistema tributário, fator esse que leva inúmeras empresas à falência ou mesmo a não andarem para frente, sem ter uma evolução de seus negócios devido aos impostos que pagam com tanta dificuldade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante desse cenário complexo e dificultoso, existem algumas formas de tributação que se propõem a aliviar e simplificar a burocracia envolvida nas contas que os empresários devem assumir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E o </span><i><span style="font-weight: 400;">regime de caixa</span></i><span style="font-weight: 400;"> é uma dessas maneiras que empresas que optaram pelo Lucro Presumido conseguem ter acesso, mas poucos empresários sabem disso. Ao longo deste artigo, você entenderá como isso pode ser a solução que a sua empresa tanto precisa para aliviar o fluxo de caixa, gerar uma economia e deixar a saúde financeira do seu negócio muito mais confortável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas adiantando, o </span><b><i>regime de caixa</i></b><span style="font-weight: 400;"> é a forma de recolher tributos com base </span><b>nos valores efetivamente recebidos</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Inadimplência, atrasos e outras complicações que empresários sofrem e que sufocam o fluxo de caixa da empresa</span></h2>
<blockquote><p><i><span style="font-weight: 400;">“Após três reduções seguidas, </span></i><b><i>o número de brasileiros com dívidas voltou a subir no último mês de 2020</i></b><i><span style="font-weight: 400;">, informou hoje (6) a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) de dezembro apontou que </span></i><b><i>66,3% dos consumidores estão endividados, uma alta de 0,3 ponto percentual com relação a novembro</i></b><i><span style="font-weight: 400;">. No comparativo anual, o indicador registrou aumento de 0,7 ponto porcentual.&#8221;</span></i></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Fonte: </span><span style="font-weight: 400;">Agência Brasil | </span><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2021-01/numero-de-brasileiros-com-dividas-cresce-no-fim-de-2020"><span style="font-weight: 400;">Número de Brasileiros com Dívidas Cresce no fim de 2020</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quero começar este conteúdo expondo para você um problema comum que, com certeza, você já lida como empresário e que, hoje, é a maior dor de cabeça que possui em seu trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em nosso país, é extremamente comum — para não dizer cultural — a inadimplência ou apenas atrasos nos pagamento necessários por serviços contratados, bens adquiridos ou qualquer outra coisa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pode ser tanto pela negligência das pessoas envolvidas, falta de comprometimento com o que foi estabelecido ou uma infelicidade por força da ocasião, como aconteceu em 2020. Empresas tiveram que fechar as portas ou realizaram corte de gastos até mesmo de funcionários para que sobrevivessem aos danos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com isso, é razoável que a inadimplência e outros problemas correlatos a isso afetem o lucro de outras empresas, sejam elas as empresas endividadas umas com as outras ou as próprias pessoas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O problema vai se tornando cada vez mais agravante. Considerando os piores cenários possíveis em uma economia que acaba por afetar o bolso e o caixa de todos, como poderá a empresa então realizar o pagamento dos impostos que são de sua responsabilidade se não há dinheiro entrando?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas tomam medidas desesperadas, sacrificando o próprio fluxo de caixa ou realizando empréstimos de maneira a segurar as pontas por um breve período de tempo, tudo para que a empresa não fique em débito com órgãos do governo e não coloque em risco a sua existência.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas esse problema poderia ser resolvido de uma maneira muito mais prudente e sem desespero algum, e a resposta encontra-se no regime de caixa!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Regime de caixa: o sistema de tributação que pode dar um fôlego extra para sua empresa!</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Se sua empresa optou pelo </span><b>Lucro Presumido </b><span style="font-weight: 400;">como regime de tributação, saiba que esse mecanismo disposto para empresas que se enquadram nessa categoria é perfeito para ajudar a resolver as complicações financeiras que você possui.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O regime de caixa de Lucro Presumido acabará ajudando a resolver de uma vez por todas a situação das suas contas e irá contribuir para deixar o seu planejamento financeiro muito mais leve e seguro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Seu fluxo de caixa ficará em um estado muito melhor e que é ideal para o bom funcionamento de seus negócios, bem como você não precisará realizar nenhum sacrifício ou medida desesperada para arcar com eventuais danos que surjam da inadimplência e atrasos dos pagamentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entenda o regime de caixa</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É uma forma de apuração de impostos. Hoje existem dois regimes: regime de caixa e o regime de competência — que é o mais comum utilizado e que não entrarei em detalhes aqui para evitar confusão para você, quero que dê atenção ao que realmente importa e que poderá fazer diferença para sua empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No regime de caixa, só ocorre a tributação no momento em que o cliente efetua o pagamento pelo serviço, com isso, você tira aquela corda no pescoço que ameaça a vida do seu fluxo de caixa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O regime de caixa de Lucro Presumido se dá pela Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal (INSRF) 104/98:</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">&#8220;Art. 1º A pessoa jurídica, </span></i><b><i>optante pelo regime de tributação com base no lucro presumido</i></b><i><span style="font-weight: 400;">, que adotar o critério de reconhecimento de suas receitas de venda de bens ou direitos ou de prestação de serviços </span></i><b><i>com pagamento a prazo ou em parcelas na medida do recebimento e mantiver a escrituração do livro Caixa</i></b><i><span style="font-weight: 400;">, deverá:</span></i></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">I – emitir a nota fiscal </span></i><b><i>quando da entrega do bem ou direito ou da conclusão do serviço;</i></b><i><span style="font-weight: 400;"> II – indicar, no livro Caixa, em registro individual, a nota fiscal a que corresponder cada recebimento.&#8221;</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como pôde perceber pela instrução normativa, a sua empresa que optou pelo Lucro Presumido acaba tendo esse benefício extremamente útil para seus negócios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Considere o que dissemos acima sobre os altos índices de inadimplência no país. Essa forma de pagamento acaba criando um alívio em seus negócios, outro grande benefício do uso do regime de caixa de Lucro Presumido é que você poderá utilizá-lo como instrumento para planejamento fiscal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, é vantajoso para empresários:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Que emitem uma única nota e recebem parcelado;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Nos negócios com alta probabilidade de inadimplência ou atraso dos consumidores;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Utilizarem como instrumento de planejamento fiscal;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Não comprometerem o seu fluxo de caixa;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Optaram pelo regime de tributação com base no Lucro Presumido.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, pode não ser tão simples a execução desse procedimento, a razão é que algumas empresas — e provavelmente a sua é uma dessas — têm, em seus departamentos contábeis, prioridades que sobrepõem a oportunidade de cuidar da revisão fiscal. Com isso, torna-se possível a adesão ao regime de caixa de Lucro Presumido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É comum que deem maior atenção à regulamentação dos negócios, manutenção das obrigações fiscais e financeiras, e acabam não se atentando aos outros inúmeros benefícios fiscais que são úteis aos negócios, como é o caso do regime de caixa de Lucro Presumido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então, se a sua empresa optar por essa forma de benefício fiscal, saiba que terá que cuidar para manter um controle individualizado e detalhado dos seus registros de contas a receber e operações muito bem documentadas, conforme exige a Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal (INSRF) 104/98.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Nesse contexto, contar com apoio especializado ainda é a melhor alternativa para identificar se, de fato, o regime de caixa Lucro Presumido é a melhor opção para o seu negócio</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Na verdade, entender se, de fato, o regime de caixa Lucro Presumido é a melhor opção para sua empresa nem sempre é uma tarefa fácil, mesmo que você se enquadre em tudo o que trouxemos até aqui.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso porque existem detalhes que podem fazer toda a diferença, um deles é ter um controle apropriado sobre os recebimentos da sua empresa: para muitos empreendimentos, poderá representar revisão de boa parte dos seus processos, o que também pode ser um ponto positivo, tendo em vista que a falta de um controle financeiro adequado poderá trazer muitos prejuízos ao seu negócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas tratando-se de tributos, contar com apoio especializado fará muita diferença, tanto para garantir a conformidade legal do seu empreendimento quanto para identificar quais as melhores escolhas quando o assunto for tributos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E, nesse contexto, nós podemos te ajudar!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quer saber como? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="/contato" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Entre agora em contato conosco</a> que vamos te explicar!</span></p>
<p>Fonte: <a href="https://abrirempresasimples.com.br/o-regime-de-caixa-de-lucro-presumido-e-para-voce-entenda/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Abrir Empresa Simples</a></p>
<p><a class="bt-post" href="/contato"> PARA MAIS INFORMAÇÕES ENTRE EM CONTATO CONOSCO</a></p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/o-regime-de-caixa-de-lucro-presumido-e-para-voce-entenda/">O regime de caixa de Lucro Presumido é para você? Entenda!</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
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		<title>Lucro Presumido x Lucro Real: Qual o ideal para a sua empresa</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/lucro-presumido-x-lucro-real-qual-o-ideal-para-a-sua-empresa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2021 10:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lucro Presumido]]></category>
		<category><![CDATA[Lucro Real]]></category>
		<category><![CDATA[Regime tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Cofins]]></category>
		<category><![CDATA[CSLL]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto]]></category>
		<category><![CDATA[IRPJ]]></category>
		<category><![CDATA[PIS]]></category>
		<category><![CDATA[regime tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Simples Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Tributação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda como iniciar o seu negócio em total conformidade com as questões tributárias. Saiba como escolher o regime tributário ideal.</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/lucro-presumido-x-lucro-real-qual-o-ideal-para-a-sua-empresa/">Lucro Presumido x Lucro Real: Qual o ideal para a sua empresa</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1><span style="font-weight: 400;">Saiba como escolher o regime tributário ideal para o seu negócio</span></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Entenda como iniciar o seu negócio em total conformidade com as questões tributárias</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na hora de planejar o investimento em uma empresa há um mix de emoções na vida do empreendedor, que já vislumbra tudo acontecendo da melhor forma possível, inclusive com relação aos lucros, que no final das contas é o objetivo principal de um negócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É admirável todo esse otimismo e é assim que tem que ser, mas por outro lado é preciso ligar o lado mais racional e buscar entender alguns detalhes que quase ninguém entende com muita profundidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um desses aspectos é com relação ao regime tributário a ser adotado pela sua empresa, afinal essa é uma decisão necessária e que precisa ser tomada ainda no momento da abertura da empresa, pois é com ele que você irá seguir por determinado período, podendo ser mudado a depender de alguns fatores que falaremos mais à frente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No Brasil temos três regimes específicos: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real, mas hoje, nós vamos eliminar as suas dúvidas a respeito de apenas dois:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lucro presumido x Lucro Real.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, muita atenção aos tópicos subsequentes, pois essas informações farão muita diferença nas decisões a serem tomadas por você.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desejamos uma boa leitura.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Lucro Presumido x Lucro Real: Entenda a diferença e saiba qual o ideal para a sua empresa</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos lá, o que difere um regime tributário do outro são as suas regras e características distintas, e a gente vai mostrar para você cada uma delas</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">
<h3><span style="font-weight: 400;">Lucro Presumido</span></h3>
</li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois do Simples Nacional, o Lucro Presumido é o regime tributário mais simplificado, pois proporciona a você, gestor, uma tabela com porcentagens predefinidas de acordo com a projeção do seu faturamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, não é necessário que exista uma apuração concreta do faturamento exato do seu negócio no período de 1 ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, como falamos que existem regras, há um limite de faturamento bruto anual  para que você possa enquadrar a sua empresa, sendo ele de até R$78 milhões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale ressaltar que uma das características é a não necessidade de cumprir com obrigações acessórias, o que diminui bastante a burocracia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quanto aos impostos, temos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">IRPJ;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">CSLL;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">PIS;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Cofins</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1">
<h3><span style="font-weight: 400;">Lucro Real</span></h3>
</li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Avançando em nossas explicações, agora vamos falar do lucro real, que é um regime tributário geralmente ligado a grandes empresas, como as multinacionais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Certamente, já deu para perceber que isso acontece por conta do faturamento bruto anual, que neste caso precisa ser superior a R$78 milhões</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este é, sem sombra de dúvidas, o regime tributário mais burocrático e uma das características que está ligada ao próprio nome, pois as apurações são feitas com base nos lucros reais da sua empresa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já quanto aos tributos, podemos dizer que são os mesmos do lucro presumido, sendo IRPJ, CSLL, PIS e Cofins.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Preze pela sua contabilidade</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora que você já entendeu as principais diferenças com relação a Lucro Presumido x Lucro Real, só nos resta te alertar quanto à sua contabilidade, que precisa ser priorizada desde o início do seu negócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Somente assim você terá garantia de boas decisões, como a própria escolha do regime tributário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Afinal de contas, como já foi dito, basta uma decisão equivocada para que você pague mais impostos do que o necessário.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Conte com quem entende do assunto!</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Contar com profissionais qualificados para cuidar da sua contabilidade é uma das melhores decisões não somente para garantir a conformidade do seu negócio, mas para manter todas as suas demandas contábeis sempre em ordem, eliminando a possibilidade do seu departamento virar uma bagunça.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E quando você tem relatórios bem organizados e acessíveis a qualquer hora de um jeito simples e prático, você há de convir que fica muito mais fácil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portanto, para conhecer um pouco mais dos nossos serviços especializados ou até mesmo para tirar possíveis dúvidas a respeito desse assunto,<a href="/contato" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> basta nos contatar agora mesmo.</a></span></p>
<p>Fonte: <a href="https://abrirempresasimples.com.br/lucro-presumido-x-lucro-real-qual-o-ideal-para-a-sua-empresa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Abrir Empresa Simples</a></p>
<p><a class="bt-post" href="/contato"> PARA MAIS INFORMAÇÕES ENTRE EM CONTATO CONOSCO</a></p>
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		<title>Entenda como o planejamento tributário ajuda a enxugar os custos em sua empresa</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/planejamento-tributario-porque-a-maioria-das-empresas-paga-impostos-excessivos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2021 10:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento tributário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pode parecer absurdo, mas é realidade no Brasil. Mesmo sob umas das mais altas cargas tributárias do mundo, cerca de 95% das empresas brasileiras pagam impostos a mais que o devido, segundo estudo do IBGE em parceria com a Associação Comercial de São Paulo. E isso acontece mesmo em um cenário de crise econômica, como o atual, em decorrência da pandemia da Covid-19.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="entry-title" style="text-align: center;">Planejamento Tributário: Por que a maioria das empresas paga Impostos Excessivos?</h2>
<p>Pode parecer absurdo, mas é realidade no Brasil. Mesmo sob umas das mais altas cargas tributárias do mundo, cerca de 95% das empresas brasileiras pagam impostos a mais que o devido, segundo estudo do IBGE em parceria com a Associação Comercial de São Paulo. E isso acontece mesmo em um cenário de crise econômica, como o atual, em decorrência da pandemia da Covid-19.</p>
<p>Mas por que as empresas pagam mais impostos que o devido se isso vai contra a lógica de qualquer bom gestor? Quem responde é o advogado Weslen Vieira, especialista em Direito Tributário: “Principalmente por falta de planejamento tributário e do excesso de burocracia e de normas tributárias existentes hoje no Brasil”.</p>
<p>Para se ter uma ideia do emaranhado que é o sistema tributário brasileiro, um dos mais complexos do mundo, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), mais de 30 normas tributárias são criadas diariamente, o que só tende a tornar ainda mais difícil a vida das organizações. Além disso, há uma excessiva carga tributária.</p>
<p data-fetch="true">Um estudo global de 2017 (ICDE/IBGE) colocava o Brasil na 14ª posição entre as maiores cargas tributárias do mundo, com 35,04%, perdendo apenas para nações desenvolvidas.</p>
<p>A boa notícia, segundo Weslen Vieira, é que é possível resolver o problema dos impostos pagos a maior com um bom planejamento tributário. Já a questão do excesso de tributos e a burocracia poderão ser amenizados com a reforma tributária, cuja discussão está caminhando no Congresso Nacional.</p>
<h2 id="h-planejar-essencial"><strong>PLANEJAR É ESSENCIAL</strong></h2>
<p>Em relação ao planejamento tributário, este é essencial para qualquer organização, segundo o advogado, independentemente se micro, pequena, média ou grande empresa.</p>
<blockquote><p>“Percebo que falta a cultura do planejamento e daquela revisão necessária, de tempos em tempos, para verificar se a empresa está enquadrada no regime mais adequado ou no ramo de atividade que lhe proporcione tributação menos onerosa. Tem empresas, por exemplo, que uma mudança do Simples Nacional para o Lucro Presumido, por exemplo, poderia resultar em uma redução de carga tributária de até 100%”, aponta o advogado.</p></blockquote>
<h2 id="h-e-qual-o-per-odo-ideal-para-se-fazer-isso"><strong>E QUAL O PERÍODO IDEAL PARA SE FAZER ISSO?</strong></h2>
<p>O ideal é não deixar esse trabalho somente para o final ou início de ano, segundo o especialista, mas que se faça essa revisão pelo menos a cada seis meses ou sempre que houver uma alteração no faturamento da empresa, por exemplo.</p>
<p>“É lógico que, no final do ano, naquele período de férias coletivas, de revisão de metas para o ano seguinte, é um bom momento para que os gestores, a cúpula das organizações, tirem um tempo para pensar e avaliar o negócio. Mas o ideal é que façam isso pelo menos a cada seis meses”, comenta Weslen Vieira, sócio da Advocacia Vieira Spinella e Marchiotti, com sede em Maringá/PR.</p>
<h2 id="h-por-onde-come-ar-o-planejamento"><strong>POR ONDE COMEÇAR O PLANEJAMENTO</strong></h2>
<p>Segundo Vieira, que também é especialista em Controladoria pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), “o planejamento deve começar pelo levantamento do faturamento, das despesas, da margem de lucro, principais operações e operações secundárias, fornecedores e o histórico para verificar se há alguma pendência tributária”, aponta. A partir daí, de acordo com ele, é possível analisar qual o regime tributário pode ser o mais adequado.</p>
<h2 id="h-regimes-tribut-rios"><strong>REGIMES TRIBUTÁRIOS</strong></h2>
<p data-fetch="true">No Brasil há três possibilidades de enquadramento tributário: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. “Definir o regime tributário é fundamental, como já destaquei, pode onerar mais ou menos a empresa. É preciso analisar, verificar inúmeras variáveis, como faturamento, número de funcionários, ramo de atividade etc”, explica.</p>
<h2 id="h-simples-nacional"><strong>Simples Nacional</strong></h2>
<p>O Simples Nacional, de acordo com o advogado, é um regime tributário simplificado e ideal para microempresas e empresas de pequeno porte. Atende faturamento anual de até R$ 4,8 milhões.</p>
<p>Por se tratar de um recolhimento unificado e com uma menor quantidade de obrigações acessórias, se torna um regime prático, o que pode ser uma vantagem no momento da escolha.</p>
<p>Segundo o Portal do Simples Nacional, o ano de 2019 representou mais um recorde para este regime tributário, que encerrou o exercício com 5.098.050 optantes pelo regime simplificado dos tributos —  cerca de 71.484 empresas a mais, em comparação a 2018. Este foi o maior número desde a criação do regime.</p>
<p>Diferente dos outros regimes, o Simples Nacional apresenta uma tributação baseada no faturamento e não no lucro da empresa, o que pode se tornar uma desvantagem. Além disso, por se tratar de recolhimento unificado, não é possível destacar nas notas fiscais os valores pagos em ICMS e IPI, o que impede que clientes e parceiros de negócios utilizem créditos referentes aos tributos.</p>
<p>Há ramos de atividade, portanto, que não faz sentido o enquadramento no Simples, a exemplo das clínicas médicas. “Dependendo do tipo de serviço e como é emitida a nota fiscal, por exemplo na prestação de serviço hospitalar, poderia haver redução de mais de 100% do Imposto de Renda e da Contribuição Social caso optasse pelo lucro presumido.”</p>
<h2 id="h-lucro-presumido"><strong>Lucro Presumido</strong></h2>
<p>Já no Lucro Presumido, a Receita Federal presume o lucro das empresas com base na sua receita bruta auferida no ano-calendário anterior. Esse regime tributário tem como requisito o faturamento anual de até R$78 milhões e o enquadramento da atividade empresarial nas categorias permitidas para este regime. As alíquotas variam de acordo com o objeto da atividade e o valor devido pode ser apurado de modo mensal ou trimestral.</p>
<p>Esse regime é mais vantajoso do que o Lucro Real por haver alíquotas menores para PIS e COFINS. Porém, pode ocorrer de a empresa ter um lucro menor que o presumido e acabar sofrendo uma tributação maior do que seria devido no Lucro Real.</p>
<h2 id="h-lucro-real"><strong>Lucro Real</strong></h2>
<p data-fetch="true">Por fim, no Lucro Real, os tributos incidem sobre o valor da apuração contábil do resultado, levando em conta acréscimos e deduções permitidos em lei. Os optantes podem escolher pela apuração trimestral ou anual.</p>
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<p>Uma das vantagens é que os tributos são pagos de acordo com o resultado real da empresa, que pode isentá-las do pagamento de alguns tributos, como o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, caso tenha havido prejuízo no ano-calendário.</p>
<p>Como desvantagem, o regime exige maior burocracia na gestão tributária devido a sua maior complexidade e, também, maior atenção em relação ao cumprimento das obrigações acessórias – o descumprimento, por sua vez, pode gerar a incidência de multa tributária.</p>
<p>O advogado Weslen Vieira explica que a mudança de regime pode ser feita a qualquer época do ano. Por exemplo, se a empresa estiver no Simples e aumentou o faturamento, pode ir para o regime de Lucro Presumido. Apenas a opção de enquadramento no Simples Nacional que é feito no início do ano.</p>
<h2 id="h-aten-o-aos-refis"><strong>ATENÇÃO AOS REFIS</strong></h2>
<p>Outro ponto importante quando se fala em planejamento tributário é ficar atento aos Refis (refinanciamento de dívidas), tanto municipal, estadual ou federal. Isso porque muitas empresas podem se beneficiar dos descontos de juros e multas na hora de acertar as contas com o Fisco.</p>
<p>“Muitas empresas, que hoje estão com débitos, devem ficar atentas aos refis e isso tem que entrar também no planejamento tributário a ser feito”, comenta.</p>
<p>Inclusive Vieira chama a atenção para a possibilidade de um refis nacional, embora a equipe econômica do Governo Federal seja contrária. Ele explica que a Câmara dos Deputados decidiu dar início à tramitação de uma nova renegociação de dívidas de pessoas físicas e jurídicas.</p>
<p>A proposta estava parada desde maio deste ano e foi denominada Programa Extraordinário de Regularização Tributária durante a pandemia, popularmente batizada de “Refis da Covid-19”.</p>
<h2 id="h-reforma-tribut-ria-vem-a"><strong>REFORMA TRIBUTÁRIA VEM AÍ</strong></h2>
<p>O advogado Weslen Vieira, que é presidente da Comissão de Direito Tributário da OAB Maringá, destaca ainda que, especialmente neste ano, as empresas devem considerar em seus planejamentos a reforma tributária.</p>
<blockquote>
<p data-fetch="true">“Ao que tudo indica poderemos ter aprovada, finalmente, em 2021, a tão aguardada Reforma Tributária. E esta irá impactar, com toda certeza, a quase totalidade das empresas. Por isso, os gestores devem analisar os textos que estão em discussão hoje no Congresso e considerar mudanças de regime, no ramo de atividade, se for o caso, levando em consideração possíveis mudanças a serem trazidas pela reforma.”</p>
</blockquote>
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<p>Em resumo, aponta o advogado, independentemente do tamanho, ramo de atividade, situação financeira, todas as empresas devem gastar um bom tempo no planejamento tributário. E isso faz sentido ainda mais diante da situação econômica do país, em que muitas organizações passam por dificuldade financeira. Vale a pena planejar.</p>
</div>
<p>Fonte: <a href="https://www.jornalcontabil.com.br/planejamento-tributario-por-que-a-maioria-das-empresas-paga-impostos-excessivos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jornal Contábil</a></p>
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</div>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/planejamento-tributario-porque-a-maioria-das-empresas-paga-impostos-excessivos/">Entenda como o planejamento tributário ajuda a enxugar os custos em sua empresa</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
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		<title>Escrituração contábil pelo Simples Nacional &#8211; Entenda sobre!</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/escrituracao-contabil-pelo-simples-nacional-entenda-sobre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2020 10:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Escrituração contábil]]></category>
		<category><![CDATA[Simples Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Código Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Escrituração Contábil]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Complementar]]></category>
		<category><![CDATA[Lucro Presumido]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo com a falta de um consenso entre os contadores e empresários, a legislação brasileira estabelece que as empresas regidas pelo Simples Nacional também estão sujeitas à transmissão da escrituração contábil, uma vez que, tal atividade se trata de uma obrigatoriedade imposta a todos os regimes tributários, de acordo com a ITG 2000 do Conselho Federal de Contabilidade, aprovada pela Resolução 1.330/11.</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/escrituracao-contabil-pelo-simples-nacional-entenda-sobre/">Escrituração contábil pelo Simples Nacional &#8211; Entenda sobre!</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="entry-title" style="text-align: center;">Entenda as regras da escrituração contábil pelo Simples Nacional</h2>
<p>Mesmo com a falta de um consenso entre os contadores e empresários, a legislação brasileira estabelece que as empresas regidas pelo Simples Nacional também estão sujeitas à transmissão da escrituração contábil, uma vez que, tal atividade se trata de uma obrigatoriedade imposta a todos os regimes tributários, de acordo com a ITG 2000 do Conselho Federal de Contabilidade, aprovada pela Resolução 1.330/11.</p>
<p>Além disso, o Código Civil através do Artigo 1.179 da Lei 10.406, de 2002, também requer a apresentação da escrituração contábil, especialmente em situações como falência, processos judiciais, ou circunstâncias que exijam uma perícia contábil.</p>
<p>É importante observar as deliberações apresentadas pela Receita Federal e demais órgãos competentes sobre a necessidade de enviar a escrituração contábil através do Simples Nacional, como as informações dispostas mediante as resoluções do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN).</p>
<p data-fetch="true">Já a Lei Complementar nº 123, de 2006 que dispõe sobre a implantação do Simples Nacional, junto à Resolução 28/2008 do CGSN pelo Artigo 1º alegam que, “opcionalmente poderá manter a escrituração contábil simplificada e assim será dispensado o Livro Caixa”.</p>
<h3 id="h-a-regra-do-lucro-presumido-se-aplica-ao-simples-nacional"><strong>A regra do Lucro Presumido se aplica ao Simples Nacional?</strong></h3>
<p>Para obter uma análise minuciosa sobre o assunto, é importante estudar outros trechos das leis que regulamentam o tema, como o Artigo 14 da LC 123, pela Resolução 94/2011, bem como no Artigo 131 que diz, “em caso de distribuição dos lucros acima da regra de presunção (Lucro Presumido), será necessário comprovar através de escrituração contábil”.</p>
<p>Ao observar este parágrafo separadamente, entende-se que, perante a lei, o Simples Nacional está apto a se apropriar das regras do Lucro Presumido em circunstâncias especiais, ainda que seja necessário obter uma compreensão mais profunda sobre como o cálculo é realizado.</p>
<p>Ainda que o Conselho Federal de Contabilidade e o Código Civil concordem sobre a obrigatoriedade da escrituração contábil independentemente da opção tributária, o Fisco expande a visão sobre o assunto somente ao debater a respeito da distribuição do lucro que excede a regra de presunção, requerendo que a empresa mantenha a escrituração para comprovar a situação.</p>
<h3 id="h-escritura-o-cont-bil-pelo-simples-nacional"><strong>Escrituração contábil pelo Simples Nacional </strong></h3>
<p>Neste aspecto é preciso ser analisado sob o parâmetro do Fisco, levando à necessidade de entender como efetuar o cálculo, pois, se a empresa é optante pelo Simples Nacional, como encontrar o Lucro Presumido.</p>
<p>Imagine o cenário em que o cálculo das receitas de uma empresa irão considerar o Artigo 519 que dispõe sobre o Imposto de Renda (IR), que consiste nos percentuais de presunção, caminhando para a regra do Lucro Presumido, de maneira que, posteriormente, será extraído do Lucro Presumido, o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) do Simples Nacional.</p>
<p>A depender do resultado comparado com os dividendos pagos, a escrituração poderá ou não ser obrigatória, destacando que, se os rendimentos ultrapassarem o resultado comparável, a escrituração contábil será sim obrigatória, no entanto, se for inferior, basta que fazer a manutenção do Livro Caixa.</p>
<p>O Livro Caixa, por sua vez, se trata de um componente da escrituração contábil, portanto, com a escrituração contábil é possível extrair o Livro Caixa, desta forma, se a empresa possuir apenas este documento, a escrituração contábil não existe.</p>
<h3 id="h-exemplo"><strong>Exemplo</strong></h3>
<p data-fetch="true">Imagine a situação em que a empresa obteve um faturamento de R$ 100 mil pelo Simples Nacional e, não havendo um limite para a distribuição, ela pode ser feita integralmente, bastando que siga a regra de isenção do Imposto de Renda para o sócio/titular que recebe.</p>
<p>No entanto, a isenção integral pode ser aplicada apenas se houver uma escrituração contábil que comprove o fato, do contrário, o IR será isento somente até o limite de presunção do Lucro Presumido, de maneira que o excedente será o rendimento tributável pela PF.</p>
<p>Em outras palavras, a empresa que obteve o faturamento de R$ 100 mil poderá distribuir até R$ 32 mil sem a escrituração contábil.</p>
<p>No entanto, surge a dúvida sobre a distribuição de um valor maior sem a escrituração contábil, como por exemplo, na faixa de R$ 50 mil.</p>
<p>Ainda que tal atividade seja permitida, somente os R$ 32 mil mencionados serão considerados como rendimento isento para a pessoa física, de maneira que, os R$ 18 mil restantes, serão vistos como rendimentos tributáveis sujeitos à cobrança de impostos.</p>
<p>É importante destacar que, este exemplo diante da porcentagem de 32% é direcionado somente às empresas prestadoras de serviços, portanto, se tratando do setor comercial ou industrial os limites são de 8% e 16% respectivamente.</p>
<h3 id="h-a-regra-tamb-m-v-lida-para-o-mei"><strong>A regra também é válida para o MEI </strong></h3>
<p>O pensamento de que o Microempreendedor Individual (MEI) não precisa transmitir a escrituração contábil  é comum e constante, entretanto, a mesma regra mencionada anteriormente que estabelece que o lucro superior ao percentual de 32% resulta na tributação da quantia restante, também é aplicada ao MEI, lembrando que este imposto pode chegar até a marca de 27,50%.</p>
<p>O curioso é que, a Lei 128/2008 que dispõe sobre as características do MEI não apresenta nenhum item que obriga o empreendedor a contratar os serviços contábeis desde que não ultrapasse o limite de faturamento de R$ 81 mil por ano, tendo em vista que os impostos podem ser recolhidos mediante taxas fixas e mensais através de uma declaração de faturamento pelo Simples Nacional.</p>
<p>Portanto, se o procedimento se passa pelo regime do Simples Nacional, a regra válida é aquela que prevê a obrigatoriedade da escrituração contábil, através do Artigo 14º da Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.jornalcontabil.com.br/entenda-as-regras-da-escrituracao-contabil-pelo-simples-nacional/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jornal Contábil</a></p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/escrituracao-contabil-pelo-simples-nacional-entenda-sobre/">Escrituração contábil pelo Simples Nacional &#8211; Entenda sobre!</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
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		<title>Obrigações acessórias de empresas inativas: Como proceder?</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/obrigacoes-acessorias-de-empresas-inativas-como-proceder-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2020 11:29:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa Inativa]]></category>
		<category><![CDATA[Lucro Presumido]]></category>
		<category><![CDATA[Obrigações acessórias]]></category>
		<category><![CDATA[DCTF]]></category>
		<category><![CDATA[Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais]]></category>
		<category><![CDATA[ECF]]></category>
		<category><![CDATA[Micro e Pequenas empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Obrigações legais]]></category>
		<category><![CDATA[Pagamento de impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Público de Escrituração Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Considerando todo o processo burocrático envolvido no fechamento de uma empresa, podem existir aqueles empreendedores que prefiram manter as obrigações legais em dia, mesmo que não haja o funcionamento.</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/obrigacoes-acessorias-de-empresas-inativas-como-proceder-2/">Obrigações acessórias de empresas inativas: Como proceder?</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="entry-title" style="text-align: center;">Conheça as obrigações acessórias de uma empresa inativa</h2>
<p>Considerando todo o processo burocrático envolvido no fechamento de uma empresa, podem existir aqueles empreendedores que prefiram manter as obrigações legais em dia, mesmo que não haja o funcionamento.</p>
<p>No entanto, manter uma empresa inativa não descaracteriza a obrigatoriedade do cumprimento de uma diversidade de deveres a serem executados pelo empresário, diante do risco de ser penalizado pela Receita Federal do contrário.</p>
<h3 id="h-quando-uma-empresa-considerada-como-inativa"><strong>Quando uma empresa é considerada como inativa?</strong></h3>
<p>Uma empresa é tida como inativa a partir do momento em que não efetuar nenhuma atividade operacional, não operacional, patrimonial ou financeira, isso inclui as aplicações junto ao mercado de capitais.</p>
<p>Por isso, é importante mencionar que o pagamento dos impostos referentes aos anos-calendários anteriores, bem como, a multa aplicada pelo descumprimento de determinada obrigação acessória não denomina uma empresa como inativa.</p>
<p data-fetch="true">O empresário precisa entender que, empresa inativa e empresa sem movimento são situações completamente diferentes, as quais resultam em práticas distintas, isso porque, uma empresa inativa consiste naquela que não possui qualquer atividade, enquanto, a empresa sem movimento, realiza transações eventuais.</p>
<div class="td-module-meta-info">
<p>Empreendimentos que tenham passado por um processo de fusão, aquisição, ou até mesmo incorporação e, em virtude das referidas operações tenham se tornado inativas durante o denominado ano-calendário, também precisam entregar a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) Inativa, por exemplo.</p>
<h3 id="h-obriga-es-acess-rias-de-uma-empresa"><strong>Obrigações acessórias de uma empresa</strong></h3>
<p>Muito além de simplesmente recolher tributos, todas as empresas devem transmitir informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas aos órgãos de fiscalização competentes.</p>
<p>Através do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) Contábil e Fiscal, o empreendedor precisa enviar virtualmente todos os dados solicitados.</p>
<h3 id="h-empresas-optantes-pelo-lucro-presumido"><strong>Empresas optantes pelo Lucro Presumido</strong></h3>
<p>As empresas regidas pelo Lucro Presumido atuam diante de uma margem de lucro pré-fixada pela legislação, que serve como base para a tributação tanto do Imposto de Renda quanto da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido.</p>
<p>No entanto, este sistema oferece uma previsão de lucro que pode ser adquirida durante um período prévio ao recolhimento, para que não aconteça a definição dos valores que devem ser pagos.</p>
<p>Desta forma, o empreendimento contribuinte também precisa prestar algumas declarações obrigatórias regidas por prazos específicos.</p>
<h3 id="h-ecf"><strong>ECF</strong></h3>
<p data-fetch="true">Até o ano de 2014, todas as empresas regidas pelo Lucro Presumido, obrigatoriamente deviam enviar a Declaração de Rendimentos de Pessoa Jurídica (DIPJ) à Receita Federal.</p>
<div id="_ppads_video">
<div class="teads-inread sm-screen">
<div>
<p>Esta declaração tinha o intuito de informar o resultado das operações realizadas pela empresa entre 01 de janeiro a 31 de dezembro do ano -calendário, período anual anterior ao envio da declaração.</p>
<p>No entanto, a DIPJ foi substituída pela Escrituração Contábil Fiscal (ECF), um documento que deve ser enviado eletronicamente através do Sped até o último dia útil do mês de julho.</p>
<p>Na ECF a empresa contribuinte deve informar todas as operações responsáveis pela composição da base de cálculo do IRPJ e da CSLL durante o ano-calendário, tornado o negócio sujeito a penalidades pelo Fisco na falta ou atraso do envio.</p>
<h3 id="h-dctf"><strong>DCTF</strong></h3>
<p>A Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF), tem o intuito de apresentar à Receita todas as quantias pagas e devidas referentes aos impostos e demais contribuições federais como o IRPJ, IRRF, IOF, ITR, CSLL, PIS/Pasep, Cofins e CPMF.</p>
<p>Também é preciso enviar informações equivalentes a eventuais parcelamentos, compensações de crédito e suspensão da exigibilidade do crédito tributário, sendo que, a entrega precisa acontecer mensalmente via internet, por empresas optantes pelo Lucro Real ou Lucro Presumido, estando sujeita à incidência de sanções pelo não cumprimento das normas.</p>
<h3 id="h-erros-e-obriga-es-comuns-da-empresa-inativa"><strong>Erros e obrigações comuns da empresa inativa</strong></h3>
<p>É comum que os empreendedores que não oficializaram o fechamento das empresas, deixem de entregar algumas obrigações acessórias.</p>
<p>Sendo assim, as empresas denominadas como inativas ficam dispensadas de entregar o Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais (DACON) e a Guia de Recolhimento do FGTS (GFIP), desde que tenham se mantido na referida condição durante todo o ano calendário.</p>
<p>Já no caso das empresas sem movimento, é preciso entregar todas as obrigações acessórias comuns à qualquer negócio.</p>
<h3 id="h-envio-da-dctf-inativa"><strong>Envio da DCTF Inativa</strong></h3>
<p data-fetch="true">Como dito anteriormente, a DCTF se trata de uma declaração obrigatória a uma série de empresas, sejam elas optantes pelo lucro real ou lucro presumido, consórcios, unidades gestoras de orçamento, microempresas e empresas de pequeno porte em cenários específicos, entre outras, incluindo as empresas inativas.</p>
<h3 id="h-micro-e-pequenas-empresas"><strong>Micro e pequenas empresas</strong></h3>
<p>As microempresas (ME) e as empresas de pequeno porte (EPP) enquadradas no regime tributário do Simples Nacional também precisam  enviar a DCTF Inativa, caso permaneçam sem qualquer atividade durante todo o ano-calendário.</p>
<p>É mais comum do que se pensa, encontrar empreendedores desamparados após receberem uma multa e procurarem qualquer auxílio que seja.</p>
<p>Por isso, recomenda-se que, mesmo que a empresa se encontre na condição de inatividade, que o empreendedor cumpra com todas as obrigações devidas no intuito de evitar problemas fiscais.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.jornalcontabil.com.br/conheca-as-obrigacoes-acessorias-de-uma-empresa-inativa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jornal Contábil</a></p>
</div>
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		<title>Saiba se é necessário pagar impostos para vendas online</title>
		<link>https://morocontabil.com.br/saiba-se-e-necessario-pagar-impostos-para-vendas-online/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2020 03:51:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É preciso pagar impostos para venda on-line?<br />
Especialista explica em quais casos empreendedores devem pagar impostos com as suas vendas no ambiente virtual.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">É preciso pagar impostos para venda on-line?</h2>
<h3 class="linhadeOlho" style="text-align: center;">Especialista explica em quais casos empreendedores devem pagar impostos com as suas vendas no ambiente virtual.</h3>
<p>O e-commerce registrou um aumento de 145% em vendas no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com um estudo realizado pela plataforma Nuvemshop.</p>
<p>A plataforma se tornou uma alternativa para complementação de renda em meio a crise econômica provocada pela pandemia.</p>
<p>Em entrevista ao G1, o advogado tributário Carlos Pinto alerta que os empreendedores devem ter cuidado já que os impostos também incidem sobre as vendas na internet.</p>
<blockquote><p>“Muita gente acha que está livre de impostos, mas é muito importante explicarmos que existe encargos para quem vende pela internet”, afirma.</p></blockquote>
<p>Segundo o advogado, as vendas pelo WhatsApp, Instagram, loja virtual ou qualquer outro meio de plataforma eletrônica são consideradas operações de e-commerce.</p>
<p>Essas vendas também incluem os marketplaces, onde a pessoa disponibiliza o produto em uma espécie de grande vitrine para que as pessoas possam adquirir.</p>
<p>Segundo o especialista, em ambos os casos, a formalização é o melhor caminho, já que o empreendedor evita as penalidades do Fisco e, ainda, garante uma redução nos encargos.</p>
<blockquote><p>“Você precisa está regulamentado, principalmente, no que diz respeito a emissão de nota fiscal, que já traz com ela o contexto do pagamento do tributo. Então, se você tem uma empresa, um CNPJ, pelo qual você faz suas operações de venda de produtos ou serviços, a tendência é que você tenha um custo muito menor do que se você pagar imposto de renda sobre esses valores que você recebe na sua conta pessoa física.”</p></blockquote>
<h3><strong>Impostos</strong></h3>
<p>Para saber quanto pagar de impostos, o empreendedor deve se atentar ao limite de faturamento e o tipo de regime tributário.</p>
<p>No caso do microempreendedor individual, o MEI, a contribuição mensal de R$ 57,95 já inclui todos os impostos. Ou seja, ao invés de recolher diversas guias, todos os encargos são absorvidos por um valor fixo.</p>
<p>Também existem outros tipos de empresas, como, por exemplo, as sociedades unipessoais onde as pessoas podem ter a sua própria empresa sem precisar de um sócio. Por isso, é preciso analisar cada caso.</p>
<h3><strong>Regime tributário</strong></h3>
<p>Vale lembrar que é preciso se enquadrar em um regime tributário: Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real.</p>
<p><strong>Simples Nacional</strong>: Faturamento de R$ 4,8 milhões no máximo, por ano, isso já de acordo com o novo teto que entrou em vigor desde janeiro de 2018.</p>
<p>O cálculo da contribuição da empresa é feito sobre a receita bruta faturada pela empresa. Para cada nível de faturamento a contribuição aumenta de acordo com as tabelas em anexo na Lei Complementar nº 123.</p>
<p>Em cada uma das tabelas se enquadram diferentes empresas de acordo com as atividades que realizam e que deve ser considerada para o cálculo.</p>
<p><strong>Lucro Presumido</strong>: O Lucro Presumido pode ser utilizado em empresas com faturamento de até R$ 78 milhões por ano ou de R$ 6,5 milhões multiplicados pela quantia de meses de atividade do ano-calendário anterior, desde que este seja menor que doze meses.</p>
<p>A base de cálculo para recolhimento de impostos varia de acordo com a atividade de cada empresa. Devem ser considerados cálculos de IR, Contribuição social e impostos PIS, Cofins e ISS sobre a receita, ICMS e IPI.</p>
<p><strong>Lucro Real</strong>: A adesão é obrigatória para empresas que possuem um faturamento superior a R$ 78 milhões no período de apuração. Empresas com atividades relacionadas ao setor financeiro também são obrigadas a adotar esse regime.</p>
<p>No regime Lucro Real, a empresa paga o IR e a contribuição social sobre a diferença positiva entre receita da venda e os gastos operacionais em determinado período;</p>
<p>Este regime costuma interessar as empresas somente quando existe a combinação de um grande volume de faturamento com negócios que possuem margens de contribuição apertadas.</p>
<h3><strong>Fiscalização</strong></h3>
<p>Os empreendedores devem ficar atentos, já que a não formalização pode ser descoberta pela Receita.</p>
<blockquote><p>“As pessoas se iludem que não podem ser responsabilizadas tributariamente pelo fato de não pagarem e não emitirem nota, mas elas se esquecem que as transferências e movimentações são monitoradas pela Receita Federal”, alerta o advogado.</p></blockquote>
<p>Segundo o especialista, dependendo do volume, o empreendedor corre o risco de ser autuado pela Receita.</p>
<p>A pessoa vai usar esse dinheiro que recebe com as vendas do e-commerce para comprar e adquirir bens como um novo plano de saúde, um plano de telefone celular, a compra de um veículo, por exemplo.</p>
<blockquote><p>“A formalização é importante, já que a renda que a pessoa declara não vai bater com o que ela consome”, finaliza.</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/44806/e-preciso-pagar-impostos-para-venda-on-line/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Contábeis</a></p>
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		<title>Atenção com a malha fina! Receita Federal iniciou nova operação voltada para empresas!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2020 17:42:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabildiade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Base de cálculo]]></category>
		<category><![CDATA[Carta de autorregularização]]></category>
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		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Lucro Presumido]]></category>
		<category><![CDATA[Malha Fina]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Malha fina: Receita faz nova operação nas empresas Receita Federal detectou R$ 1,6 bilhão de divergências em recolhimentos e contribuições. Receita Federal iniciou uma nova operação de malha fina voltada para as empresas. A malha PJ tem o objetivo de regularizar divergências quanto ao recolhimento de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) sobre rendimentos de aplicações  [...]</p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/atencao-com-a-malha-fina-receita-federal-iniciou-nova-operacao-voltada-para-empresas/">Atenção com a malha fina! Receita Federal iniciou nova operação voltada para empresas!</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Malha fina: Receita faz nova operação nas empresas</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Receita Federal detectou R$ 1,6 bilhão de divergências em recolhimentos e contribuições.</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Receita Federal iniciou uma nova operação de malha fina voltada para as empresas. A malha PJ tem o objetivo de regularizar divergências quanto ao recolhimento de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) sobre rendimentos de aplicações financeiras, nos casos de empresas optantes pelo Lucro Presumido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a RFB, o total das divergências inicialmente verificado é de R$ 1,6 bilhão. Foram enviadas 17.934 cartas às empresas de todo o Brasil alertando sobre as divergências detectadas entre escrituração contábil fiscal e a Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No procedimento de revisão, não foram identificados os recolhimentos devidos sobre rendimentos de aplicações financeiras de renda fixa e/ou juro sobre capital próprio, visto que esses valores deveriam ter sido adicionados à base de cálculo do IRPJ e da CSLL.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Carta de autorregularização</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa fase da operação, as empresas que receberam Carta de Autorregularização têm a possibilidade de recolher os valores devidos, conforme as orientações detalhadas no documento, até 31 de janeiro de 2020. Dessa forma, elas evitarão autuação da Receita Federal com acréscimo de multa (75% a 225%) além dos juros de mora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para confirmar a veracidade das cartas enviadas, a Receita encaminhará mensagem para a caixa postal dos respectivos contribuintes, que podem ser acessadas por meio do e-CAC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.contabeis.com.br/noticias/44407/malha-fina-receita-faz-nova-operacao-nas-empresas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Contábeis</a></p>
<p>O post <a href="https://morocontabil.com.br/atencao-com-a-malha-fina-receita-federal-iniciou-nova-operacao-voltada-para-empresas/">Atenção com a malha fina! Receita Federal iniciou nova operação voltada para empresas!</a> apareceu primeiro em <a href="https://morocontabil.com.br">MORO Consultoria Contábil, Tributária e Auditoria</a>.</p>
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		<title>Simples Nacional: Como usar a folha de pagamento para reduzir os custos da empresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[MORO Contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2020 18:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Folha de Pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[Regime tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Simples Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Custo tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Lucro Presumido]]></category>
		<category><![CDATA[Prestadores de serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Administrar a folha de pagamento não é uma tarefa siMPles — muito menos se o objetivo for reduzir os custos para a eMPresa com salários e encargos trabalhistas, proporcionando uma situação financeira mais tranquila.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><em>Administrar a folha de pagamento não é uma tarefa siMPles — muito menos se o objetivo for reduzir os custos para a eMPresa com salários e encargos trabalhistas, proporcionando uma situação financeira mais tranquila.</em></h2>
<h3><em>No entanto, o indicado é que a FOLHA DE PAGAMENTO não exceda o limite de 30% a 40% do orçamento da organização, mesmo dentro do regime tributário do SiMPles Nacional. Isso porque, até essa porcentagem, a eMPresa consegue trabalhar dentro de uma margem saudável.</em></h3>
<p>Contudo, como utilizar a FOLHA DE PAGAMENTO dentro do SiMPles para economizar? Isso é o que você aprenderá neste post. AcoMPanhe!</p>
<h2>Como diferenciar os anexos para prestadores de serviços</h2>
<p>Além da divisão por segmento o SiMPles Nacional diferencia os anexos de tributação para prestadores de serviços de acordo com a atividade exercida, são os Anexos III, IV e V. Iremos conhecer cada um deles começando pela diferença entre o III e V:</p>
<h3>Anexo III x Anexo V</h3>
<p>Nesses dois anexos estão contidas a grande maioria das atividades de serviços, no Anexo III são alocados os serviços que podemos chamar de mecanizados que é o oposto do Anexo V.</p>
<p>Para diferenciar um do outro podemos utilizar os fatores, técnico, científico e intelectual toda vez que um serviço necessitar de um desses termos para serem executados, essa atividade estará alocada no Anexo V do SiMPles Nacional, caso contrário podemos usar o Anexo III, respeitando as regras vigentes na legislação. As alíquotas iniciais de tributação são de 6% para o Anexo III e 15,5% para o V.</p>
<h3>Anexo IV</h3>
<p>Neste Anexo estão alocados serviços específicos que têm por características o fornecimento de mão de obra para sua execução, são eles construção de imóveis, obras de engenharia em geral, projetos e serviços de paisagismo, decoração de interiores, serviço de vigilância, liMPeza e conservação, estão incluídos neste anexo também os serviços advocatícios.</p>
<p>O diferencial deste Anexo é que a CPP (Contribuição Previdenciária Patronal) é recolhida a parte, o que não o torna tão vantajoso apesar de alíquotas iniciais menores.</p>
<h2>Entenda como é a FOLHA DE PAGAMENTO para eMPresas do SiMPles Nacional coMParada ao lucro presumido</h2>
<p>No SiMPles Nacional a eMPresa está dispensada a diversos encargos sociais, como Sistema S, INSS Patronal e Seguro Acidente de Trabalho, veja o quadro coMParativo para entender melhor:</p>
<p>Veja que os encargos sociais no SiMPles Nacional representam quase 28% a menos em coMParação às eMPresas de lucro presumido. Os demais custos trabalhistas como férias, 13º e benefícios indiretos são os mesmos para ambas.</p>
<h2>Utilizando o “fator r” para reduzir o custo tributário</h2>
<p>Um dos benefícios para diminuição da carga tributária nas atividades enquadradas no Anexo V é a incidência da FOLHA DE PAGAMENTO sobre o seu faturamento, o chamado “fato r”. No SiMPles Nacional toda vez que sua FOLHA DE PAGAMENTO acumulada corresponder ao seu faturamento acumulado em 28% ou mais, e a eMPresa esteja no Anexo V, ela poderá utilizar as alíquotas do Anexo III para apuração do seu tributo daquele mês, o que representa uma boa redução no tributo a pagar.</p>
<p>Trazendo para prática e facilitando o entendimento vejamos um exeMPlo de cálculo do “fato r”:</p>
<p>Receita acumulada: R$ 10.000,00</p>
<p>Folha acumulada: R$ 3.000,00</p>
<p>3.000.00/10.000,00 = 0,3 x 100 = 30%</p>
<div id="jorna-1846017987" class="jorna-amp-6"></div>
<p>Neste exeMPlo vimos que a FOLHA DE PAGAMENTO corresponde a 30% do faturamento, com isso poderá ser utilizado o “fator r” como benefício e sair de uma alíquota inicial de 15,5% do Anexo V para 6% do Anexo III.</p>
<h2>Veja como utilizar a FOLHA DE PAGAMENTO de forma otimizada para redução de custos</h2>
<p>Muitas organizações recorrem a empréstimos para conseguirem pagar os custos previsíveis, como férias e 13º salário. Porém, há estratégias que ajudam a aumentar a lucratividade e a quitar as despesas com os funcionários. AcoMPanhe o texto para descobrir quais são.</p>
<h3>Proponha a criação de banco de horas</h3>
<p>As horas extras seMPre foram um problema no custo da FOLHA DE PAGAMENTO. Por isso, mantenha uma produção organizada e dentro dos horários para que essas despesas sejam reduzidas. Assim, elas vão ocorrer quando houver mesmo uma urgência.</p>
<p>Uma dica é criar o banco de horas trabalhadas, para que os colaboradores possam descontar os minutos a mais em folgas — preferencialmente, em um período propício, como um feriado que possa ser emendado. Com isso, é possível diminuir os custos e alegrar os funcionários com mais dias de descanso.</p>
<div id="jorna-1197712528" class="jorna-amp-7"></div>
<h3>Otimize a jornada e o trabalho</h3>
<p>O mau aproveitamento da jornada de trabalho eleva os salários dos funcionários, que precisam de mais horas para produzir os pedidos dos clientes. Por exeMPlo, uma organização que tem 20 colaboradores e fabrica 300 tortas por mês, terá uma média de 30 tortas por funcionário — ou seja, por dia, cada um faz meia sobremesa.</p>
<p>Diante desses dados, é possível perceber que não há boa utilização dos recursos, dos maquinários e do teMPo. Nessa situação, há duas soluções: otimizar a jornada de trabalho, por meio de um método organizacional para desenvolvimento da produtividade, e investir em equipamentos que produzam maiores quantidades.</p>
<p>Dependendo da metodologia usada na montagem das tortas, é possível coMPrar fornos novos para reduzir o número de funcionários e aumentar o volume da produção.</p>
<h3>Use a tecnologia</h3>
<p>É iMPrescindível ter um sistema de gestão eMPresarial automatizado para fazer a FOLHA DE PAGAMENTO e os seus encargos, controlar a jornada de trabalho e emitir o holerite para os trabalhadores, mesmo que os pagamentos sejam realizados por depósito bancário. No entanto, mantenha o arquivo físico e assinado por eles para evitar ações judiciais e servir de coMProvantes para a fiscalização.</p>
<div id="jorna-1884703990" class="jorna-amp-8"></div>
<h3>Faça o provisionamento do décimo-terceiro</h3>
<p>Como você sabe que todo ano deverá pagar o 13º salário e as férias, é possível prever essas despesas e se planejar para efetuá-las. Então, comece a poupar uma porcentagem ao longo do ano, conforme a orientação acima de custos, para não ter de recorrer a eMPréstimos bancários.</p>
<h3>Invista na terceirização</h3>
<p>Uma forma de economizar na folha é terceirizar parte dos serviços de sua eMPresa, como os setores de produção, liMPeza e marketing, dentre outros — desde que não seja a área técnica. Geralmente, os serviços terceirizados são mais baratos, visto que você não terá obrigações trabalhistas e, ainda, poderá ficar mais focado nas questões estratégicas do seu negócio.</p>
<h3>Mantenha uma reserva de contingência</h3>
<p>Criar uma reserva de contingência é essencial para cobrir iMPrevistos. Dessa forma, não precisará mexer no capital dos sócios ou de giro, no patrimônio da eMPresa e nem pedir eMPréstimos para saldar problemas como ações trabalhistas, desastres naturais etc.</p>
<p>Contudo, para reduzir os iMPostos de forma legalizada, é necessário estar dentro do regime tributário adequado, bem como ter um planejamento tributário para obter as oportunidades do Governo Federal, Estadual e Municipal com os créditos e incentivos fiscais, além de demais ações que diminuam a carga tributária.</p>
<p>Como vimos, administrar a FOLHA DE PAGAMENTO não é uma tarefa siMPles, porém é necessária para garantir uma situação financeira mais tranquila para a eMPresa. Por isso, coloque as nossas dicas em prática e faça com que o seu orçamento seja bem utilizado!</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.jornalcontabil.com.br/simples-nacional-como-usar-a-folha-de-pagamento-para-reduzir-os-custos-da-empresa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jornal Contábil</a></p>
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